quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Programa Flávio Azevedo recebe vereador Humberto Belgues

Flávio Azevedo
O vereador Humberto Belgues (PSL) no estúdio da Rádio Jornal 1340 AM - Leste Fluminense.
O Programa Flávio Azevedo dessa quarta-feira (13/02) está no ar. Na primeira parte a pauta principal é a exoneração da secretária de Saúde, Rita de Cássia, que agora vai cuidar unicamente do cargo de vice-prefeita. Também é assunto a estrutura das unidades escolares de Rio Bonito, alvo de muitas reclamações dos pais de alunos da rede municipal de Educação nesse volta às aulas.

Na segunda metade da atração da Rádio Jornal 1340 AM - Leste Fluminense o convidado é o vereador presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito, Humberto Belgues (PSL). Seus projetos de gestão do poder Legislativo e a relação dos poderes, Executivo e Legistivo estão na pauta.
Entre os assuntos abordados com Humberto está o projeto da Prefeitura de Maricá em parceria com o governo do Estado, que deseja construir uma barragem na divisa dos municípiso de Rio Bonito e Tanguá para levar água captada em Tomascar (Rio Bonito) para Maricá.

Padaria Guimeshe está em novo endereço

Flávio Azevedo
A padaria, agora, está localizada na esquina da Rua Rodrigues Coelho com a Wilson Kleber Moreira.
A tradicional Padaria Guimeshe está em suas novas instalações, agora, na esquina da Rua Rodrigues Coelho com a Wilson Kleber Moreira (cerca de 200 metros a frente do último endereço). Passamos hoje por lá para visitar o novo espaço, patrões e funcionários ainda estavam dando os últimos retorques no ambiente, mas a casa já esteja aberta para os clientes. Ao meu amigo Marcelo e toda sua equipe, o meu desejo de muito sucesso sempre e bons negócios.

Mudança no comando da Saúde de Rio Bonito no Programa Flávio Azevedo

Flávio Azevedo
O Programa Flávio Azevedo dessa quarta-feira (13/02) está no ar. Na primeira parte a pauta principal é a exoneração da secretária de Saúde, Rita de Cássia, que agora vai cuidar unicamente do cargo de vice-prefeita. Também é assunto a estrutura das unidades escolares de Rio Bonito, alvo de muitas reclamações dos pais de alunos da rede municipal de Educação nesse volta às aulas.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Pais reclamam de sucateamento do Colégio Municipal Dr. Astério Alves de Mendonça em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Uma das entradas do Colégio Municipal Dr. Astério Alves de Mendonça, na Mangueirinha. 
Falando em mudança, uma das últimas postagens que fiz sobre Educação em 2018 foi sobre o Colégio Municipal Dr. Astério Alves de Mendonça, na Mangueirinha, em Rio Bonito. Um pai reclamava da área de estacionamento. Por conta do período de férias, nós tínhamos a impressão que a infraestrutura das unidades seria melhorada. Que nada! A volta as aulas trás consigo a mesma reclamação de 2018. Recebo essa foto de uma mãe que reclama da conservação dessa unidade.

Se os ônibus que fazem o transporte de alunos estão sucateados, se as escolas iniciaram o ano letivo com os mesmos problemas estruturais, o que foi no período de férias? A resposta é “nada”, salvo um ou outro esforço individual dos gestores escolares que durante as férias. Por outro lado sequer pode-se fazer alguma cobrança aos gestores escolares, porque nesse período de recesso, fase de planejamento e geral nas escolas, eles estavam exonerados.
Outra foto que chega dos pais de alunos aos nossos canais mostra as condições da quadra de esportes da unidade escolar.
Vale lembrar que na última semana de 2018 os gestores escolares e cargos comissionados foram exonerados por conta de uma doença do prefeito que eu chamo de “Síndrome de Nabucodonosor”. Ao que parece ele acorda de mau humor, manda exonerar todo mundo e depois nomeia de novo. No tempo do Nabucodonosor, o rei da Babilônia, quando o cara acordava de mau humor as pessoas eram mortas, jogadas na cova dos leões, na fornalha de fogo ardente, hoje, como os tempos são outros, os monarcas mandam exonerar as pessoas.

É impressionante como o tempo passa, mas o espírito despótico dos quem têm o poder não muda.

Em discussão na Alerj projeto para suplentes assumirem mandatos de deputados presos

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
Em discussão na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nessa terça-feira (12/02), o projeto que aumenta a possibilidade de suplentes assumirem o lugar de deputados presos. A Casa está com seis parlamentares a menos. Dos 70 deputados, apenas 64 estão atuando. A proposta é dos deputados Renata Souza, Dani Monteiro, Eliomar Coelho, Flávio Serafini, Mônica Francisco (todos do PSol) e Luiz Paulo (PSDB). O projeto pode receber emendas dos demais deputados e para entrar em vigor a mudança precisa ser aprovada em duas votações.

Estão presos preventivamente André Corrêa (DEM), Chiquinho da Mangueira (PSC), Luiz Martins (PDT), Marcos Abrahão (Avante) e Marcus Vinicius Neskau (PTB), desde em novembro de 2018, alvos da Operação Furna da Onça. O sexto parlamentar que não assumiu o mandato é Anderson Alexandre (SD), também preso em novembro, acusado de fraude no processo eleitoral da campanha de prefeito quando foi reeleito.

O texto proíbe a solicitação de licença para tratar de assunto particular sem remuneração quando um deputado for preso. A licença é prevista na Constituição Estadual, mas o projeto quer impedir que o deputado que está na cadeia faça o pedido, que pode ser de até 120 dias, impedindo a substituição pelo suplente neste período.

O projeto também prevê a convocação de suplente nos casos de falta do titular na posse dentro do prazo regimental, de não comparecimento à Alerj por mais de 60 dias, de suspensão temporária do mandato prevista pelo Código de Ética e Decoro Parlamentar e de afastamento do cargo por decisão judicial por mais de 30 dias. Neste último caso, a ideia é aprovar a suspensão imediata da remuneração do deputado preso que não assumiu. Quem for condenado criminalmente com sentença transitada em julgado vai perder o mandato, como já prevê o Regimento. Não é o caso dos seis deputados afastados.

Fonte: O Dia

Vice-prefeita Rita de Cássia deixa a Secretaria de Saúde de Rio Bonito

Flávio Azevedo
Um dos Atos Oficiais do prefeito José Luiz Antunes (PP) publicados no jornal A Tribuna dessa quarta-feira (13/02) é a exoneração, a pedido, da secretária municipal de Saúde, Rita de Cássia (PP). A partir de agora ela vai se dedicar unicamente ao cargo de vice-prefeita. 

Ainda não se sabe quem vai assumir a Saúde, um dos setores de gerenciamento mais complexos da máquina administrativa. Identificada com a área da Saúde desde os mandatos de vereadora (12 anos), a ex-secretária assumiu a pasta sob muita expectativa, mas naufragou como gestora da Saúde.

Na última semana, no Programa Flávio Azevedo, num dos meus comentários sobre os problemas da Saúde no município de Rio Bonito, eu disse que entregar o cargo seria a atitude mais inteligente da vice-prefeita. Na oportunidade acrescentei que sua carreira política e suas perspectivas dependeriam dessa decisão.

Parece que a vice-prefeita também entendeu dessa forma e pediu para sair. Agora é esperar o que vem por aí.

Perdemos o jornalista Ricardo Boechat

Flávio Azevedo
Recebi com tristeza e incredulidade a notícia da morte de Ricardo Boeachat, uma figura em quem eu me inspirava para exercer minha profissão. Sem Boechat no matutino "Café Com Jornal" da Radio Band News FM as minhas manhãs ficarão vazias. Que descanse em paz! 

O helicóptero que ele viajava de Campinas para o Morumbi, em São Paulo; caiu nessa segunda-feira (11/02), por volta das 12h, em cima de um caminhão no Rodoanel, matando instantaneamente Boechat e o piloto.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Saúde – A Enfermagem também comete falhas grotescas

Flávio Azevedo
Nessa segunda-feira (11/02), o jornalismo brasileiro perdeu uma das suas maiores referências: Ricardo Boechat. Eu confesso: sou fã do Boechat. Uma das caraterísticas desse profissional de Comunicação era dar voz as pessoas. Era falar exatamente aquilo que você gostaria de dizer. Quando comecei no jornalismo, eu tomei aquela postura como exemplo. 

E nessa tarefa de dar voz a injustiçados e tentar corrigir atos falhos que afetam a vida das pessoas através da minha profissão, eu gostaria de mais uma vez escrever sobre Saúde. Na última semana eu escrevi sobre os “donos das vagas de CTI” nos grandes hospitais do Rio de Janeiro. O texto repercutiu e inúmeras pessoas, inclusive, médicos, me disseram compartilhar da minha indignação.

Hoje, para minha tristeza, eu terei que falar da Enfermagem, minha primeira profissão. Embora eu esteja no jornalismo, eu tenho um enorme carinho pela Enfermagem, pelos amigos que construí nessa profissão e guardo cada experiência dos 15 anos que vivi na área da Saúde.

Na última sexta-feira (08/02), quando terminou o Programa Flávio Azevedo, eu fui procurado na Rádio Jornal 1340 AM – Leste Fluminense, por uma antiga colega de Enfermagem. Ela é funcionária da rede municipal de Rio Bonito e presta serviço para o município há 28 anos. Ela me contou que em meados de 2018, começou se preparar para fazer uma cirurgia. Descobriu um problema de Saúde e começou a bateria de exames pré-operatórios. Um deles foi um Preventivo, colhido na Clínica da Família, no mês de setembro. Um mês depois o exame estava pronto, mas a paciente não conseguiu encontrá-lo.

Começa então uma cruzada na busca pelo resultado do exame Preventivo. Ninguém localizou. Não estava na Clínica da Família, não estava na Secretaria de Saúde... Foi extraviado. Moradora do Parque Indiano, a paciente falou com um, falou com outro, até que uma Enfermeira decidiu comprar o barulho e investigar o paradeiro do resultado do exame. 

Para nossa surpresa, o resultado do Preventivo foi localizado no posto de Saúde do bairro onde ela mora. Ainda não se sabe se foi extravio ou se foi mandado para lá porque a paciente é moradora do bairro. Não há explicações. Seis meses depois, ela já tinha perdido a cirurgia e o resultado do exame foi encontrado no posto Saúde praticamente do lado da sua casa. 

Indignada, ela questionou a enfermeira, responsável pelo posto de Saúde do Parque Indiano, “por que não entregou o Preventivo, uma vez que estava pronto desde outubro de 2018”. A resposta da profissional foi reveladora. Ela teria dito que “o exame foi colhido noutro posto e por isso ela não teria obrigação de correr atrás dessa paciente”. Mas não foi só a perda da cirurgia que causou indignação. Segundo a paciente, nesse posto de Saúde tem uma pasta cheia de resultados de exames. “A enfermeira me disse ter resultados que estão lá há bastante tempo, ninguém busca e eu não vou correr atrás, porque não é minha responsabilidade”, teria dito a enfermeira.

Ao comentar com algumas pessoas que levaria o caso ao jornalista Flávio Azevedo, a paciente disse ter ouvido que não adiantaria qualquer tipo de cobrança, porque a referida enfermeira está no rol dos “protegidos” da secretária de Saúde e dificilmente alguém vai mexer com ela.

Voltando ao que aprendi com o agora saudoso, Ricardo Boechat; eu não sei se esse texto vai ajudar a resolver essa questão. Sinceramente, eu não sei se os extravios de resultados de exames irão acabar ou se a enfermeira vai tomar uma bronca. Mas o meu papel de mostrar fatos que precisam ser corrigidos e minha atribuição de narrar acontecimentos que envolvem a depauperada Saúde Pública brasileira eu não posso deixar de cumprir.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

As tragédias acabam esquecidas pelas pessoas de coração bom

Flávio Azevedo
Tragédia no Ninho do Urubu tirou a vida de 10 atletas das categorias de base do Flamengo.
Em 2013, um incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, deixou 242 pessoas mortas e quase 700 feridas. O principal motivador para o fogo se alastrar tão rapidamente foi o revestimento usado na boate. O material é altamente inflamável e chamado de POLIURETANO, uma mistura de produtos químicos que após aplicação se transforma numa espuma rígida que impede a passagem de ruídos e calor.

Na triste tragédia que tirou a vida de 10 atletas da base do Flamengo – outra vez um incêndio – advinha quem é um dos personagens principais dessa história? Ele mesmo, o POLIURETANO. O produto é um dos componentes na estrutura do contêiner que pegou fogo enquanto os garotos dormiam. Segundo as investigações, a espuma encontrada no local é POLIURETANO. A diretoria do Flamengo admite o emprego do produto no contêiner que servia de dormitório para os jovens atletas.
Na Boate Kiss 242 vítimas fatais por conta do incêndio que ganhou força pela presença do Poliuretano.
Será que, agora, diante de duas tragédias, o governo tomará vergonha e proibirá ou criará rígidos protocolos para o uso do tal POLIURETANO? Está mais do que óbvio que em instalações onde haverá aglomeração de pessoas ou será usada como dormitório, esse produto jamais pode ser usado. A insistência em usar essa porcaria pode significar mais gente morrendo em acidentes futuros.

Na última sexta-feira (08/02), com a boca pura, a procuradora geral da República, Raquel Dodge; ao comentar os recentes e trágicos acontecimentos que atingiram o país falou em “tragédias evitáveis”. Essas pessoas que tem preguiça de falar o que precisa ser dito são irritantes. Gente que ocupa cargos e funções importantes, mas tem medo de abrir a boca porque pode causar melindres.
19 mortos e inúmeras comunidades foram atingidas pela lama na Tragédia de Mariana.
Concluindo, eu não posso deixar de criticar um comportamento clássico e chato do brasileiro nessas ocasiões trágicas. Não são poucos os adeptos da lógica do “primeiro vamos consolar os enlutados e socorrer os atingidos pela tragédia”. Ótimo! Que os sensíveis cuidem dessa tarefa, porque outro conjunto de pessoas precisa apurar os fatos, buscar responsáveis e responsabilidades. 

Quem inventou esse pensamento “altruísta” foram os culpados e responsáveis por tragédias. Mais do que ninguém eles sabem que no dia seguinte a opinião pública vira a página e tragédias como essa dos meninos do Flamengo, das barragens de Brumadinho e Mariana; acabam caindo no esquecimento e dando lugar a outras tragédias, o que permite os responsáveis se safarem das consequências de seus atos.
Em Brumadinho cerca de 350 vidas foram perdidas.
Alguém se lembrava da tragédia de Mariana até acontecer Brumadinho? Então, é disso que estou falando. Passados três anos, os atingidos pela barbeiragem da Vale, em Mariana; não foram indenizados, perderam tudo, e, mídia e sociedade, esqueceram. Ficamos concentrados em outras tragédias ou simplesmente preferimos prestar atenção no que é mais bonito: o envio de galão d’água, colchonete, cesta básica... E depois? Depois ninguém lembra mais daqueles pobres diabos. Jazem no esquecimento. 

Enquanto isso, os responsáveis pela perda de vidas estão flanando como se nada tivesse acontecido na Boate Kiss, em Mariana, em Brumadinho, nas localidades cariocas que sofreram deslizamento de terra e, agora, no Clube de Regatas Flamengo.

Lixão da estrada de Cachoeiras dos Bagres é criticado por moradores

Flávio Azevedo
Entulhos jogados a beira da estrada de Cachoeira dos Bagres.
Fui marcado numa postagem da enfermeira, Vanessa Aguiar; uma das poucas pessoas que tenho visto fazendo seguidas reclamações sobre um assunto antigo que a Prefeitura Municipal de Rio Bonito insiste em fingir não ser com ela: o lixão da estrada de Cachoeira dos Bagres, uma agressão ao Meio Ambiente e às centenas de famílias que moram no perímetro. Na condição de morador de Rio Bonito, o mais irritante é o silêncio cínico e a postura de “não é comigo” que percebemos das autoridades municipais. Tem gente que faz biquinho e fica até de mal por conta das críticas direcionadas a administração municipal.

Já há alguns anos parte da população de Rio Bonito, sem ter onde jogar seus inservíveis (entulho, restos de poda de árvores, móveis velhos e resto de obra); despeja esse material na estrada de Cachoeira dos Bagres, atrás daquele esqueleto de alvenaria que seria a Faculdade Cenecista de Rio Bonito. Eu já fiz várias reportagens e textos sobre o assunto, os moradores já filmaram, fotografaram, postaram, reclamaram nas mídias sociais, mas até agora o município não se pronunciou. A gestão Solange (péssima por sinal) fez cara de paisagem, fingiu não ser com ela; e o atual governo (péssimo também) dança a mesma música da gestão anterior: age com indiferença e sem oferecer nenhuma resposta a esse crime ambiental.
E eu nem vou entrar no mérito de que outras estradas vicinais do município, geralmente trechos com pouca circulação de pessoas e veículos, também estão tomadas de entulho, resto de obra, móveis velhos e toda sorte de lixo. Tudo isso acontece sob o olhar silencioso, conivente e cínico da administração municipal que curiosamente tem muito interesse no assunto descartáveis quando está na pauta o lixo doméstico, serviço que sorve milhões dos cofres municipais. 

O mau comportamento, porém, não é uma característica do poder público. Boa parte da sociedade é desprovida de bom senso, norteia suas ações pelo “dane-se o outro” e usa como máxima o adágio “não é meu parente que se arrebente”. O que essa gente sem educação e bom senso esquece é que o político quando faz coisa feia ele também está representando a sociedade. 
A falta de consciência é tamanha, que os jogadores de lixo ignoram que ali dentro tem dois bairros: o Green Parque e Cachoeira dos Bagres. Moradores dessas localidades e usuários do trecho ficam indignados. Não são poucas as fotos e os vídeos – produzidos por moradores – denunciando a imundice. O poder público, porém, segue inerte e dormente a qualquer apelo.
– Quem faz isso? Os moradores? Não! Pessoas de outros bairros, empresas, caminhões, carros particulares e por aí vai! Estou morando num verdadeiro lixão por desrespeito das pessoas – escreve Vanessa Aguiar, acrescentando que parte dos inservíveis é descartada à noite “e nada acontece”.

A moradora comenta que Rio Bonito é uma cidade linda, cheia de árvores, cachoeira, natureza, “mas vem sendo destruída”. Em resposta a declarações desse porte, a Prefeitura Municipal de Rio Bonito e suas Secretarias afins preferem manter um silêncio culposo, conivente e irresponsável.

No vídeo abaixo mais uma reclamação de morador do Green Parque.