segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Pod Estrada com Roberto Leal na Estrada – Episódio 04

Chegamos ao quarto episódio do “Pod Estrada”, o podcast dos motociclistas e amantes de Rock. Recebemos no episódio dessa segunda-feira (05/10), o locutor e promotor de eventos, Itamar Cavalera. Em pauta um balanço de tudo que ocorreu no evento de 15 anos do Moto Clube Falcão Peregrino, no último sábado (03/10) em São Gonçalo, e a expectativa para os seguintes eventos:

* 5º Encontro Nacional de Motociclistas de Olarias/MG (09 e 11/10);
* 2º Macaé MotoWeek (09 a 12/10);
* 4º Caxambu Moto Fest (16 a 18/10 em Caxambu/MG);
* Encontro de Motociclistas em Casimiro de Abreu/RJ (24/10);
* 7º Aniversário Moto Clube Ponta Negra (31/10 em Maricá).

A comunicação do “Pod Estrada” é de Flávio Azevedo e Roberto Leal na Estrada. Vamos em frente! #flavioazevedo

Campanha “Outubro Rosa” com Juliana Góes

O Programa Flávio Azevedo dessa segunda-feira (05/10) recebe a assessora de casamentos, Juliana Góes. Em pauta temas como promoção de festas, eventos, o papel da mulher na sociedade, autocuidado, entre ouros temas. Vamos em frente! #flavioazevedo

A marca Bolsonaro é uma das mais valorizadas dos últimos anos

As eleições desse domingo (04/10) mostraram que atualmente “Bolsonaro” é uma das marcas mais poderosas do Brasil. A avalanche de nomes eleitos pelo Partido Liberal (PL) simplesmente por abraçar a marca “Bolsonaro”, impressionou até os chamados “bolsonaristas”. O “bolsonarismo” se consolida em 2018, quando um deputado federal pouco conhecido, mas sem papas na língua conseguiu se tornar presidente da República. Jair Messias Bolsonaro acabou se tornando o 38º presidente do Brasil de forma inexplicável.

Políticos de espectros ideológicos divergentes, intelectuais, artistas e, sobretudo, os meus colegas jornalistas, o tempo todo apontavam para o “bolsonarismo” e para o dono da marca “Bolsonaro” como fogo de palha. Além disso, diuturnamente usaram narrativas, informações distorcidas e até mentiras, para desacreditar Jair Messias Bolsonaro. Não deu certo.

Em 2022 Jair Bolsonaro foi derrotado. Perdeu a eleição, mas o “bolsonarismo” venceu, porque conseguiu eleger vários governadores, senadores e deputados Brasil a fora. Quase todos os ministros do governo Bolsonaro que concorreram a algum cargo acabou eleito.

Algum tempo depois de deixar o governo, Bolsonaro foi preso. Um dos maiores líderes políticos da história do Brasil, ele não foi apenas preso. Foi isolado, execrado, silenciado. A família se queixa que a pena imposta ao Jair Bolsonaro dificulta o acesso até dos familiares. Esse desconforto e às sequelas da facada que ele tomou na campanha de 2018 fragilizaram muito sua saúde. O plano dos seus algozes foi lança-lo no ostracismo. Fazê-lo desaparecer. Ser esquecido. Mas os inimigos da franquia “Bolsonaro” se esqueceram de combinar com o povo brasileiro.

Diante de mais uma eleição nacional (2026), o pacato senador, Flávio Bolsonaro; talvez o filho menos falante e carismático do Jair, recebeu do pai a missão de ser o nome do “Bolsonarismo” na corrida presidencial. Novamente, políticos adversários, artistas, intelectuais e a maior parte da imprensa; ridicularizaram a marca Bolsonaro. Nos bastidores palacianos era dito que “vencer o Flávio Bolsonaro seria uma barbada”.

Quando as urnas se abriram às 17h desse domingo (04/10), ao longo da apuração o Brasil acompanhou meio que sem acreditar uma onda “bolsonarista” varrendo o Senado Federal. O “bolsonarismo” impôs dura derrota aos adversários. O tal “filho mais fácil de vencer”, por muito pouco não liquidou a fatura já no primeiro turno. E não parou por aí. A onda “bolsonarista” elegeu governadores em primeiro turno e formou para 2027, uma ampla bancada conservadora no Congresso Nacional.

Você não precisa gostar do Jair, tampouco ser “bolsonarista”. Mas é desonesto não concordar que a marca “Bolsonaro” em cerca de 10 anos acabou se consolidando como uma das mais fortes do país e da América do Sul. Diante dos resultados desse domingo de eleições, mesmo que Flávio Bolsonaro perca o segundo turno no próximo dia 25/10, é nítido que o “bolsonarismo” segue se fortalecendo e ampliando seu alcance.

Vamos em frente! #flavioazevedo

domingo, 4 de outubro de 2026

Governadores eleitos em 2026 e estados que terão 2º turno

Neste domingo (04/10), os 26 estados e o Distrito Federal escolheram seus próximos governadores. Vinte estados escolheram seus representantes já no primeiro turno. Seis estados contarão com segundo, sendo que três deles por muito pouco não fecharam a disputa já no primeiro turno.

Alagoas – João Henrique Caldas (PSDB)
Com 52% dos votos, o ex-prefeito de Maceió (2021-2026) João Henrique Caldas (PSDB) foi eleito governador de Alagoas. Antes de comandar a capital, foi deputado estadual e deputado federal.

Amapá – Drº Furlan (PSD)
Com 62% dos votos, o ex-prefeito de Macapá foi eleito governador do Amapá. Ele renunciou à prefeitura em março de 2026, um dia depois de ser afastado do cargo em uma investigação sobre suspeitas de fraude em licitação nas obras de um hospital. Ele nega irregularidades. O TRE-AP aprovou o registro de sua candidatura, mas a decisão foi contestada no TSE. Em 24 de setembro, o relator, ministro Dias Toffoli, votou pelo indeferimento do registro. Um pedido de vista do ministro André Mendonça suspendeu o julgamento.

Bahia – Jerônimo Rodrigues (PT)
Governador da Bahia desde 2023 foi reeleito com 55% dos votos. Antes de ser governador, foi secretário estadual de Desenvolvimento Rural e de Educação nos governos de Rui Costa (PT).

Ceará – Elmano de Freitas (PT)
Governador do Ceará desde 2023 foi reeleito com 52,8% dos votos. Antes de ser governador, foi deputado estadual por dois mandatos e secretário municipal da Educação de Fortaleza.

Goiás – Daniel Vilela (MDB)
Governador de Goiás desde março de 2026, após a saída de Ronaldo Caiado (PSD), Vilela foi eleito com quase 59% dos votos. Já havia disputado o governo de Goiás em 2018. Antes, foi vice-governador, deputado federal, deputado estadual e vereador de Goiânia. É filho de Maguito Vilela, ex-governador e ex-senador por Goiás.

Maranhão – Eduardo Braide (PSD)
Ex-prefeito de São Luís foi eleito governador com 54% dos votos. Foi deputado estadual por dois mandatos e deputado federal. Deixou a prefeitura em março de 2026 para disputar o governo do Maranhão.

Mato Grosso – Otaviano Pivetta (Republicanos)
Pivetta é governador de Mato Grosso desde março de 2026, após a renúncia de Mauro Mendes (União Brasil), de quem foi vice. Antes, foi prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos e deputado estadual. Foi reeleito com mais de 60% dos votos

Mato Grosso do Sul (MS) – Eduardo Riedel (PP)
Governador de Mato Grosso do Sul desde 2023, Riedel foi reeleito com mais de 67% dos votos. Antes de ser governador, ele foi secretário estadual de Governo e Gestão Estratégica e, depois, de Infraestrutura no governo Reinaldo Azambuja. Foi eleito governador em 2022, em sua primeira disputa por um cargo eletivo.

Minas Gerais – Cleitinho Azevedo (Republicanos)
Senador por Minas Gerais desde 2023 foi eleito com 55% dos votos.. Antes, foi deputado estadual e vereador de Divinópolis. É irmão de Gleidson Azevedo, prefeito de Divinópolis, e de Eduardo Azevedo, deputado estadual.

Pará – Dr Daniel (Podemos)
Com 51% dos votos, o ex-prefeito de Ananindeua, cidade da Grande Belém, foi eleito governador do Pará. Antes de ser prefeito, foi vereador, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Pará.

Paraná – Sérgio Moro (PL)
Senador pelo Paraná desde 2023, o ex-juiz federal foi eleito governador com 50,1% dos votos. Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Jair Bolsonaro. Como juiz, foi responsável em primeira instância pelos processos da Operação Lava Jato em Curitiba e deixou a magistratura em 2018 para integrar o governo Bolsonaro.

Paraíba (PB) – Lucas Ribeiro (PP)
O atual governador foi reeleito governador na Paraíba. Ribeiro foi eleito vice-governador em 2022 e assumiu o governo em abril de 2026, com a renúncia de João Azevêdo (PSB). Antes, foi vereador de Campina Grande, principal cidade do interior paraibano, entre 2017 e 2020, e vice-prefeito, entre 2021 e 2022. É filho da senadora Daniella Ribeiro (PP) e neto de Enivaldo Ribeiro, ex-prefeito de Campina Grande.

Pernambuco – Raquel Lyra (PSD)
Governadora de Pernambuco desde 2023 foi reeleita com 53% dos votos. Foi a primeira mulher eleita governadora de Pernambuco - e agora a primeira reeleita. Antes, foi prefeita de Caruaru por dois mandatos e deputada estadual por dois mandatos.

Piauí – Rafael Fonteles (PT)
Governador do Piauí desde 2023, Fonteles foi reeleito com mais de 70% dos votos. Antes de ser governador, foi secretário estadual da Fazenda entre 2015 e 2022. É filho do ex-deputado federal Nazareno Fonteles (PT).

Rio Grande do Sul – Zucco (PL)
Luciano Zucco (PL) foi eleito governador do Rio Grande do Sul com quase 58% dos votos. Deputado federal pelo Rio Grande do Sul desde 2023 e ex-deputado estadual, cargo que exerceu entre 2019 e 2023. Tenente-coronel da reserva do Exército, ele deixou a carreira militar em 2019 e foi líder da oposição na Câmara dos Deputados em 2025.

Rondônia (RO) – Marcos Rogério (PL)
Senador por Rondônia desde 2019 e ex-deputado federal por dois mandatos, Marcos Rogério (PL) é o novo governador de Rondônia. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, foi vereador de Ji-Paraná. Trabalhou como radialista e jornalista antes de entrar na política.

Roraima (RR) – Arthur Henrique (PL)
Ex-prefeito de Boa Vista eleito em 2020 e reeleito em 2024, Arthur Henrique é o governador de Roraima. Renunciou à prefeitura da capital do Estado em abril de 2026. Foi o mais votado na eleição suplementar para governador, em junho, mas não foi proclamado eleito porque seu registro havia sido indeferido pelo TRE-RR (Tribunal Regional Eleitoral de Roraima), e os votos ficaram sob análise judicial.

Santa Catarina – Jorginho Mello (PL)
Governador de Santa Catarina desde 2023, Jorginho foi reeleito com mais de 68% dos votos. Foi senador de 2019 a 2022. Antes, foi deputado federal por dois mandatos e deputado estadual por quatro mandatos, tendo presidido a Assembleia Legislativa. Também foi vereador de Herval d'Oeste no início da carreira política.

São Paulo – Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Governador de São Paulo desde 2023 foi reeleito com quase 63% dos votos. Foi ministro da Infraestrutura do governo Jair Bolsonaro entre 2019 e 2022. Antes, foi diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e secretário do Programa de Parcerias de Investimentos no governo Michel Temer.

Sergipe – Fábio Mitidieri (PSD)
Governador de Sergipe desde 2023 foi reeleito com quase 60% dos votos. Foi deputado federal por dois mandatos. Antes, foi vereador de Aracaju, secretário municipal de Esporte e Lazer e secretário estadual do Trabalho. É filho de Luiz Mitidieri, ex-deputado estadual por Sergipe.

Estados em disputas de segundo turno
Acre – Mailza Assis (PP) x Alan Rick (Republicanos)
Com 49% dos votos, Mailza Assis (PP) vai para o segundo turno na frente. Ela é a atual governadora do Acre, assumindo com a saída de Gladson Cameli (PP). Foi senadora entre 2019 e 2023. Já Alan Rick (Republicanos) foi deputado federal por dois mandatos e é senador pelo Acre desde 2023.

Amazonas – Omar Aziz (PSD) x Professora Maria do Carmo (PL)
Omar Aziz, senador pelo Amazonas desde 2015, vai tentar ser governador novamente. Ele governou o Estado entre 2010 e 2014. Teve 40% dos votos.

A professora Maria do Carmo é empresária e reitora da Fametro, universidade privada importante do Amazonas. Nunca exerceu cargo eletivo, mas já concorreu como suplente ao Senado e como vice-prefeita da cidade de Manaus em 2024.

Distrito Federal – Celina Leão (PP) x Leandro Grass (PT)
Governadora do Distrito Federal desde março de 2026 – assumiu definitivamente o cargo após a renúncia de Ibaneis Rocha (MDB) –, Celina Leão terminou com 49% dos votos. Ela vai enfrentar Leandro Grasse (PT), ex-deputado distrital e ex-presidente do Iphan.

Espírito Santo – Lorenzo Pazolini (Republicanos) x Ricardo Ferraço (MDB)
Ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini teve 49,6% dos votos no primeiro turno. Em segundo lugar, veio Ricardo Ferraço, com 34% dos votos. Ferraço é o atual governador do Espírito Santo desde abril de 2026, quando sucedeu Renato Casagrande (PSB).

Rio de Janeiro – Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD)
Douglas Ruas, deputado estadual em primeiro mandato e presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) desde 2026, teve mais de 49% dos votos. Policial civil de carreira, é filho de Capitão Nelson (PL), prefeito de São Gonçalo.

Ele enfrenta Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito do Rio de Janeiro, eleito quatro vezes para o cargo.

Rio Grande do Norte – Allyson Bezerra (União) x Cadu de Lula (PT)
O primeiro turno no RN teve Allyson Bezerra e Cadu de Lula com 36% dos votos, com Allyson um pouco à frente.

Allyson é ex-prefeito de Mossoró, eleito em 2020 e reeleito em 2024. Antes, foi deputado estadual por um mandato. Cadu é ex-secretário da Fazenda do Rio Grande do Norte e auditor fiscal do Estado desde 2005. Antes de comandar a Fazenda, foi secretário estadual de Tributação.

Tocantins – Professora Dorinha (União) x Vicentinho Júnior (PSDB)
Professora Dorinha (União), senadora pelo Tocantins desde 2023, aparecia na frente no primeiro turno, com 45% dos votos. Vicentinho Júnior, deputado federal pelo Tocantins desde 2015, tem 43%.

Fonte: BBC

Conhecendo os 54 senadores eleitos nesse domingo de eleições 2026

Neste domingo (04/10), os eleitores do país escolheram 54 senadores. Eles terão mandato de oito anos, entre 1º de fevereiro de 2027 e 31 de janeiro de 2035. O que se viu foi uma onda da direita conservadora, que varreu as cadeiras elegendo 19 senadores pelo Partido Liberal (PL). A sigla, que já era a maior bancada do Senado com 16 cadeiras, irá ampliar o domínio para 28 senadores a partir do próximo ano.

O resultado coloca o PL na história da política brasileira como a maior bancada já eleita por um partido. Oito parlamentares do PL foram eleitos nas eleições de 2022 e têm mandatos até 2030. Assim, o PL terá 34% das cadeiras do Senado, que é composto por 81 parlamentares. O partido ainda tem o reforço do Novo, que elegeu Marcel Van Hattem no Rio Grande do Sul e Lahesio Bonfim no Maranhão, além do ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol; que foi o mais votado ao lado do aliado Filipe Barros (PL/PR) na aliança da direita paranaense. A candidatura de Dallagnol ainda deve ser julgada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sob a liderança do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a articulação da direita para ampliação da força política no Senado deve incluir aliados de partidos da centro-direita como o Progressistas, que elegeu o ex-secretário de Segurança Público do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), o deputado federal Guilherme Derrite (PP/SP). O candidato formou a chapa vencedora ao Senado paulista com André do Prado (PL/SP).

O apoio de nomes de siglas do centro será importante para que o PL possa eleger o novo presidente do Senado em fevereiro. O candidato contra a reeleição de Davi Alcolumbre (União/AP) será o coordenador da campanha presidencial de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL/RN). A presidência da Casa Alta é considerada fundamental para pautar a votação das pautas conservadoras e para a abertura do processo de impeachment contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

A aprovação dos nomes indicados à Corte pelo presidente da República e a cassação dos mandatos dos magistrados são prerrogativas do Senado.

Vamos aos novos senadores com os estados em ordem alfabética:
Acre
: Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos);
Alagoas: Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB);
Amapá: Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD);
Amazonas: Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB);
Bahia: Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT);
Ceará: Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede);
Distrito Federal: Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL);
Espírito Santo: Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos);
Goiás: Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União);
Maranhão: André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo);
Mato Grosso: Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL);
Mato Grosso do Sul: Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL);
Minas Gerais: Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT);
Pará: Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União);
Paraíba: João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB);
Paraná: Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo);
Pernambuco: Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT);
Piauí: Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD);
Rio de Janeiro: Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL);
Rio Grande do Norte: Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT);
Rio Grande do Sul: Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo);
Rondônia: Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL);
Roraima: Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB);
Santa Catarina: Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL);
São Paulo: Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL);
Sergipe: Rogério Carvalho (PT) e Alessandro Vieira (MDB);
Tocantins: Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB).

Divisão de senadores por partido:

PL: 28 (19 eleitos)
PT: 09 (06 eleitos)
MDB: 08 (07 eleitos)
PP: 06 (03 eleitos)
REPUBLICANOS: 06 (02 eleitos)
PSD: 05 (02 eleitos)
UNIÃO: 05 (04 eleitos)
PSB: 04 (03 eleitos)
NOVO: 03 (03 eleitos)
PODEMOS: 02 (02 eleitos)
PSDB: 02 (02 eleitos)
PDT: 01 (01 eleito)
REDE: 01 (eleito)
SEM PARTIDO: 01

Deputados Estaduais Eleitos do Rio de Janeiro 2026

1º Índia Armelau PL 2,82% 248.504 votos

2º Márcio Canella UNIÃO 2,24% 197.178 votos

3º Renata Souza PSOL 2,01% 176.871 votos

4º Dani Balbi PCDOB 1,92% 169.474 votos

5º Guilherme Delaroli PL 1,89% 166.374 votos

6º Rosenverg Reis MDB 1,59% 139.866 votos

7º Elika Takimoto PT 1,53% 135.271 votos

8º Anderson Moraes PL 1,47% 129.325 votos

9º Costenaro NOVO 1,38% 121.780 votos

10º Dra. Gabriela PL 1,09% 96.267 votos

11º Flavio Serafini PSOL 1,08% 95.666 votos

12º Felipinho Ravis PP 1,06% 93.606 votos

13º Alan Lopes PL 1,06% 93.396 votos

14º João Pires PSD 1,02% 90.195 votos

15º Verônica Lima PT 0,97% 85.421 votos

16º Alexandre Isquierdo Malafaia PL 0,95% 83.461 votos

17º Fernanda Neves PDT 0,94% 83.326 votos

18º Rafael Nobre UNIÃO 0,87% 76.706 votos

19º Jair Bittencourt PL 0,84% 73.722 votos

20º Léo Vieira Filho PSDB 0,83% 72.939 votos 

21º André Ceciliano PT 0,80% 70.628 votos

22º Nelsinho Ruas PL 0,80% 70.552 votos

23º Bruno Dauaire UNIÃO 0,78% 69.119 votos

24º Marina do MST PT 0,75% 66.167 votos

25º Rodrigo Medeiros PL 0,74% 65.530 votos

26º André Correa PSD 0,74% 65.188 votos

27º Carlinhos BNH PP 0,70% 61.724 votos

28º Felipe Pampolha PP 0,70% 61.589 votos

29º Jorge Felippe Neto PL 0,66% 58.508 votos

30º Delegado Carlos Augusto PL 0,66% 58.142 votos

31º Marcelo Dino PL 0,66% 57.982 votos

32º Librelon REPUBLICANOS 0,65% 57.409 votos

33º Dr. Pedro Ricardo PL 0,65% 57.354 votos

34º Delegado Bernardo Leal PP 0,65% 57.254 votos

35º Claudio Caiado PSD 0,65% 56.936 votos

36º Gustavo Tutuca PP 0,64% 56.334 votos

37º Renato Miranda PL 0,64% 56.329 votos

38º Dani Monteiro PSOL 0,63% 55.227 votos

39º Guilherme Schleder PSD 0,62% 54.760 votos

40º Munir Neto SOLIDARIEDADE 0,60% 52.808 votos

41º Julio Rocha AGIR 0,59% 51.609 votos

42º Allyson Elias PT 0,58% 51.145 votos

43º Márcio Gualberto PL 0,58% 50.804 votos

44º Chico Machado PL 0,57% 50.664 votos

45º Vinícius Cozzolino PSD 0,56% 49.353 votos

46º Leandro REPUBLICANOS 0,56% 49.013 votos

47º Tia Ju REPUBLICANOS 0,54% 47.302 votos

48º Coronel Menezes PL 0,53% 46.700 votos

49º Rafael Picciani UNIÃO 0,53% 46.686 votos

50º Giovani Ratinho MDB 0,53% 46.380 votos

51º Luciana Boiteux PSOL 0,51% 44.928 votos

52º Leonel de Esquerda PT 0,51% 44.597 votos

53º Giselle Monteiro PL 0,51% 44.532 votos

54º Luiz Paulo PSD 0,50% 43.720 votos

55º Serginho PDT 0,50% 43.664 votos

56º Ana Paula Mendes PSD 0,49% 43.356 votos

57º Yuri Moura PSOL 0,49% 43.336 votos

58º Zeidan PT 0,49% 43.115 votos

59º Poubel Filho PL 0,49% 42.871 votos

60º Daniel Marques PL 0,49% 42.768 votos

61º Adilson Pires PT 0,48% 42.467 votos

62º Felipe Tropa PL 0,47% 41.293 votos

63º Carla Machado PSD 0,44% 39.208 votos

64º Vantoil Martins PSB 0,44% 39.179 votos

65º Soldado Tobias PRD 0,43% 37.969 votos

66º Joyce Trindade PSD 0,42% 37.088 votos

67º Arthur Monteiro SOLIDARIEDADE 0,41% 35.844 votos

68º Jari PSB 0,39% 34.199 votos

69º Raone Ferreira PT 0,32% 28.377 votos

70º Carlos Russo DC 0,31% 27.447 votos


Deputados Federais Eleitos do Rio de Janeiro em 2026

1º Dr. Luizinho PP 2,41% 213.904 votos

2º Rick Azevedo PSOL 2,16% 191.371 votos

3º Lindbergh PT 2,05% 181.768 votos

4º Luciano Vieira PSDB 2,01% 177.887 votos

5º Altineu Cortes PL 1,98% 175.161 votos

6º Freixo PT 1,95% 172.969 votos

7º Sóstenes Cavalcante PL 1,92% 170.290 votos

8º Rueda UNIÃO 1,76% 155.836 votos 

9º Anielle Franco PT 1,69% 149.726 votos

10º General Pazuello PL 1,65% 146.148 votos

11º Gutemberg Reis MDB 1,65% 145.876 votos

12º Soraya Santos PL 1,60% 141.443 votos

13º Aureo Ribeiro SOLIDARIEDADE 1,52% 134.557 votos

14º Delegado Felipe Curi PP 1,51% 133.626 votos

15º Talíria Petrone PSOL 1,38% 122.500 votos

16º Manoela Peres PL 1,33% 117.648 votos

17º Dani Cunha PL 1,32% 116.984 votos

18º Daniel Soranz PSD 1,22% 107.849 votos

19º Julia de Castro PL 1,17% 103.880 votos

20º Elias Jabbour PCdoB 1,17% 103.219 votos

21º Diogo Balieiro Diniz PL 1,15% 102.026 votos

22º Renan Ferreirinha PSD 1,06% 93.504 votos

23º Rafael Satiê PL 1,03% 91.074 votos

24º Glauber Braga PSOL 0,97% 86.314 votos

25º Renato Cozzolino PP 0,95% 84.516 votos

26º Fabiano Horta PT 0,94% 82.902 votos

27º Chris Tonietto PL 0,93% 81.966 votos

28º Poubel PL 0,93% 81.960 votos

29º Wladimir Garotinho PL 0,92% 81.797 votos

30º Douglas Gomes PL 0,91% 80.310 votos

31º Luiz Lima NOVO 0,89% 79.249 votos

32º Pastor Henrique Vieira PSOL 0,88% 77.584 votos

33º Márcio Rezende PSD 0,85% 75.148 votos

34º Jandira Feghali PCdoB 0,84% 74.409 votos

35º Leniel Borel PP 0,82% 72.658 votos

36º Luis Carlos Gomes REPUBLICANOS 0,79% 70.331 votos

37º Marcos Tavares PDT 0,78% 69.438 votos

38º Diego Quaqua PT 0,78% 68.798 votos

39º Marcio Ribeiro PSD 0,77% 67.989 votos

40º Thiago Gagliasso PL 0,76% 67.700 votos

41º Nísia Trindade PT 0,76% 67.350 votos

42º Jorge Miranda PL 0,76% 67.298 votos

43º Juninho do Pneu PSDB 0,73% 64.440 votos

44º Marcelo Queiroz PSDB 0,66% 58.739 votos

45º Bebeto PP 0,60% 52.761 votos

46º Talita Galhardo PSDB 0,53% 46.780 votos


Imbróglio na contagem de votos no RJ pode confirmar Douglas Ruas eleito no 1º Turno

Douglas Ruas PL 49,27% 4.271.199 votos
Eduardo Paes PSD 42,76% 3.706.984 votos

Garotinho REPUBLICANOS 3,17% 274.411 votos
William Siri PSOL 2,71% 235.347 votos
Coronel Busnello 14 MISSÃO 0,98% 84.889 votos
André Marinho NOVO 0,52% 45.359 votos
Juliete UP 0,39% 33.430 votos
Cyro Garcia PSTU 0,17% 14.642 votos
Luan Monteiro PCO 0,03% 2.777 votos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesse domingo (04/10) de eleições, que o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL); e o ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD); disputarão o 2º turno da eleição para o governo do estado do Rio de Janeiro.

O resultado, no entanto, ainda será ratificado pelo próprio TSE. Se o colegiado decidir por invalidar os votos de Garotinho, muda o percentual de votos válidos e Douglas Ruas vence no 1º turno. Em seu pronunciamento, também na noite desse domingo, falando a respeito da disputa eleitoral, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE/RJ), desembargador, Claudio de Mello Tavares; explicou que “a palavra final sobre Garotinho é do TSE”.

É a Justiça Eleitoral embolando o processo eleitoral e irritando o eleitor com sua peculiar lentidão, para muitos uma estratégica imposição de dificuldade para vender facilidade.

Outro fator que merece registro é a arrancada do deputado, Douglas Ruas. Nas últimas semanas ele apresentou desempenho que nitidamente não foi percebido pelas pesquisas. Elas sempre apontavam o ex-prefeito, Eduardo Paes; como “favorito”, em alguns momentos, sobretudo no início da disputa, apontado o ex-prefeito como vitorioso já no primeiro turno.

Extremamente popular na cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes parece não ter convencido o eleitor interiorano, em sua maioria de perfil conservador e disposto a votar sempre em direção oposta ao PT e ao presidente Lula. Analistas e especialistas ignoraram esse fato, que não é novo, porque já aconteceu em 2018, 2022 e se repetiu nessas eleições.

Imbróglio desagradável e irritante

O TSE incluiu Garotinho na totalização: os nove candidatos somaram 8,66 milhões de votos. Desse montante, Douglas Ruas levou 4,26 milhões, quase a metade. Se o tribunal indeferir a candidatura de Garotinho, seus 274 mil votos serão excluídos do total válido, que cairá de 8,66 milhões para 8,39 milhões.

Nesse universo, os 4,26 milhões de Ruas passam a equivaler 50,89% do total válido, o suficiente para definir o pleito já no 1º turno.

Garotinho chegou ao dia da eleição com o registro de candidatura indeferido, mas com recurso pendente de julgamento. Por isso, os votos recebidos por ele aparecem como anulados sub judice.

A regra está prevista no Artigo 18 da Resolução 23.677/2021 do TSE. Ela estabelece que votos dados a uma chapa cujo registro esteja indeferido, cancelado ou não conhecido, mas cuja decisão ainda seja objeto de recurso, sejam computados dessa forma. É o tipo de situação normalíssima para o mundo jurídico, mas enxergado pela sociedade como “mutreta” para favorecer alguém.

Vamos em frente! #flavioazevedo

Resultado da Eleição para o Senado Federal pelo Rio de Janeiro 2026

Carlos Portinho PL ELEITO 26,77% 4.264.932 votos
Carlos Jordy PL ELEITO 24,56% 3.912.405 votos

Benedita Da Silva PT 20,22% 3.220.765 votos
Pedro Paulo PSD 11,95% 1.904.352 votos
Monica Benicio PSOL 9,66% 1.538.444 votos
Marcelo Crivella REPUBLICANOS 3,39% 539.598 votos
Marcos Dias PODEMOS 1,22% 194.605 votos
Helio Secco MISSÃO 0,82% 131.065 votos
Waguinho REPUBLICANOS 0,73% 116.453 votos
Michelly Xavier UP 0,20% 31.492 votos
Paula Falcão PSTU 0,17% 27.631 votos
Luciano Mattos PRTB 0,15% 23.911 votos
Ó Clemente DEMOCRATA 0,06% 9.176 votos
Vinicius Benevides UP 0,06% 8.828 votos
Luiz Eugenio PCO 0,04% 5.825 votos

Contrariando o que apontavam as pesquisas, o senador, Carlos Portinho e o deputado federal, Carlos Jordy; ambos do PL, foram eleitos para representar o Rio de Janeiro no Senado Federal, a partir de 2027. A dupla foi eleita a partir da onda do espectro político à direita que dominou as eleições proporcionais desse domingo (04/10). Portinho e Jordy se juntam a Romário na representação do território Fluminense.

O PL amplia consideravelmente a sua presença no Senado. Nesse domingo, o partido elegeu 19 senadores, que se juntarão aos 09 já existentes na Casa, formando uma bancada de 28 senadores da sigla. A nova formação do Senado Federal abre importantes precedentes no tocante e aprovar o nome de indicados ao Supremo Tribunal Federal (STF) e, sobretudo, pautar o impeachment de ministros do STF.

Conhecendo Carlos Portinho

Senador desde o final de 2020, Carlos Portinho assumiu a vaga de Arolde de Oliveira (PSD), que faleceu em outubro daquele ano após complicações causadas pela covid-19. Como suplente, Portinho também integrava o PSD, mas migrou para o PL em dezembro de 2020 e hoje compõe a liderança do partido no Senado.

Portinho já exerceu outros cargos públicos: esteve na Secretaria Estadual do Ambiente na gestão do ex-governador Luiz Fernando Pezão em 2014 e 2015; foi secretário municipal de Habitação em 2015, na prefeitura de Eduardo Paes; e em 2017, subsecretário da mesma pasta no mandato de Marcelo Crivella.

Portinho também é advogado especializado em direito esportivo e foi vice-presidente jurídico do Flamengo em 2002, além de ter atuado na defesa de outros clubes como Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Atlético-MG e São Paulo.

Conhecendo Carlos Jordy

Ex-vereador de Niterói, sua cidade natal, Jordy deixou em 2018 o cargo que conquistou em 2016 para se tornar deputado federal. Foi reeleito em 2022 e, com a vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) na disputa presidencial, tornou-se líder da oposição na Câmara dos Deputados.

Em 2024, o deputado interrompeu a agenda legislativa para tentar a prefeitura de Niterói, disputa que perdeu no segundo turno para Rodrigo Neves, do PDT.

O recém-eleito senador é formado em Turismo e especializado em gestão pública municipal.

Antes de chegar aos cargos políticos, trabalhou tanto na esfera privada quanto na pública. Além das passagens por funções administrativas municipais, foi escrivão da Polícia Federal e analista na área de licitações e contratos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários.

Vamos em frente! #flavioazevedo

Flávio Bolsonaro e Lula disputam 2º Turno na corrida presidencial

Ao contrário do que apontavam as pesquisas, o senador, Flávio Bolsonaro (PL); liderou a votação no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A votação em segundo turno entre os dois candidatos ocorre no dia 25 de outubro.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda não totalizou a apuração, mas com 99,9% das urnas apuradas, Flávio soma 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula soma 45,16%. No fim do dia ambos se pronunciaram. O senador disse estar “feliz com os quase 56 milhões de brasileiros". O presidente Lula disse esperar vencer no 1º turno e fez declarações já convocando a militância e os eleitores que se abstiveram de votar nesse primeiro turno.

Vamos em frente! #flavioazevedo