Tarde dessa quarta-feira (22/04), eu tive a oportunidade de atuar mais uma vez na gratificante função de conselheiro municipal de Turismo e entusiasta do segmento turístico de Rio Bonito/RJ. Junto dos bravíssimos, Carlos Figueiredo e Vinícius Silva, que integram a direção do Hotel Fazenda Colinas, visitamos as cachoeiras do Encanto da Serra Eco Parque, em Lavras.
Localizado em Nova Cidade, no 2º Distrito, o Hotel Fazenda Colinas é um dos importantes receptivos do município. Os comandantes do espaço planejam produto novo para seus hospedes. A ideia é oferecer passeios a pontos turísticos de Rio Bonito e visitas aos nossos atrativos.
Os circuitos já estão criados bastando apenas serem transformados em produtos pelos empreendedores do segmento. Vale acrescentar que além do Eco Parque, atrativo do roteiro “Lavras”; ainda temos a rota “Centro” e as rotas, “Catimbau/Tomascar” e “Basílio/Braçanã”.
É sempre importante ressaltar que o desenvolvimento do Turismo é iniciativa do setor privado. O poder público muito ajuda quando não atrapalha e manda ainda melhor quando mantem as estradas transitáveis, cuida da sinalização turística e desenvolve campanhas que prospectam o território, os seus atrativos e receptivos.
Em todo Brasil, o discurso dos prefeitos das cidades de menor porte é a dificuldade imposta pela arrecadação. A esses eu gostaria de ressaltar o Turismo como opção. Esse segmento impacta de modo significativo a Economia, porque movimenta até 52 atividades, impulsiona a cadeia produtiva, gera empregos diretos e indiretos e encoraja o Empreendedorismo.
Eu também integro a direção do adormecido Rio Bonito Convention & Visitors Bureau, associação turística local. Logo, é uma das minhas funções aproximar atores do trade turístico e prospectar o Turismo local. Nenhuma cidade que, hoje, tem o Turismo consolidado começou recebendo milhares de turistas repentinamente. Todas têm trajetória de pelo menos 30 ou 50 anos de construção do seu setor turístico.
Em Rio Bonito, o Turismo enxergado pelas lentes do negócio e do empreendedorismo é coisa muito recente: cerca de seis anos. Ou seja, há muito que semear, cultivar, conversar, debater, se frustrar, convencer. Só não podemos desistir. Como diz minha mãezinha: sigamos “de vagar e sempre”. Vamos em frente! #flavioazevedo





