terça-feira, 3 de novembro de 2026

Se tem floresta tem água...

Se a floresta está preservada tem água! Se há devastação o resultado é secura! Todavia, a mentalidade motosserra não entende isso! Governos têm suas responsabilidades nos episódios de desmatamento. A sociedade, porém, tem maior responsabilidade. Provamos isso quando uma alma possuída pelo ‘espírito motosserra’ aparece nas publicações a respeito do tema para debochar. É o fim da picada! Vamos em frente! #flavioazevedo

Ativismo no i-Phone é mole

Ser ativista ambiental de i-Phone é mole! Demonstrar preocupação com a Amazônia, com o Pantanal etc. é lindo! Produzir discursinho preservacionista no conforto do quartinho climatizado é uma beleza. Ficar chateado com a poda das árvores da pracinha é um ato de coragem! Lutar pelo verde sentado em frente ao computador é bom d+! Lacrar é sempre muito fácil. Dá um tremendo engajamento!

Eu quero ver consciência ambiental para visitar áreas degradas do seu município, do seu território! Não precisa muito coisa! Tênis velho no pé, meia dúzia de mariolas no bolso e disposição... Ah, essa tal disposição...! Que elemento difícil de exercitar longe da Coca Cola gelada, do i-Phone 18 e do quarto geladinho!
Discursinho ambiental é fácil fazer e defender! Eu quero ver ir ao lugar degradado e participar desinteressadamente do processo de cobrança de quem no lugar da ação demonstra apenas inércia, falatório, publicidade fajuta e lacração!

A destruição que registrei nesse Dia de Finados não foi na Amazônia das girafas metafóricas defendida pelos ativistas internacionais, tampouco nas áreas de povos originários com indígenas portando i-Phone e dirigindo Hilux. O registro foi feito em Rio Bonito/RJ, na cordilheira de montanhas da nossa Serra do Sambê, no sertão de Braçanã. Acorda Alice! Vamos em frente! #flavioazevedo

Programa Flávio Azevedo lança Campanha “Novembro Azul” com Coordenação de Saúde do Homem

O Programa Flávio Azevedo dessa terça-feira (03/11) recebe o coordenador do programa de Saúde do Homem de Rio Bonito, Bonifácio Silvano; para o lançamento, no programa, da campanha “Novembro Azul”. Ele participa acompanhado de Cláudia Márcia, integrante do programa Saúde do Homem; Audecir Oliveira, paciente do programa Saúde do Homem; e Luciana Ribeiro, gerente do Ambulatório Municipal Loyola. Vamos em frente! #flavioazevedo


A 'finada' floresta do sertão de Braçanã, em Rio Bonito/RJ

Minha “Caminhada de Finados”, nessa segunda-feira (02/11), me levou ao Cemitério da Serra do Sambê, localizado no sertão de Braçanã. O local abriga a “finada floresta” e os sepulcros estão por toda parte, os fornos, onde são queimados os troncos que se tornam carvão. O cemitério de gente de Braçanã está desativado, mas o cemitério de floresta e vida está em plena atividade e expansão.

A água que era produzida nessas montanhas, hoje, um grande cemitério, é vital para o abastecimento hídrico de Rio Bonito e Tanguá. Aliás, o verão está chegando e com ele também chegará a tradicional falta d’água que todo ano incomoda o tanguaense. Quando a barragem do Salto D’Água de Braçanã, onde acontece a captação que abastece Tanguá, não tem água suficiente para atender a população, saiba que o assassinato da floresta dos sertões de Braçanã é a principal razão da falta d’água.

O desmatamento no sertão de Braçanã é resultado de pelo menos 50 anos de destruição. Os anos vão passando e o cemitério segue sendo ampliado, porque o desmatamento só aumenta. No local é possível encontrar um gado emagrecido, com costelas a mostra, porque além do exercício que fazem subindo e descendo montanha em busca de alimento – alguns trechos com inclinação de 70, 75 graus –, não existe quantidade suficiente de capim para alimentar.
Destruição em massa de indivíduos arbóreos no sertão de Braçanã. Essa ação é recente.
Também é possível encontrar falecidas cachoeiras – as pedras estão lá. Algumas vertentes são resilientes e um veio de água passa por entre as rochas que outrora eram cobertas pelas águas. As cachoeiras da parte mais baixa de Braçanã, que antigamente cobriam os banhistas – eu me lembro desse tempo – perderam 70% da capacidade hídrica. As águas estão desaparecendo. Não é culpa das fazendas da parte baixa de Braçanã, mas do desmatamento nos cumes das montanhas que sem a floresta, perde a condição de reter a água da chuva para irrigar as nascentes que alimentam as vertentes.

A sanha destruidora do ser humano segue acontecendo sob a inercia dos governos. Inércia essa que também domina a sociedade, que se indigna com a árvore cortada no quintal do vizinho ou na calçada da rua, geralmente por questões de segurança, e ignora os hectares de floresta que estão sendo suprimidos sem nenhuma necessidade em nossos sertões.

Alguém tem notícias das políticas ambientais anunciadas em prosas e versos nos últimos 20 anos? Nesse tempo o país foi governado por um grupo político que se apresenta como “preocupado com Meio Ambiente”. Sobrevoos de helicóptero com reportagens na grande mídia noticiando uma suposta fiscalização e prisão de trabalhadores são apenas propaganda e criação de conteúdo para atrair recursos internacionais para investimento na proteção do Meio Ambiente. Em nossa Região, porém, não existe nenhuma política pública eficiente e real de proteção ambiental.
Quer me impressionar com discursinho lacrador de proteção ambiental e defesa do verde? Sobe a Serra do Sambê, vá até o sertao de Braçanã e veja o que está acontecendo.
Falando em recursos internacionais, onde estão as ONGs protetoras do verde que recebem vultosas verbas, inclusive de países europeus? Por aqui nada acontece. Apenas lacração. Nenhum reflorestamento onde precisa. Nenhuma formação social e profissional para as pessoas que desmatam. Esse trabalhador que corta a floresta é gente que precisa pagar as contas, sobreviver. Alguém as remunera para tirar a floresta, para fazer os fornos e produzir o carvão. Eu nunca vi notícias de prisão desses mandantes. Nunca. Só vejo o pobre sertanejo que não foi para escola sendo reprimido.

Encerro por aqui essas reflexões na esperança de que as autoridades e a sociedade tomem providencias, mas também com a certeza de que não farão nada. Apenas encherão o meu saco pedindo que faça reportagens sobre falta d’água quando ela começar a faltar na torneira. Vamos em frente! #flavioazevedo

domingo, 1 de novembro de 2026

PRAMA prevê recuperação de 58,57 hectares e fortalece ações ambientais em Rio Bonito

Rio Bonito integra o Programa de Recuperação Ambiental da Mata Atlântica Rio Bonito (PRAMA), que prevê a recuperação de 58,57 hectares de áreas degradadas até 2031. Iniciado em maio de 2026, o projeto conta com orçamento de R$ 4,4 milhões, provenientes das instituições parceiras, sem utilização de recursos do orçamento municipal. A iniciativa reúne ações de restauração florestal, educação ambiental e mobilização social para fortalecer a biodiversidade e preservar o patrimônio natural da cidade.

O programa foi apresentado durante uma reunião com representantes de secretarias municipais, instituições ambientais e parceiros envolvidos na execução das ações. A articulação é conduzida pela Secretaria Municipal de Defesa Civil e Meio Ambiente, sob a coordenação do coronel Christiano, em parceria com o Instituto Onda Azul e outras instituições.

Participaram do encontro a secretária de Comunicação, Isabela Taveira; o secretário de Educação, Sérgio Magalhães; a subsecretária de Educação, Sandra Ignácio; a secretária de Urbanismo, Eucimar Abrahão; o secretário de Planejamento, Humberto Belgues; e o secretário de Obras, Maximiliano. Também estiveram presentes representantes da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, do Floresta Viva e do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Codema). O programa conta ainda com o apoio do FURBIO.

Recuperação de áreas degradadas e preservação da biodiversidade

Com duração prevista de cinco anos, o PRAMA terá os dois primeiros dedicados principalmente ao plantio e os três últimos à manutenção e ao acompanhamento das áreas recuperadas. A meta de 58,57 hectares equivale a aproximadamente cinco campos de futebol do Maracanã.

Para alcançar esse resultado, serão utilizadas diferentes técnicas de restauração florestal, como plantio total, enriquecimento, adensamento e semeadura direta, de acordo com as características de cada área. O objetivo é recuperar a vegetação nativa, favorecer o desenvolvimento dos ecossistemas e contribuir para a proteção da fauna, da flora, das nascentes e dos riachos.

Parceria ambiental amplia oportunidades para o município

A articulação com o Instituto Onda Azul começou em janeiro de 2025. Ao longo de aproximadamente duas décadas de atuação, a organização ampliou seus trabalhos relacionados à conservação da água e incorporou a restauração florestal como estratégia para a proteção dos recursos hídricos.

Além dos benefícios ambientais, o PRAMA tem potencial para abrir novas oportunidades para Rio Bonito, inclusive por meio de iniciativas nacionais e internacionais de sustentabilidade e mecanismos como o mercado de carbono, desde que atendidos os critérios técnicos e legais necessários. Dessa forma, o município poderá ampliar sua participação em projetos ambientais e atrair recursos para futuras ações de preservação.

A execução do programa prevê acompanhamento e auditoria pelo Governo do Estado, contribuindo para o monitoramento das atividades e dos resultados ao longo de sua implementação.

Educação ambiental e criação de viveiro-escola
A participação da sociedade é outro eixo importante do PRAMA. O programa prevê oficinas, atividades educativas e a elaboração de um calendário socioambiental para aproximar a comunidade das ações de preservação.

Uma das propostas é a implantação de um viveiro-escola, que deverá receber estudantes para atividades práticas relacionadas à produção de mudas, ao plantio de espécies nativas e à conservação ambiental. A iniciativa também busca integrar as ações do programa à rede municipal de ensino, incentivando crianças e jovens a conhecerem a biodiversidade local e a importância dos recursos naturais.

Quatro pilares orientam o programa

O PRAMA está estruturado em quatro frentes: reflorestamento, educação ambiental, implantação de um polo de restauração por meio do viveiro-escola e mobilização local. A atuação conjunta dessas áreas busca garantir que o projeto vá além do plantio, promovendo também conhecimento ambiental e participação comunitária.

A equipe técnica conta com Ricardo Farias, diretor de projetos do Instituto Onda Azul e mentor do PRAMA; Marcos, engenheiro florestal responsável pelo projeto florestal e pelo viveiro-escola; Fabiane Bertone, coordenadora riobonitense responsável pela capacitação e coordenação local; e Pedro, que atua no apoio logístico.

Com planejamento de longo prazo e atuação integrada entre o poder público e as instituições parceiras, o PRAMA representa um avanço nas ações de recuperação ambiental de Rio Bonito. A expectativa é que o programa contribua para restaurar áreas degradadas, proteger os recursos hídricos e fortalecer a conscientização ambiental, deixando um legado positivo para as próximas gerações.

Fonte: Secom/PMRB

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Campanha “Outubro Rosa” e psicóloga e neuropsicóloga Verônica Belchior

O Programa Flávio Azevedo dessa sexta-feira (30/10) recebe a psicóloga e neuropsicóloga e escritora, Verônica Belchior. A entrevistada atua com avaliação e reabilitação neuropsicológica, terapia e orientação profissional. É coautora dos livros, “Desvendando a Ansiedade” e “Descobrindo o Cérebro Ansioso”. Ela atua no núcleo especializado de Educação e Psicologia SINAPSE, também com Psicopedagogia e Psicologia Educacional. Tem experiência em espaços que lidam com a recuperação de pessoas em situação de vulnerabilidade e dependência química. Vamos em frente! #flavioazevedo


quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Lona na Lua prepara espetáculos de conclusão das oficinas em Rio Bonito, Tanguá e Cachoeiras de Macacu

O palco começa a ganhar forma, as falas são repetidas, os movimentos são aperfeiçoados e a ansiedade de quem vai se apresentar diante do público aumenta a cada ensaio. No Lona na Lua, os preparativos para os espetáculos de conclusão das oficinas já estão a todo vapor. Em novembro, mais de mil crianças e adolescentes vão mostrar o resultado de seis meses de atividades artísticas, em apresentações que prometem reunir famílias, amigos e a comunidade para celebrar o trabalho desenvolvido ao longo do projeto Lona na Lua: Energia para Cultura – Territórios Criativos.

Mais do que decorar textos ou aprender coreografias, os alunos estão envolvidos em todas as etapas que fazem uma apresentação acontecer. Nas oficinas de teatro, dança, circo, desenho, música, cenário e figurino, cada participante teve a oportunidade de experimentar linguagens artísticas, desenvolver habilidades e descobrir novas formas de se expressar. Agora, esse aprendizado se transforma em cenas, personagens e números preparados coletivamente, com o desafio de vencer o nervosismo, trabalhar em equipe e levar ao público aquilo que foi construído embaixo da Lona Azul.

Para alguns alunos, a temporada de apresentações terá um significado ainda mais especial. Mesmo para quem já participou de outros espetáculos, a expectativa de subir ao palco continua acompanhada daquele frio na barriga. É o caso de Ismael Conceição, de 14 anos, que acredita que O Avarento, espetáculo que será apresentado em Tanguá, tem tudo para entrar para a história do projeto.
– Já participei de outros espetáculos do Lona na Lua, mas sempre dá aquele frio na barriga quando chega a hora de subir ao palco. Estou muito animado com O Avarento e acredito que essa será uma das melhores peças que o Lona já fez. Estamos ensaiando bastante e a expectativa é muito grande – conta.

A experiência de participar de diferentes linguagens artísticas também faz parte da trajetória dos alunos. Miguel Porto, de 13 anos, está animado para voltar a se apresentar, desta vez em uma modalidade diferente. Depois de participar do teatro na peça anterior, ele agora vai experimentar o circo. “Os ensaios estão sendo muito legais e a expectativa de subir ao palco mais uma vez é enorme. Na peça passada, participei do teatro, mas, dessa vez, vou me apresentar no circo. Estou gostando muito dessa experiência e quero aproveitar cada momento”, destaca.
Já Maria Heloise Andrade, de 15 anos, está vivendo um novo desafio dentro do projeto. Depois de participar de apresentações de dança e teatro, ela agora integra a banda, experiência que encara com um misto de nervosismo e confiança.
– Já participei de vários espetáculos, tanto na dança quanto no teatro, mas agora estou vivendo um desafio novo: fazer parte da banda. Estou um pouco nervosa, porque será minha primeira vez nessa experiência, mas também estou confiante. Acredito que tudo vai dar certo e estou muito feliz em participar – afirma.

Para Zeca Novais, diretor do Lona na Lua, a alegria de cada nova montagem vai além do resultado artístico. O que mais importa, segundo ele, é acompanhar as mudanças que a arte provoca na vida dos alunos, contribuindo para o desenvolvimento, a autoestima e a descoberta de novas possibilidades. “A gente fica muito feliz com cada nova montagem, com cada espetáculo que os alunos preparam e apresentam ao público. Mas quero destacar que o mais importante de tudo é a transformação social que a arte proporciona na vida de cada uma dessas crianças”, destaca.

A programação de novembro terá apresentações em Rio Bonito, Cachoeiras de Macacu e Tanguá, com os espetáculos Odorico, Era Uma Vez e O Avarento. As sessões marcam o encerramento de mais um ciclo de oficinas e colocam em evidência o trabalho de alunos, educadores e profissionais envolvidos na produção.

O projeto Lona na Lua: Energia para Cultura – Territórios Criativos tem patrocínio da Enel e apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.
Programação dos espetáculos

RIO BONITO
• 6 de novembro, às 20h: Odorico.
• 7 de novembro, às 20h: Odorico.

CACHOEIRAS DE MACACU
• 13 de novembro, às 20h: Era Uma Vez.
• 14 de novembro, às 20h: Era Uma Vez.

TANGUÁ
• 26 de novembro, às 20h: O Avarento.
• 27 de novembro, às 18h30 e às 20h30: O Avarento.
• 28 de novembro, às 18h30 e às 20h30: O Avarento.

Fonte: Ascom/Lona na Lua

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Campanha “Outubro Rosa” e escritora Luana Ferreira

O Programa Flávio Azevedo dessa terça-feira (27/10) recebe a estudante e escritora, Luana Ferreira. Autora do livro “Pinceladas de Amor – Um Amor em Tons Coreanos”, a entrevistada tem 14 anos e lança o livro no próximo dia 28/11, na cafeteria “Mania de Doces”, em Rio Bonito/RJ. Vamos em frente! #flavioazevedo

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Pod Estrada com Roberto Leal na Estrada e Itamar Cavaleira – Episódio 06

Chegamos ao sexto episódio do “Pod Estrada”, o podcast dos motociclistas e amantes de Rock. Recebemos o presidente do Moto Clube Ponta Negra de Maricá, Marcelo Pacheco (Pachecão).

Em pauta um balanço do que aconteceu no Encontro de Motociclistas em Casimiro de Abreu/RJ no último sábado (24/10); e o 7º Aniversário Moto Clube Ponta Negra, que rola em Maricá nesse sábado (31/10).

Também está na pauta a 1ª edição do Festival Casimiro Motors e Rock, que rola em Casimiro de Abreu nos próximos dias 21, 22 e 23/11.

A comunicação do “Pod Estrada” é de Flávio Azevedo, Roberto Leal na Estrada e Itamar Cavaleira. Vamos em frente! #flavioazevedo

Resultados das pesquisas eleitorais na pauta do Programa Flávio Azevedo

O Programa Flávio Azevedo dessa segunda-feira (26/10) recebe o CEO da D’ART Pesquisas de Opinião e Eventos, Luciano Lucio. Em pauta os resultados das pesquisas eleitorais e os erros e acertos dos variados institutos de pesquisa nas eleições que terminaram nesse domingo (25). Vamos em frente! #flavioazevedo