domingo, 19 de abril de 2015

Motoqueiros: Irresponsabilidade sobre duas rodas

Flávio Azevedo
Nesse sábado, por conta da imprudência de um “motoqueiro”, um caminhão que transportava tijolos tombou na entrada de Rio Bonito. E se esse infeliz batesse no caminhão e morresse? Certamente o pau estaria cantando, agora, sobre o pobre coitado do motorista. Está na hora das famílias desses moleques presepeiros e o poder público aumentarem o rigor da fiscalização sobre esses inconsequentes. Por conta de um excesso, os prejuízos diretos e indiretos foram muitos. Ainda bem que ninguém perdeu a vida.

Se o seu filho quer uma moto, espere ele chegar a maior idade, porque moto não é bicicleta, nem velocípede. E já comece levando ele ao Motoclube Rio Bonito para ele ter contato com “MOTOCICLISTAS” (foto) e não com “MOTOQUEIROS”, que são personagens bem diferentes.


Segue uma postagem bacana de Jr Fernandes, representante do Motoclube Rio Bonito: "Motoqueiros" não respeitam ninguém, nem as leis de trânsito. Aí um trabalhador, um profissional, quase perde a vida p/ porcaria dessa. Concordo plenamente que a responsabilidade desses maus condutores de motocicleta são os pais que acham lindo o filhinho conduzindo a motinha nova com o bonezinho virado para trás, porque capacete nem pensar. Dá duas voltinhas no quarteirão, se acha o piloto de fuga, se junta com umas tralhas, aí lasca tudo. Pais a responsabilidade de uma boa educação é sua. A de ser um bom condutor é só um complemento que se aprende nas autoescolas.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Perguntas e sugestões às Secretarias de Cultura e Esporte de Rio Bonito

Flávio Azevedo 
A reunião aconteceu na Sociedade Musical e Dramática Riobonitense nessa quarta-feira (15/04).
Na reunião dessa quarta-feira (15/04), onde está se discutindo o projeto “Cidade Educadora”, que nada tem haver com educação escolar, mas cidadania e consciência coletiva (que isso fique bem claro!), o assunto discutido foi Cultura e Esporte. Na oportunidade, os titulares das Secretarias Municipais de Cultura; e Esporte e Lazer, apresentaram uma série de realizações. O curioso é que tudo que foi mostrado são coisas efêmeras... São realizações importantes, que precisam acontecer, mas não passam de programas e projetos de governo. Não apresentaram uma política pública que esteja sendo desenvolvida pelos setores.

Até que foi aberta a oportunidade da sociedade civil apresentar sugestões. Aproveitei para falar que é preciso criar políticas que consolidem as ações para que muita coisa boa que acontece nessas áreas (Cultura e Esporte) não seja transitória.

Para a Cultura eu sugeri que a nossa identidade seja firmada através dos seguintes instrumentos, inclusive, servindo de fomento a economia local:
*A construção do nosso tão sonhado Teatro Municipal;
*A adoção de um calendário anual de eventos;
*A definição da Secretaria de Cultura como órgão que vai coordenar e fomentar o Carnaval;
*Identidade das instituições, por exemplo, a Biblioteca Municipal, que foi referência para a minha geração e, hoje, virou um paiol (o que aconteceu com a Biblioteca reflete o valor que os governantes dão a Educação e a Cultura de Rio Bonito em todos os tempos);
*O Memorial do Castelo, no Castelo Futebol Clube, no 2º Distrito, que tem um acervo histórico cultural importante de Rio Bonito e pouca gente conhece;
*Apoio e incentivos ao Centro Cultural B. Lopes, em Boa Esperança (e ainda tem a casa onde pernoitou a princesa Isabel);
*A mariola sempre foi uma referência cultural e econômica de Rio Bonito, hoje, pouca gente sabe disso;
*Rio Bonito é a “Cidade do Automóvel”, mas o poder público não abraça esse nome e não coordena os empresários do setor com estratégias que aqueça a economia, fomentem o setor e mostrem Rio Bonito como “Cidade do Automóvel”.
*A Sociedade Musical e Dramática Riobonitense é conhecida como “A Banda”, mas cadê a banda? E que tipo de fomento pode ser dado para essa banda retornar? A Escola Vila Lobos já demonstrou desejo de vir para Rio Bonito em outras ocasiões, por que não voltar a pensar nessa possibilidade? Ou por que não pensar nas escolas de músicas locais como fomento a essa ideia?
*Que fomento a Estação das Artes recebe para ser definitivamente uma um braço da identidade cultural de Rio Bonito?
*Já viram o Mercado Municipal? Existe ferramenta cultural mais importante que ele? Por que segue abandonado e a sua plenitude cultural e econômica não é explorada? Não seria o local para encontrarmos mariola, melado, pamonha, sola, mel, banana passas, o ovo de roça e muito mais?
*O Parque da Caixa D’Água não é valorizado, não é fomentado e está entregue aos cheiradores e maconheiros. A referência daquele lugar era o espetáculo “A Paixão de Cristo”. Por que isso não poder olhado como política pública e fixação cultural?

Para o setor esportivo eu fui mais econômico nas minhas colocações, por entender que apenas alguns movimentos já transformaria esse setor.
*Por que não abraçar definitivamente a Liga Riobonitense de Desportos, que pode ser um grande parceiro na promoção do desporto em todas as nuances e esferas?
*Os jogos estudantis voltaram nos mostrando duas coisas interessantes que ainda não foram assimiladas, a garotada do interior está deitando e rolando na modalidade atletismo e na natação os alunos das escolas particulares são soberanos (por que será?). Alguém já pensou que além de quadras, as escolas públicas deveriam ter piscina? Isso está sendo pensado pelo viés da política pública?
*As quadras de esportes nos bairros não bem aproveitadas;
*Os praticantes de Jiu Jitsu, Taikon-Do, Karatê, Kickboxing, entre outras artes marciais têm colocado Rio Bonito no noticiário positivo, por isso precisam ser atendidos por políticas públicas que percebam esse setor como fomento econômico e ferramenta de inclusão e instrumento de combate a ociosidade;
*Já não está na hora de Rio Bonito ganhar um Complexo Esportivo, que tenha um estádio municipal e um parque aquático?
*A pratica dos esportes radicais e alternativos, como Motocross, Trilha, Voo Livre, Slackline, Skate, Ciclismo, tem milhares de adeptos que ainda não foram abraçados por políticas públicas que fomentem a prática desses esportes, promovam eventos e competições para esses grupos; que certamente fomentaria o Turismo e a Economia Local.

Acho que eu não pedi muito.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Agenda 21 e projeto “Cidade Educadora” expõe a esquizofrenia dos políticos

Flávio Azevedo 
Durante a reunião da Agenda 21 de Rio Bonito nessa segunda-feira (13/04), organismo social que eu tenho o maior prazer de fazer parte, enquanto se discutia o projeto “Cidade Educadora”, a única coisa que passava pela minha cabeça, enquanto eu ouvia a fala de alguns integrantes da reunião, é que determinadas pessoas tem “miolo mole”.

Há anos algumas pessoas (e eu estou entre elas), inclusive, muitos deles fazem parte da Agenda 21 e dos Conselhos Municipais, pregam que nós precisamos pensar coletivamente. Há anos apontamos para a sociedade como a solução para os problemas que afligem a própria sociedade... Há anos dizemos que a classe política é omissa, curte a corrupção, mas botar esses caras no eixo depende da sociedade... Há anos eu escrevo que nós precisamos fazer a nossa parte... Há anos eu digo que a classe política e as nossas instituições refletem o comportamento da sociedade, por isso, nós precisamos ser chamados a contribuir etc.

De tanto defender essa tese, eu particularmente acabei sendo rotulado como “crítico”, “oposição”, “sujeito que só vê as coisas ruins”, “intransigente”, “sujeito de coração duro”, “encrenqueiro”, “o cara que não gosta de gente”, “mala”, “chato”, “estraga prazer”, “insensível”, entre outras coisas, inclusive, termos impublicáveis...

Agora vem a melhor parte. Depois de tantos anos defendendo esses pontos de vista e sendo olhado como “desagradável”, por políticos e parte da sociedade (que não quer mudar os hábitos insustentáveis), nos aparece uma colombiana chamada Lucila Martinez Calvi, consultora de sustentabilidade, representante da Unicef, uma pessoa que tem uma formação acadêmica significativa, pregando tudo aquilo que falamos há anos.

E advinha o que aconteceu? A gloriosa Lucila é recebida como “a inventora da roda”. Quer saber? Seja bem vinda Lucila, porque é bom ter mais um soldado nesse exército que luta por uma sociedade responsável. Todavia, está nítido que alguns personagens da vida riobonitense são esquizofrênicos ou estão com as dosagens de lítio desequilibradas.

A verdade é que as novidades apresentadas por Lucila nós estamos defendendo há cerca de 10 anos. O próprio Mauro Paes, um dos líderes da Agenda 21, tem uma cabeça muito boa e sempre disse tudo que está sendo, agora, como grande novidade. O problema é que para fazer os nossos políticos se mancar e escutar o que os nativos estão dizendo, o que está sendo dito há anos precisa ser dito por um estrangeiro ou estar chancelado por organismos internacionais. Ainda estou em dúvida se os governantes são esquizofrênicos ou tem má vontade com os cérebros locais.

Entre esses políticos, o amigo leitor pode incluir a prefeita Solange Almeida, que se não fosse tão tapada e teimosa, já estaria com o bloco da “Cidade Educadora” na rua há anos e nós teríamos avançado consideravelmente na direção dessas ideias. Enfim, quando você ouvir uma sugestão de alguém de Rio Bonito, não descarte o que está sendo dito, pelo simples fato do cara ser daqui ou porque o pensamento dele vai de encontro ao seu. Por favor, ouça e reflita antes de rechaçar a sugestão, porque aqui também temos cabeças pensantes e boas ideias. Fica a dica!

domingo, 12 de abril de 2015

Projeto Lei Seca eu apoio, ferramenta de arrecadação NÃO!

Flávio Azevedo 
Chego a Rio Bonito na noite desse domingo (12/04), por volta das 23h15min, encontro uma blitz da Lei Seca na entrada da cidade (Ferreira Vieira). Se os envolvidos nessa blitz estiverem pensando em tirar das ruas, quem está dirigindo embriagado, sejam bem-vindos; se estiverem tentando capturar os ladrões de carro que estão roubando carro a torto e a direito, também são bem vindos...

Mas se estiverem querendo, através da Lei Seca, aumentar a arrecadação do governo do Estado do Rio de Janeiro, os senhores, por favor, baixem em outra freguesia! Aproveito para perguntar o seguinte: quem está precisando vistoriar o carro, se entrar no site do Detran, agora ou amanhã, consegue agendar a sua vistoria para o posto do Detran de Rio Bonito?

Outra coisa: em entrevista ao programa Flávio Azevedo no último mês de setembro, o deputado estadual, Marcos Abrahão, disse que em novembro de 2014 as obras do novo Detran de Rio Bonito seriam iniciadas pelo governo do Estado, num terreno cedido pela prefeitura próximo ao novo Fórum. Ele acrescentou que em 45 dias as obras estariam construídas e o posto pronto para vistoria, emitir Carteiras de Motorista, documentos de Identidade etc. Pergunto: cinco meses depois da data anunciada pelo deputado, essa obra já foi pelo menos iniciada?

E detalhe: essa barbeiragem não dá para colocar na conta da prefeita Solange Almeida, porque o deputado disse que a Prefeitura foi solícita, cedeu o terreno com muito boa vontade; e que só dependia do governo do Estado para o problema ser resolvido.

Recado aos integrantes do governo do Estado do Rio de Janeiro: Já que vocês não têm competência para oferecer segurança aos riobonitenses e prender essa maldita quadrilha que está roubando carros na cidade – essa é a realidade – desapareçam daqui com essas blitz caça níquel.

Acrescento que as autoridades em esfera estadual transformaram o excelente projeto Lei Seca num mero instrumento de arrecadação. Portanto, desapareçam da nossa cidade. Quando a propriedade do deputado estadual Paulo Melo for invadida por marginais, vocês retornam aqui para resolver o problema, porque em Rio Bonito, só esse senhor tem direito a trabalho eficiente da polícia.

sábado, 11 de abril de 2015

Cratera no meio da rua no bairro da Caixa D’Água, em Rio Bonito

Na série de reportagens que estamos fazendo sobre as necessidades dos bairros de Rio Bonito, nós fomos convidados a visitar a Caixa D’Água, precisamente na Rua Salgado Filho, onde segundo moradores, pela 5ª vez abre um buraco no meio da rua. “Em algumas ocasiões, o nosso carro nem consegue sair da garagem, porque o buraco é exatamente no nosso portão”, conta uma moradora. Se o mesmo buraco, no mesmo local, está aberto pela 5ª vez, nós podemos concluir que as quatro intervenções no local foram a meia boca.

Tragédia anunciada no Condomínio Industrial de Rio Bonito

Flávio Azevedo 
Por pouco não aconteceu um acidente no Condomínio Industrial de Rio Bonito onde animais transitam livremente onde deveria ter máquinas, operários e indústrias.
Nessa sexta-feira (10/04) quando eu retornava da Super Radio Tupi Leste Fluminense (ela funciona no Basílio), eu quase presenciei um acidente sério. Uma das vacas que estava solta as margens do Condomínio Industrial entrou no meio da estrada e um carro (Renaut, placa LLN - 5557), que vinha em velocidade moderada foi obrigado a frear bruscamente. Por pouco não aconteceu uma colisão. Insisto na tese de que esses animais soltos provocarão uma tragédia. Ao que parece, o poder público continua com opífio argumento de que "os animais pertencem a um chefe de família que tem bocas para alimentar".

Quando acontecer uma fatalidade e outro chefe de família, que também "tem bocas para alimentar", morrer num acidente envolvendo esses animais, aí resolverão tomar providências. Nada contra o proprietário dos animais. Que ele seja o novo Mezenga (Rei do Gado), mas não levando risco as demais pessoas. Para variar, o poder público segue a linha da omissão, frouxidão, conivência e, por vezes, estímulo a ilegalidade.

terça-feira, 31 de março de 2015

Estudantes reclamam superlotação dos ônibus universitários de Rio Bonito

Flávio Azevedo 
Foto enviada a nossa reportagem por um dos usuários do Transporte Universitário
Uma correspondente acaba de mandar essa foto. É o interior de um dos ônibus universitários de Rio Bonito. Parece que depois de um bom tempo sem ouvirmos reclamações dos estudantes, os velhos problemas estão de volta. Nesse processo tem uma coincidência que chama a minha atenção. Eu não sei se você já notou, mas todas as vezes que as eleições se aproximam, os episódios de superlotação aumentam!

Como eu conheço bem esse serviço, pois já fui usuário, dá para perceber que esse coletivo é o que chamávamos de "Guaravita", que havia sido aposentado para o transporte universitário. Todavia, as informações que recebo é que o "Guaravita" voltou e com a carga toda, porque o número de estudantes aumentou consideravelmente no último semestre. Mais um problema para a gestão do município!

Sobre o Transporte Universitário, o poder público só toma iniciativas que podemos classificar como PALIATIVO. Acrescento que esse é um setor em que é preciso ter gestão e prestação de serviço eficiente. Entretanto, interferências políticas e "jeitinho brasileiro" não permitem gestão e eficiência na prestação desse serviço.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Babilônia

Flávio Azevedo 
Eu não estou entendendo o motivo de tanto palavrório e tanta crítica à novela “Babilônia”, a nova trama da TV Globo. O que se percebe é que a sociedade está escandalizada, porque duas senhoras se beijaram logo no primeiro capitulo. Mas será mesmo que foi o beijo entre pessoas do mesmo sexo que escandalizou os espectadores? Não teria colaborado para esse horror, o fato de serem duas anciãs? Penso assim, porque quando Mateus Solano e Tiago Fragoso se beijaram na novela “Amor à Vida”, não vimos tanto alarde, inclusive, tinha muita gente torcendo por um final feliz entre os rapazes. O que se percebe é que o beijo entre jovens do mesmo sexo é tolerado. Mas a cena de vovós se beijando não agradou!

A verdade é que não é de hoje que a TV Globo estimula o homossexualismo em suas novelas e programas em geral. E faz isso intencionalmente, porque afinal, o assunto está aí e precisa ser discutido. O curioso é que há anos alguns segmentos da sociedade condenam as novelas e atrações globais, mas nunca encontraram eco. Outro problema que ainda não se definiu em relação as novelas é se elas estimulam a sacanagem ou se elas, simplesmente, retratam a sacanagem de uma sociedade egoísta, corrupta e violenta.

Eu, porém, gostaria de chamar a sua atenção para outras questões que há anos as novelas inculcam no imaginário popular e ninguém percebe. Sorrateiramente, costumes, hábitos, comportamentos, estereótipos e valores são derrubados e inaugurados pelas novelas. A questão é que todos aceitam essa imposição, porque para estar na moda tem que estar igual o galã e a dondoca da novela.

Há cerca de 40 anos as novelas fabricam um festival de senhoras fúteis, desfrutáveis, infiéis, cruéis com a família e enlouquecidas por um amor não correspondido. Do outro lado está o que chamam de galã, personagem que há muito tempo perdeu a masculinidade e o senso de justiça dos mocinhos. O que a novela vende como estereótipo masculino é um sujeito pueril, irresponsável, inseguro, infiel, vazio, sustentado pelos pais, ambicioso, sem limites e que está sempre de olho na mulher do outro.

Não sou defensor do homossexualismo, discordo da prática, porém, mais grave que tentar me convencer que está na moda ser gay é me forçar a adquirir estereótipos. Para domar o universo feminino, as novelas trazem atrizes que desfilam corpos esculpidos por custosas cirurgias estéticas e horas de academia. Elas fazem os homens babar. Por falta de tempo e dinheiro, a maior parte das mulheres do mundo real nunca alcançará aqueles corpos, razão de tristeza e depressão para muitas delas. O pior é que depois de um dia cheio, trabalhando fora e dentro de casa, a esposa ainda é obrigada a ouvir o infeliz do marido dizer: “isso que é mulher, não é aquilo que eu tenho lá em casa!”.

Já para impressionar os homens estão os atores. Pilotando motos e carros do último tipo, helicópteros e até aviões, eles exibem corpos malhados, estão sempre sorridentes, sedutores e charmosos, um perfil que também nunca será alcançado pelo cidadão que acorda muito cedo e chega muito tarde na luta diária para sustentar a família. Eles fazem a mulherada sonhar! Por não alcançar o padrão de beleza da novela, a própria esposa chama o esposo de “Ogro”. Mas... E a família, onde fica? Essa nunca é fortalecida nas novelas. Pelo contrário, as principais sacanagens acontecem dentro da família, onde irmão transa com a mulher do irmão; sogra com genro; sogro com nora; empregada com patrão; patroa com empregado... Uma promiscuidade que por ser repetida tantas vezes acaba sendo olhada como normal e quem não faz igual “está fora de moda”.

O que ninguém percebe é que os objetivos traçados nos últimos 40 anos já foram alcançados. Agora que as novelas já conseguiram transformar boa parte do público feminino em madames tresloucadas; e boa parte do público masculino em tremendos bobalhões; o beijo entre pessoas do mesmo sexo – seja entre senhoras; rapazes; ou duas jovens, como aconteceu com Paola Oliveira e Maria Fernanda Cândido (Felizes Para Sempre?) – é apenas um mero detalhe. O que alguns esquecem, porém, é que essa é mais uma estratégia para derrubar velhos conceitos e construir novos hábitos. Todavia, fica muito nítido que implantar a nova ordem, numa sociedade composta por indivíduos tresloucados e bobalhões é muito mais fácil que fazê-lo num ambiente onde as cabeças são orientadas por valores ditos “ultrapassados”.

Termino lembrando que o meu pai lia muitos versos da Bíblia para mim. Eu cresci ouvindo o meu pai lecionando os ensinamentos bíblicos. E ao escrever esse texto, um trecho da Bíblia que ouvi o meu pai falar muitas vezes vem a minha mente. Diz assim: “E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória. E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e odiável. Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra fornicaram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”. Apocalipse 18 . 1 a 4.

Agora, é com você!

domingo, 22 de março de 2015

Educação sendo divisor de águas

Flávio Azevedo
Com muita esperança e alegria, eu cobri o "Ato Público" dos profissionais de Educação, na última quinta-feira (19/03). Realizado na Praça Fonseca Portela, no Centro da cidade, o evento pode ser considerado um dos divisores de água do comportamento do funcionalismo público de Rio Bonito. Com o microfone, a servidora Nelma Sá, que trouxe um discurso firme, arrojado, recheado de tristes verdades e que nos convida a reflexão.
A Educação está um caos, mas apesar da perseguição que certamente será deflagrada contra eles, os bravos profissionais que lá estiveram ignoraram o DOI-CODI e foram lutar pelos seus direitos e por melhores condições estruturais e ambientais para os alunos da rede municipal de Educação.
Na minha concepção, nós passamos por um momento único na história do município e não adianta os "paus mandados" tentarem desqualificar o movimento ou tentar diminuir a importância desse ato.

Jesus Voltará

Flávio Azevedo

Na manhã desse sábado (21/03), na Praça Fonseca Portela, no Centro de Rio Bonito, local que recentemente foi palco de manifestações políticas muito razoáveis, membros da Igreja Adventista do 7º Dia organizaram uma manifestação também muito razoável e significativa. “JESUS VOLTARÁ” era a frase que eles exibiam.

Assunto que merece uma profunda reflexão, a volta de Jesus é uma promessa do próprio Cristo em vários pontos da Bíblia, sobretudo nos evangelhos. A mais significativa delas está contida no capítulo 14, versos 1 a 3, do evangelho de João, onde o próprio Jesus diz o seguinte aos seus seguidores:
“Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa do Meu Pai há muitas moradoras. Se assim não fosse, eu vo-lo teria dito, vou preparar-vos lugar. E quando eu for preparar-vos lugar, VIREI OUTRA VEZ, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.

Pensemos nisso!