quarta-feira, 2 de março de 2016

Nova Cidade sofre com efeitos da tempestade

Flávio Azevedo

A população de Nova Cidade e Bambu, 2º Distrito de Rio Bonito, segue sofrendo com os efeitos da tempestade que atingiu a Região na última segunda-feira (29/02). A força das águas danificou uma ponte entre Boa Esperança e Nova Cidade. O acesso foi interrompido. O ônibus que atende os moradores da localidade deixa os moradores na ponte. 

Os passageiros são obrigados a caminhar cerca de 40 minutos até as suas casas. Segundo moradores, crianças estariam sem estudar e quem trabalha em Rio Bonito, Saquarema e Araruama; está acordando cerca de 1h30min mais cedo para não perder a hora de pegar no batente.

A Prefeitura ainda não informou o tempo que vai levar para recuperar a estrada. “Tinha um ônibus do outro lado esperando, mas depois parou. Agora à noite, o Ônibus passou pela Prainha. Mas durante o dia nós estávamos nos indo a pé da ponte até Nova Cidade”, revela uma moradora.

Outra moradora que conversa com a nossa reportagem revela que a distância é de aproximadamente cinco quilômetros, o que representa uma caminhada de 40 minutos (SIC).

– Está sendo muito difícil, porque a maioria trabalha em Rio Bonito. Eu, por exemplo, estou saindo de casa às 5h30min para chegar 7h no trabalho. Não existe uma definição, prazos, informações concretas. É muita falta de respeito com a comunidade de Nova Cidade. Alguém tem que tomar uma atitude e consertar a ponte, por favor, que todos tenham saibam do nosso sofrimento para não ficarmos aqui esquecidos – apela.

29 de fevereiro com tempestade

Rio Bonito já foi "Cidade Risonha", hoje, é "Cidade Alagada". O abandono dessa bicicleta representa bem o abandono administrativo que atinge o município. Em ano de eleições, o riobonitense está exatamente igual essa bicicleta: no ponto e a espera. Todavia, se você embarcar no ônibus errado igual vem embarcando nos últimos anos, o abandono continuará! Dia 29 de fevereiro de 2016, o município foi atingido por um dos maiores temporais da história.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Mais um morte por falta de combate eficiente as drogas e ao tráfico

Flávio Azevedo

A droga mata jovens prematuramente em todo o Brasil.
Sábado (27/02/2016), o município de Rio Bonito, registra mais uma morte de um jovem. Morador da Mangueira, Wallace ou “Beiço”, como era chamado pelos amigos, tinha cerca de 25 anos e foi encontrado morto nas proximidades do Forró do Arrocha, uma casa de eventos localizada na entrada da Jacuba, em Rio Bonito. Sem aparentes sinais de violência ou marcas de tiros, a morte acabou intrigando as pessoas que acompanharam o desenrolar da história. Segundo colegas, o uso excessivo de drogas pode ter sido a causa da morte. A overdose é uma causa morte que nunca é bem recebida por qualquer familiar.

Eu gostaria de aproveitar a ocasião para registrar algumas colocações deixadas nos comentários da minha página no Facebook, onde eu noticiei o ocorrido. “É mais uma vítima das drogas”, escreveu alguém. “Fica aí um exemplo para aqueles amigos que estão nas drogas”, disse outro. Uma postagem, porém, chamou a minha atenção. O internauta Thiago Soares escreveu: “triste. Mas uma vida ceifada pelas drogas e mais uma vida perdida através desse forró. Acho que está na hora de alguém fiscalizar esse forró de verdade, para que os nossos jovens não percam suas vidas tão novos. Só Jesus mesmo!”.

Daqui em diante eu inicio a parte desagradável das minhas reflexões. Esclareço que serão ponderações desagradáveis, sobretudo para aqueles que lucram com o infortúnio alheio. Mas por que cabe ao Flávio Azevedo ser desagradável? Simples, porque quem deveria fazer esse papel por ofício e atribuição está calado e fingindo que nada está acontecendo. Logo, a mídia acaba fazendo as perguntas que o povo tem feito, mas não recebe respostas.

É importante esclarecer que eu nada tenho contra o proprietário do Forró do Arrocha, tão pouco sou inimigo dos lugares que oferecem lazer e diversão. Todavia, o Forró do Arrocha, não é de hoje, tem sido a porta de entrada para inúmeros excessos. Uma das queixas são atropelamentos que ocorrem na BR – 101. Frequentadores do espaço saem da casa embriagados e ao atravessar a pista com os reflexos comprometidos, acabam sendo atropelados ou quando estão de moto provocando acidentes. As brigas eu não vou nem comentar.

Nos últimos tempos, porém, o uso indiscriminado de drogas e a tradicional prostituição são as principais reclamações, inclusive, entre os usuários do Forró do Arrocha. Eles comentam, mas preferem o anonimato. “Eu frequento o local por falta de opção. O problema é que lá dentro as pessoas estão se drogando como se fosse liberado. Tem uns meninos que já chegam lá cheirados e lá dentro cheiram mais ainda”, revela uma jovem que frequenta o espaço, diz gostar da diversão que o local oferece, mas se sente incomodada com esse cenário.

Convém lembrar aos amigos, que esse texto não tem o objetivo de provocar o encerramento das atividades do Forró do Arrocha, uma vez que as opções de lazer e diversão em Rio Bonito são precárias, sobretudo para as classes mais humildes. O meu propósito é chamar à responsabilidade, aqueles que deveriam impedir que a coisa estivesse correndo frouxo. O tráfico de drogas nunca vai acabar, assim como os seus apreciadores, mas que exista um controle, porque não é possível continuar do jeito que está.

Fechar sumariamente essa casa ou qualquer outro espaço que reúna esse histórico é a iniciativa mais comum no Brasil, porque quem precisa fiscalizar não quer ter trabalho. Por outro lado, é bom deixar claro que não é a polícia que resolve essa questão, tão pouco a Secretaria Municipal de Prevenção a Dependência Química. Os elementos que estão ausentes nesse processo são o Ministério Público, o Comissariado de Menores e representações do poder Judiciário. Destaco que esses atores precisam marcar presença, não para proibir, mas para contribuir com os setores que já estão tentando fazer a sua parte. Proibir fará apenas que a ilegalidade, hoje, vista no Forró do Arrocha, migre para outra festa, uma praça, uma esquina ou um portão de escola.

Para encerrar eu vou revelar que outro dia um político me confessou que “não se pode tratar desse assunto como é preciso, porque combater as drogas representa perder votos, afinal, os esticas e usuários também votam”. Ao ouvir essa declaração, eu fui correndo vomitar!

Propina

Oferecer o voto para quem paga propina (R$ 50,00) é prática comum. Eu tenho recebido notícias de pessoas que estão recebendo para ser candidato em determinados partidos. Quem recorre a essas práticas, geralmente critica as propinas que envolvem as atividades da Petrobras (investigadas pela Lava Jato). Gente que esquece uma coisa básica: seja trocando o voto por R$ 50,00 ou trocando apoio por propinas da Petrobras, a safadeza é mesma. O que fica muito nítido é que o brasileiro precisa é tomar vergonha na cara! #flavioazevedo

Morto nas proximidades do Forró do Arrocha em Rio Bonito

Policiais de Rio Bonito estão investigando as causas da morte de um homem que foi encontrado morto nesse sábado (27/02), nas proximidades do espaço onde funciona o Forró do Arrocha, na entrada da Jacuba, em Rio Bonito. O homem, que aparenta ter cerca de 25 anos, seria morador da Mangueira, sendo conhecido como Wallace, “Beiço” para os amigos (SIC). 

Segundo fontes, o corpo não aparentava marcas de bala ou qualquer outro ferimento que caracterizasse assassinato e/ou algum tipo de morte traumática. Por volta das 14h30min, o corpo foi retirado do local e levado para o IML de Araruama (SIC) por homens Bombeiros do Rabecão. Policiais militares e muitos curiosos acompanharam a ação.

Notícia em apuração! #flavioazevedo

A polêmica coleta de entulhos em Boqueirão

E não é que apareceu um caminhão recolhendo parte do entulho que se acumula nas ruas do Boqueirão? Segundo fontes, o vereador Cláudio Fonseca de Moraes, o Claudinho do Bumbum Lanches (PSB) estaria custeando os serviços duas vezes por semana. A questão do entulho e resto de poda de árvores é muito complexa em Rio Bonito. 

A situação expõe falta de gestão, descontrole administrativo e ausência de política pública específica, porque tudo para o político precisa ser negócio, comércio e ganho financeiro para aliados e colaboradores de campanha. Resultado, vereador fazendo aquilo que não é atribuição do legislador.


Oferecer o voto para quem paga propina (R$ 50,00) é prática comum. Eu tenho recebido notícias de pessoas que estão recebendo para ser candidato em determinados partidos. Quem recorre a essas práticas, geralmente critica as propinas que envolvem as atividades da Petrobras (investigadas pela Lava Jato). Gente que esquece uma coisa básica: seja trocando o voto por R$ 50,00 ou trocando apoio por propinas da Petrobras, a safadeza é mesma. O que fica muito nítido é que o brasileiro precisa é tomar vergonha na cara! #flavioazevedo

O Esquadrão da Fofoca de Rio Bonito

O Esquadrão da Morte foi uma organização paramilitar surgida no final dos anos 60 no Brasil. O objetivo era perseguir e matar criminosos. Dizem que o Esquadrão da Morte acabou, mas não é verdade. Ele segue atuando com propósito igual, mas modus operandi diferente. Hoje, ele persegue e mata ideias e pensamentos. Em Rio Bonito, por exemplo, o Esquadrão da Morte se comunica através de um grupo fechado no WhatsApp e os seus integrantes vigiam diuturnamente as ideias e pensamentos expostos nas mídias sociais.

Até a curtida deixada nos comentários críticos a gestão municipal é alvo de profunda análise. Quando o comentarista não tem muita habilidade com os assuntos de cunho político; ás vezes tem telhado de vidro; e não está habituado a pressão; ele sofre um patrulhamento ideológico mordaz. Por vezes o resultado é a retirada da postagem e até o cancelamento da conta do Facebook.

O Esquadrão da Morte original era uma versão antiga das atuais milícias. Integravam o “esquadrão”, políticos, juízes, membros do Poder Judiciário, policiais civis e militares etc. O grupo era financiado pelo setor empresarial. Já a versão riobonitense do Esquadrão da Morte podemos chamar de “Esquadrão da Fofoca” e acaba sendo formado por puxa sacos e apaixonados pela falida gestão municipal. Essa é Rio Bonito, a cidade que um dia foi risonha! #flavioazevedo

PS: não curta, comente ou compartilhe essa postagem, porque o Esquadrão da Morte está de olho em você!

O pedido de socorro vem de Rio Vermelho

Chega a minha página um pedido de socorro de Ana Cláudia Moraes, moradora do Rio Vermelho. Ela mora ao lado do Posto de Saúde da localidade e denuncia esgoto a céu aberto no seu portão. A situação incomoda, porque o cheiro na casa da D. Ana Cláudia é insuportável. Alô Prefeitura de Rio Bonito, por favor, atenda o clamor da moradora antes que eu chegue lá! #flavioazevedo 

O Meretrício

“Eu tenho bastante amigos, por isso falei que estava pensando em vir vereador. Aí um falou: “eu voto em você, mais vai me pagar quanto?”. Olha que situação!”. Essa é a experiência pessoal de alguém que estava pensando em ingressar na vida pública em Rio Bonito. A conversa retrata bem o que é a política no Brasil, um setor tomado pela corrupção, ladroagem, gatunagem, vagabundagem e toda sorte de ilícitos. Entretanto, esse monte de sacanagem nasce com o suposto cidadão de bem. Sim! Aquele sujeito que se diz indignado com “essa safadeza que tomou conta do país”.

Ele está indignado com Dilma, Pezão e Solange, mas quando alguém anuncia que deseja ingressar na vida pública, a indignação fica de lado e ele se torna mais um Serveró... Mais um Zé Dirceu... Mais um Odebrecht. Ele deseja levar alguma coisa para votar. Qual a diferença do Serveró para aqueles que submetem o voto a barganhas? Como que um povo que acaricia essas práticas tem coragem de reclamar e anunciar que vai as ruas pedir impeachment de quem quer que seja? Os caras vendem o voto e reclamam dos pedidos de Vistas suspeitos e dos sequentes adiamentos de processos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça? Como assim?

Mais ainda existe gente de bem, que como disse Rui Barbosa, “está com vergonha de ser honesta”. Ao quase pré-candidato que recebeu essa proposta indecente dos "amigos", eu sugeri que ele mandasse essas pessoas tomar vergonha na cara sem preocupação se eles ficariam chateados. Esse é o único caminho para acabar com a prostituição política onde o cafetão é o próprio povo! Mas falta coragem, porque o suposto amigo pode ficar triste. Todavia, a tolerância a essa prostituição ocorre porque “estamos com vergonha de ser honestos”. Virou moda malhar os políticos, mas falar da postura promiscua do eleitor, que enxerga o político como banco 24h, ninguém aborda, porque não é simpático e o prostituto pode ficar zangado e dar o voto a outro.

A hora que entendermos que essa troca de voto é uma prostituição, esse cenário de horror muda. A verdade é que o suposto cidadão de bem não tem escrúpulo. Ele está indignado da boca para fora e se porta como um morto de fome. Esse tipo de postura só interessa aos políticos desonestos. Eles não se importam quando são assaltados de quatro em quatro anos, porque durante quatro anos ele vai roubar o que é de direito dos mortos de fome, que se acham muito espertos por terem trocado o voto por R$ 50,00. Essa troca também pode ser por cargos, contração de serviços, locação de imóveis ou agregar veículos.

Os recursos que faltam para a Saúde, Educação, Transporte, Saneamento, Pavimentação etc., são distribuídos com os mortos de fome a cada eleição. Essa grana paga o combustível que eleitor ganha para colocar adesivo do candidato no carro. O dinheiro desviado pela corrupção não vai todo para paraísos fiscais. A maior parte custeia areia, tijolo, cimento, dentadura, cesta básica e/ou mimos para lideranças com quem se deseja “fechar um apoio”. Sim amigo, a prostituição existe, tem o seu ápice a cada eleição e o chefe desse meretrício é o próprio povo.

Deputado estadual Carlos Osório migra para o PSDB

Ao lado presidente nacional e estadual do PSDB, Aécio Neves e Otávio Leite, o deputado estadual, Carlos Osorio, assinou nessa quinta-feira (25/02), a ficha de filiação ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), que vem passando por profunda reformulação em todo país. Uma solenidade foi preparada para receber o novo tucano na sede do PSDB em Brasília. Inúmeras lideranças tucanas marcaram presença, entre eles o deputado estadual, Luiz Paulo Corrêa da Rocha.
– A vinda para o PSDB é um passo importante na minha vida. Foi uma opção de identidade e aproximação ideológica. Fui muito bem acolhido e estou me sentindo em casa. Meu nome está à disposição e estou muito animado – disse Osório, que é pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro, pelo PSDB.

Eleito em 2014 pelo PMDB com 70.835 votos, o empresário, Carlos Roberto Figueiredo Osório, é casado, tem 50 anos e ocupava o cargo de secretário estadual de Transportes. Anteriormente ele havia sido responsável pelas Secretarias Municipais de Conservação e Transportes, além de ser secretário-geral do Comitê Organizador dos Jogos Rio-2016. Sem espaço no PMDB para disputar a Prefeitura Carioca, uma vez que o partido escolheu Pedro Paulo, a alternativa de Osório foi deixar a sigla, a Secretaria de Transportes e ingressar no PSDB, que já anunciou candidatura própria em 2016.