quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Sessão Legislativa da Câmara de Tanguá - 01/10/2018.

Flávio Azevedo
Sessão Legislativa da Câmara de Tanguá - 01/10/2018.

Candidatos a governador pelo Brasil migram para campanha de Bolsonaro

Flávio Azevedo
Nessa terça-feira (02/10), os debates entre os candidatos a governador realizado em 25 estados do país, além dos assuntos locais, mostraram a revoada de candidatos a governador em direção a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). 

Três exemplos: no Rio, Índio da Costa, do PSD, pediu voto para Bolsonaro; em São Paulo, João Dória, do PSDB, ignorou Geraldo Alckmin; e pregou o voto “Bolsodória”. Já no Distrito Federal, Rogério Rosso, também do PSD; não apoia mais Álvaro Dias (Podemos). Impressionado com o domínio de Bolsonaro nas pesquisas no Distrito Federal, Rosso mudou de lado e faz aberta campanha para o capitão da reserva.

Eleições 2018 na pauta do Programa Flávio Azevedo - Carlos Alberto Siqueira (Russo)

Flávio Azevedo
O Programa Flávio Azevedo recebe, agora, o Presidente da Câmara de Araruama, Carlos Alberto Siqueira da Silva, o Russo (Avante), candidato a deputado federal. Estamos dando prosseguimento as entrevistas com os candidatos da Região.

Iluminação Pública caótica em Rio Bonito é pauta no Programa Flávio Azevedo

Flávio Azevedo
O Programa Flávio Azevedo dessa terça-feira (02/10) está no ar e começa falando de Iluminação Pública. Apesar do pagamento da Taxa de Iluminação Pública, as ruas de Rio Bonito estão no escuro e ninguém toma providências. Sobre esse assunto a Prefeitura descansa sobre a muleta da desculpa e da transferência de responsabilidade e nada de providências.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

A verba de publicidade do Comperj nunca foi possível, porque era tudo de Palocci

Flávio Azevedo
Uma foto de 2008, em São Gonçalo, num espaço de treinamento e capacitação do Comperj. A cara de poucos amigos é por conta de mais uma reunião mal sucedida com representantes da Petrobras.
Quando eu trabalhava no jornal Folha da Terra, início da minha carreira no jornalismo (2006), inúmeras vezes eu vi o nosso editor, Alfonso Martinez; junto ao setor de publicidade da Petrobras tentando conseguir alguma propaganda do Comperj. A publicidade era responsabilidade da diretoria de Relacionamento Externo, à época, comandada pelo Sr. Paulo Roberto Costa, que mais tarde ficaria famoso através da Operação Lava Jato.

Eu me lembro como se fosse hoje (a foto é daquele tempo), das senhoras simpáticas e muito educadas, profissionais na arte de dizer “não”, que nos atendiam nos pomposos eventos da Petrobras. Eu não lembro se Alfonso conseguiu a tal publicidade (penso que não). Hoje, ao ler a delação premiada do então ministro, Antônio Palloci; onde ele diz que retornava para ele, 3% da verba de publicidade da Petrobras, eu me lembrei da luta inglória de Alfonso e das nossas muitas agendas na Petrobras e no Comperj.

Pensando nos chás de cadeira, nos simpáticos sorrisos, nos “vamos ver o que pode ser feito” e tendo conhecimento, hoje, de tudo que estava acontecendo nos bastidores da Petrobras e nós não sabíamos, eu confesso que tenho vontade de voltar lá e torcer alguns pescoços. O meu amigo Alfonso, um cara muito tranquilo, vai dar risada quando ler esse texto, mas eu tenho outra linha de raciocínio.

Por acaso eu estou aqui ouvindo, outra vez, o debate presidenciável de ontem da TV Record e acabo de ouvir o presidenciável do PT, Fernando Haddad; dizendo “vote 13 para os bons tempos voltarem!”. Bons tempos para quem cara pálida? Junto com a quadrilha do Cabral e com os vagabundos do Cunha, essa gente desgraçou a nossa Região! Bandidos! Vagabundos!

Toffoli proíbe entrevista de Lula à Folha e respalda decisão de Fux

O presidente do STF, Dias Toffoli; votou contra os interesses do Partido dos Trabalhadores. 
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, determinou na noite desta segunda-feira (1º) o cumprimento de decisão do ministro Luiz Fux proibindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de conceder entrevista à Folha.
"Diante da solicitação, a fim de dirimir a dúvida no cumprimento de determinação desta Corte, cumpra-se, em toda a sua extensão, a decisão liminar proferida, em 28/9/18, pelo vice-presidente da Corte, Ministro Luiz Fux, no exercício da Presidência, nos termos regimentais, até posterior deliberação do Plenário", diz despacho assinado pelo presidente.

Toffoli ainda concedeu vista à Procuradoria-Geral da República e determinou a comunicação com urgência ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, superior hierárquico da Polícia Federal, à 12ª Vara Federal de Curitiba e ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

O despacho de Toffoli foi dado em resposta a um questionamento de Jungmann à Presidência do STF sobre qual decisão a PF deveria seguir: a de Fux ou a do ministro Ricardo Lewandowski, favorável à entrevista de Lula ao jornal. O ministro do governo de Michel Temer diz na petição que havia sido consultado pelo diretor-geral da PF, Rogério Galloro, sobre o cumprimento da ordem do Supremo.

Fonte: Folha de São Paulo

“Campanhas do PT de 2010 e 2014 custaram o dobro do declarado”

O juiz federal Sergio Moro retirou o sigilo de parte do acordo de delação do ex-ministro, Antonio Palocci no âmbito da Operação Lava Jato nesta segunda-feira (01/10). Valor é maior do que o declarado à Justiça Eleitoral. Palocci foi ministro de Lula e Dilma. Defesa do ex-presidente afirma que 'Palocci mentiu mais uma vez' e que juiz quer 'causar efeitos políticos para Lula e seus aliados'.

Na delação, Palocci disse que:
*O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou Paulo Roberto Costa para a Petrobras com o objetivo de "garantir ilicitudes" na estatal;
*Lula usou o pré-sal para conseguir dinheiro para campanhas do PT;
*As duas campanhas de Dilma Rousseff para a Presidência custaram R$ 1,4 bilhão, mais do que foi declarado à Justiça Eleitoral;
*O MDB "exigiu" de Lula a diretoria Internacional da Petrobras e chegou a travar votações no Congresso para fazer pressão;
*Pelo menos 900 das mil medidas provisórias editadas nos quatro governos do PT envolveram propinas.

Fonte: O Globo

Denunciados e investigados por corrupção comandam publicidade da campanha de Haddad

O candidato terceirizado do ex-presidente Lula, Fernando Haddad.
Giovane Favieri, réu por suposta lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, e Valdemir Garreta, colaborador no Peru em investigação sobre caixa dois da Odebrecht, receberam R$ 2,1 milhões da campanha de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República nas eleições de 2018. Sócios na empresa Rental, eles locaram equipamentos e estrutura de gravações à candidatura do petista, em despesa datada da última terça-feira, 25, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Giovane Favieri foi denunciado na Lava Jato em outubro de 2016. Enquanto prestador de serviços de produção de vídeos à campanha do ex-prefeito de Campinas, Dr. Hélio (PDT), em 2004, ele é acusado de ser receptor de parte de empréstimo fraudulento contraído pelo pecuarista José Carlos Bumlai, junto ao Banco Schahin, naquele ano.

Segundo a acusação, Bumlai, que é amigo do ex-presidente Lula, contraiu R$ 12 milhões junto à instituição financeira cujo grupo controlador tinha contratos com a Petrobrás. O valor teria sido abatido de forma fraudulenta. Em depoimento, Bumlai e delatores do grupo Schahin admitiram o suposto crime. O pecuarista foi condenado pelo juiz federal Sérgio Moro 9 anos e 10 meses de prisão na Lava Jato por gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção.

Segundo a Lava Jato, em troca do empréstimo, o Grupo Schahin foi favorecido por um contrato de US$ 1,6 bilhão sem licitação com a Petrobrás, em 2009, para operar o navio sonda Vitória 10.000.

O caso se desmembrou em duas ações. Uma se refere à parte dos valores que teriam sido repassados por Bumlai ao empresário Ronan Maria Pinto. Em outra, é acusado o suposto uso do dinheiro do empréstimo para bancar dívidas de campanha que elegeu Dr. Hélio, em Campinas, em 2004.

O montante teria sido repassado por Bumlai ao grupo Bertin, que, de maneira dissimulada, repassou R$ 3,9 milhões a Favieri, segundo a Procuradoria. O pagamento teria servido para quitar uma dívida de campanha de Dr. Hélio, que fora apoiado pelo PT no segundo turno. Segundo a denúncia, a ordem para abastecer o candidato do PDT teria partido de Delúbio Soares, então tesoureiro petista, também condenado na Lava Jato.

Fonte: Folha de São Paulo

Apesar de preso, ex-presidente Lula está comprando voto e apoio para o PT

Flávio Azevedo
Estou desde cedo ligado nos principais canais de notícias do país. O assunto principal é o debate presidencial promovido nesse domingo (30/09) pela TV Record. Fala-se de tudo (até o Cabo Daciolo está tendo espaço), mas não ouvi nenhuma referência a principal revelação da noite.

Segundo o candidato Álvaro Dias (Podemos), o ex-presidente Lula (PT), a partir da prisão está comprando apoio e lideranças no Nordeste. Por isso, vários políticos do grupo do candidato Ciro Gomes (PDT) estão migrando para o candidato Fernando Haddad (PT).

E todo mundo quietinho, inclusive, o próprio Ciro Gomes, que nada disse sobre isso a longo do debate! Já pensou se fosse Alckmin, Bolsonaro ou outro candidato fazendo isso? Fica cada vez mais nítido que Lula é o Fernandinho Beira Mar da política e que o Fernando Haddad é um mero avatar.

Chamar Bolsonaro de "Trump", de "Bozo" é mole; chamar Ciro de "Cangaciro" é mole; chamar Alckmin de "Picolé de Chuchu" é mole... Quero ver reconhecer que Lula é um picareta. O ex-presidente é a maior liderança política do nosso país, eu concordo com isso. Todavia, "nunca na história desse país" nós tivemos um político tão picareta!

Debate presidencial da TV Record

Flávio Azevedo
O Brasil acompanhou nesse domingo (30/09), pela TV Record, mais um debate presidencial. Iniciado às 22h e apresentado por Celso Freitas e Adriana Araújo, o debate teve momentos ânimos acirrados e união dos candidatos do centrão contra o líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL); e o vice-líder, Fernando Haddad (PT).