sábado, 9 de fevereiro de 2019

"Que Rio Bonito Nós Queremos?" - Fogo

Flávio Azevedo
Para o nosso quadro "Que Rio Bonito Nós Queremos?". Que fosse um lugar povoado por pessoas que não incendiassem a nossa combalida área verde. Que fosse um lugar onde quem deveria fiscalizar e punir esse tipo de delito não ficasse encapando incendiários inconsequentes com historinha de "combustão espontânea", entre outras coisas. Vamos em frente!

Preso com pistola 9mm na Praça Cruzeiro em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Uma ação da Polícia Militar de Rio Bonito tirou de circulação, nessa sexta-feira (08/02), um elemento que portava uma pistola Taurus 9mm. Os agentes da lei encontraram Luan Carlos Azevedo Quintanilha, de 29 anos, na Rua Araribóia, bairro Praça Cruzeiro. Segundo registro feito na 119ª DP (Rio Bonito), pelo canal 190 os policiais receberam a informação de que um homem, trajando uma camisa do Brasil estaria portando uma pistola. Luan foi encontrado conforme denúncia com a pistola na cintura. 

Depois de passar pela 119ª DP para os registros protocolares, o preso foi conduzido a 118ª (Araruama) onde foi preso conforme o Artigo 16 da Lei 10.826/03 (Estatuto do Desarmamento). Na oportunidade os policiais militares aproveitam para destacar a importância das denúncias.
– É impossível para a polícia estar em todo lugar, por isso nós precisamos do apoio da população. O cidadão é o olho da Polícia na comunidade. Mas é importante destacar que as denúncias precisam ser detalhadas, oferecer dados sólidos, informações precisas, porque quanto mais rica for a denúncia maiores serão as chances de sucesso da operação que será montada para apurar o fato que está sendo denunciado – explica o delegado Luiz Henrique Ferreira Guimarães em conversa com a nossa reportagem. 

Motos barulhentas infernizam Rio Bonito

Flávio Azevedo
As descobertas sobre o problema começaram com a despretensiosa postagem do carro da Guarda Municipal de Rio Bonito em Tomascar.
A postagem despretensiosa de um carro da Guarda Municipal (GM) de Rio Bonito, parado em Tomascar, nas proximidades do restaurante de Marilene, o Restaurante Tomascar, acabou provocando uma discussão muito interessante que julgo merecer algumas reflexões sobre o comportamento da nossa gente. O assunto, inclusive, já foi alvo de outros textos, alguns, inclusive, provocaram a ira da turma que “passa pano” em maus comportamentos que resultam em situações desconfortáveis e/ou trágicas que poderiam ser evitáveis.

“Motos Barulhentas” é um problema que têm se agravado em nossa cidade. Há algumas semanas eu escrevi que determinados meninos entendem sua moto como um prolongamento do pênis ou algum tipo de confirmação de virilidade. A turma que gosta de ‘passar pano’ em maus hábitos juvenis não gostou. Não estou preocupado.

A foto que postei da viatura da GM, eu recebi de um seguidor das minhas mídias. Inicialmente eu pensei que durante o patrulhamento, a hora do almoço chegou e por estarem em Tomascar, próximo a um dos melhores restaurantes do município, eles resolveram almoçar. E não vejo nada de mais nisso. Mas que nada! Acabo de saber, através de milhares de mensagens, que não existe mais sossego em Tomascar, a principal característica daquela outrora aprazível localidade.
Segundo os testemunhos que me enviaram, o volume de moleques presepeiros fazendo estripulias com suas motos é uma festa, sobretudo nos fins de semana. Além das gracinhas ainda tem os escapamentos e o “barulho infernal”. 
– A impressão que se tem é que existe uma competição entre eles para descobrir qual moto é mais irritante. Você não consegue comer sossegado, eu inclusive, não vou mais a Tomascar, porque lá é um lugar família. Você vai a Tomascar, depois do almoço você dorme... Lá você vai buscar tranquilidade e não aborrecimento. A última vez que eu fui eu não conseguia conversar. Os proprietários do restaurante são uns amores, a clientela é muito bem atendida, a comida é ótima, eles não têm nada com isso, mas não dá para frequentar com aquele barulho infernal – disse uma das pessoas que conversa comigo.

As motos barulhentas têm enchido o saco da população em vários pontos do município, a começar da Praça Fonseca Portela. Em alguns momentos não se consegue comer com tranquilidade. Os mais prejudicados são aqueles que trabalham nos trucks e trailers que já não suportam mais a zoeira da garotada sem noção e ao que parece sem pais.

Outro ponto a se destacar é que a GM sozinha não resolve o problema das motos barulhentas. Se alguém pensa isso está equivocado. Resolver essa bagunça é uma tarefa que obrigatoriamente deve envolver a Polícia, a Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública, Conselho Tutelar, Comissariado de Menores e estratégias que tragam Papai e Mamãe para a mesa de conversas, por serem as primeiras autoridades que tem o papel de impor limites aos desajustados.
O problema é que quando você olha esses órgãos não consegue acreditar que haverá providências. Nunca é demais lembrar que as famílias de moleques barulhentos e inconvenientes (geralmente viram santos depois de uma tragédia) votam. E esse pessoal comumente escolhe votar em quem ‘passa pano’ nesse tipo de comportamento! Já caminhando para o fim dessas reflexões, eu acrescento que sem uma força tarefa que reúna esse conjunto de atores não haverá solução e as motos seguirão infernizando os nossos ouvidos!

Se a ronda da GM em Tomascar teve o propósito de coibir motos barulhentas, no meu entender foi uma tremenda perda de tempo e desperdício de combustível, porque não é a GM que resolve isso. Ela é apenas um dos atores da força tarefa que precisa ser montada para combater esses abusos. E para comprovar que a ida da GM a Tomascar foi em vão, eu pergunto: quantas motos foram apreendidas? Quantos menores identificados e apreendidos? Quantos pais chamados a responsabilidade? Nenhum! É o que me faz acreditar que amanhã os barulhentos estarão de volta. Os guardas municipais podem até estar interessados em ajudar, mas o poder público em seu alto escalão não quer resolver, seguirá inerte e continuará usando a GM para enxugar gelo.

Morada Sports Beach promove o Morada Summer Futevôlei

Flávio Azevedo
O sábado belíssimo de sol foi o clima ideal para o “Morada Summer Futevôlei”, que além do Futevôlei promoveu ainda torneio de Futredinha, Futmesa e sorteio de brindes, para os muitos atletas que compareceram ao Morada Sports Beach, a casa do Esporte no bairro Green Valley. 

Um dia de confraternização e competição entre atletas e velhos amigos que aproveitam o esporte para reencontros e apurar a forma física. As atividades começaram cedo e ainda estão rolando no Morada Sports Beach.


O banquinho, o sofá e o vizinho sem Educação

Flávio Azevedo
Aqui na Serra do Sambê, nessa área que tem uma ótima sombra, alguém de coração generoso construiu um banco de madeira. Quem mora na parte mais alta do bairro, geralmente senta, descansa, toma folego para seguir a caminhada, atualiza as mensagens do celular. Hoje, outra alma generosa, talvez pensando em oferecer ainda mais conforto aos que passam, colocou dois sofás usados próximo do banco. Se os objetos forem devidamente ajeitarmos, eles serão de grande serventia aos que param nessa sobra para recobrar as energias.

Esse texto é uma rápida e significativa aula sobre os variados olhares que a mesma cena pode ter. Estudamos isso exaustivamente na faculdade. Como eu ando meio cansado de esculachar gente relaxada e sem espírito coletivo, mudei o viés da narrativa sobre a ação de um vizinho desprovido de espírito público. Descrevi a cretinice do sujeito de forma mais positiva (a grande mídia adora isso, eu detesto).

PS: aproveito a oportunidade para cutucar, outra vez, a Prefeitura de Rio Bonito sobre a questão da destinação de inservíveis, resto de obra, entulho e poda de árvores. Como está o negócio da empresa que trabalha com a coleta desse tipo desse material? Alguma resposta positiva? Ou seguirão dormentes e inertes como se nada tivesse acontecendo?

Metrô na Serra do Sambê

Flávio Azevedo
Dias atrás eu anunciei que a Serra do Sambê foi escolhida para receber a primeira estação de metrô de Rio Bonito. Um espantalho estava metido no buraco sinalizando a novidade. No dia seguinte, operários da Prefeitura de Rio Bonito estiveram no local e acabaram com o nosso sonho do metrô.

Descobrimos que era uma manilha quebrada que provocou o buraco. Feito o serviço falta agora desocupar a calçada que ficou tomada de paralelepípedos, saco de cimento e entulhos; que estão obstruindo a passagem dos serranos.


Cultura e poesia na pauta do Programa Flávio Azevedo

Flávio Azevedo
O poeta Ivaan Navi no Programa Flávio Azevedo
O Programa Flávio Azevedo dessa sexta-feira (08/02) recebe o poeta Ivan Navi. Vamos falar da sua carreira e do sarau de poesia e música que acontece nesse sábado na Pinacoteca Municipal Antonio Benevides Filho, no Centro de Rio Bonito, nesse sábado (09/02), a partir das 16h.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Autoridades em alerta com barragem que pode levar água de Rio Bonito para Maricá

Flávio Azevedo
Reunião na CEDAE com autoridades de Rio Bonito, Tanguá e Itaboraí.
Nessa quinta-feira (07/02), o prefeito José Luiz Antunes (PP), acompanhado do presidente da Câmara, vereador Humberto Belgues (PSL); e do secretário municipal de Obras e Serviços Públicos (Smosp), Eliton Figueiredo; estiveram na Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae). Eles foram recebidos pelo novo presidente da estatal, Helio Cabral. Também marcaram presença os prefeitos de Tanguá e Itaboraí, Valber Carvalho (PTB) e Sadinoel Oliveira (MDB), respectivamente. O encontro foi ciceroneado pelo secretário estadual das Cidades, Juarez Fialho.

Na pauta, o abastecimento de água para Rio Bonito e Região, um desafio que o governo do estado há anos, entra governo e sai governo, não consegue superar. Segundo as nossas fontes, a delegação de Rio Bonito tinha um interesse especial no encontro. A retomada do projeto de levar água da Cedae para o 2º Distrito e Sambê, além da regularização do abastecimento para bairros centrais que seguem sofrendo com a falta d’água.

Na pauta principal, um projeto audacioso que vem sendo anunciado pela Prefeitura de Maricá desde 2018. Em parceria com o governo do Estado, está sendo planejada a construção de uma barragem entre os municípios de Rio Bonito e Tanguá para abastecer localidades maricaenses que sofrem com a falta d’água. Segundo informações divulgadas nas mídias oficiais da Prefeitura de Maricá, será formado um lago com uma área de 500 hectares com condições de produzir uma vazão de 800 litros por segundo. Desse volume, 500 litros por segundo seriam direcionados à Maricá e 300 litros por segundo para Tanguá. O projeto está orçado em R$ 250 milhões e inicialmente seria custeado pela Prefeitura de Maricá.

O que está preocupando o prefeito José Luiz Antunes é que estão planejando e projetando um equipamento que vai captar água de Rio Bonito. Mananciais da Região de Tomascar seriam captados para formar a barragem. Atualmente as águas produzidas em Braçanã, o Rio Caceribu, já abastecem Tanguá. Segundo interlocutores do chefe do Executivo, no entendimento do prefeito, o município precisa ser compensado por essas explorações.
– A nossa arrecadação é pequena, a nossa Secretaria Municipal de Meio Ambiente tem poucos recursos e aqueles que estão lucrando com a exploração da nossa água deveriam compensar Rio Bonito de alguma maneira. Precisamos de recursos para combater o desmatamento e promover o reflorestamento de áreas degradadas, o que é fundamental para que os nossos mananciais sigam produzindo a água que todo mundo quer, mas não recebemos nenhum recuso para isso. O estado sequer cumpriu o compromisso de levar água tratada para o 2º Distrito e para o Sambê – afirma um dos interlocutores do prefeito em conversa com a nossa reportagem.

Defendendo Rio Bonito
Prefeito José Luiz Antunes e
Vereador Humberto Belgues
Em sua mídia social e na Fanpage da Câmara Municipal de Rio Bonito, o presidente da Casa, vereador Humberto Belgues; afirma que o prefeito está atento a esses movimentos da Cedae e conta com o apoio do poder Legislativo. O presidente do Legislativo também vê o prefeito desconfiado com esses projetos e afirma que as experiências anteriores contribuem para essa desconfiança.
– Em 2011, quando o prefeito Mandiocão assinou a concessão da água de Rio Bonito para Cedae, a parte que mais interessou foi o acordo de levar água para o 2º Distrito e para o Sambê, compromisso que não foi cumprido pela Cedae. Isso deixa o prefeito muito desconfiado. Estão fazendo planos contando com a água de Rio Bonito, mas que vantagem Rio Bonito terá como município produtor do principal produto que está em negociação? – questiona Humberto.

Para o presidente da Câmara, a Cedae já usa o manancial de Braçanã para abastecer Tanguá e o município de Rio Bonito não recebe nenhum tipo de beneficio ambiental ou econômico por isso. O vereador acrescenta que entende a necessidade dos maricaenses, mas destaca que puxar água de Rio Bonito para outros centros sem que o território riobonitense esteja sendo atendido em sua totalidade não está certo.
– Eu fico imaginando como deve sofrer a população de Maricá sem água, a pressão que deve existir sobre os governantes daquele município por conta desse problema, mas precisamos defender a nossa população. Somos representantes do povo de Rio Bonito e precisamos defender os interesses de nossa gente e por isso estamos aqui dialogando com o estado – destaca Humberto.

A barragem
Irinaldo Cabral e o secretário Adyr Mota; apresentam o projeto de abastecimento de Maricá.
Enxergada como solução para o problema da falta d’água em bairros de Maricá, a barragem é um projeto da Prefeitura de Maricá com a Cedae. O equipamento vai garantir o abastecimento hídrico para todo o município pelos próximos 20 anos. A expectativa é que o projeto fique pronto em cerca de três anos. 

O sistema vai funcionar com adutoras a partir do reservatório. As tubulações serão subterrâneas e terão 23km de extensão até Maricá. Ao chegar na cidade, uma parte da água será direcionada para a Estação de Tratamento de Água (ETA), já existente no Flamengo, que tem capacidade de operação de 120 litros por segundo. Outra parte será destinada para uma nova ETA, ainda sem local definido, mas que terá capacidade de tratar 400 litros por segundo.

Segundo o coordenador de saneamento da Secretaria de Urbanismo de Maricá, Irinaldo Cabral, a ideia surgiu para suprir a necessidade de atender a região central do município, abastecida pelo Rio Ubatiba. Porém o crescimento da cidade foi maior do que a capacidade de fornecimento do rio. Uma parte de Itaipuaçu e Inoã já é beneficiada por tubulações ligadas ao sistema Imunana-Laranjal, operado pela Cedae, mas com a expansão urbana o abastecimento está insuficiente.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A Saúde está dominada por máfias e criminosos

Flávio Azevedo
CTIs sofrem com as máfias da Saúde há muitos anos.
O governo federal está encontrando dificuldades para sanear os vícios e maus costumes que dominam os hospitais federais do Rio de Janeiro. Segundo o noticiário, as unidades estão tomadas por máfias políticas e dominadas por toda espécie de ave de rapina. Tem até milícias. Sempre que falo de Saúde e das máfias do setor, eu gosto de contar a historinha das vagas de CTI vivida por mim.

O ano, salvo engano, era 1999. Eu era um dos auxiliares de supervisão de Enfermagem do Hospital Regional Darcy Vargas (HRDV) de Rio Bonito. Uma gestante estava internada há vários dias e esperava transferência para uma maternidade que tivesse CTI adulto e principalmente um CTI neonatal, equipamento que poderia receber um recém-nato prematuro e mantê-lo com vida.

Estava difícil arrumar a vaga. Até que depois de dias nós conseguimos. Por desempenhar uma função administrativa e por causa do déficit de funcionários, eu fui escalado para acompanhar a gestante até aquele hospital, uma maternidade de referência do Rio de Janeiro.

Entramos na unidade e as dimensões eram gigantescas, sobretudo para nós que estávamos acostumados com o HRDV. Entramos no CTI e fiquei impressionado. O espaço era maior que a maternidade do Darcy Vargas. A unidade dispunha de duas equipes e cerca de 20 leitos, todos vazios. Quando eu vi todas aquelas vagas eu fiquei intrigado, mas logo a minha surpresa daria lugar a uma profunda irritação.

Questionei a um dos profissionais que recebeu a nossa paciente, se todas as internas do CTI tinham recebido alta ou se haviam evoluído para óbito. Ele me disse que não era nada disso e me explicou que os leitos tinham “dono”. E apontou. “Aqueles leitos ali (cerca de três) são de Dr. Fulano. Aqueles (outros três) são de Dr. Cicrano. Aqueles lá (outros três) são de Dr. Beltrano”. Mostrou leito por leito, deu o nome dos “donos” e fez uma revelação: “independente do leito estar vazio, só internam alguém nessas camas se o “dono” autorizar”.

Aquele profissional, que acredito ser um Enfermeiro, relatou que durante aquela semana que nós do Hospital Darcy Vargas nos desdobramos para transferir para lá uma gestante de risco sem ter sucesso, o CTI esteve exatamente daquele jeito: vazio. E acrescentou: “e essa paciente que você trouxe só foi internada, porque alguém da política conhecia Dr. Fulano, dono daquele leito. Ele que autorizou a internação”.

Quando a minha indignação é muita, eu fico calado. Faltavam-me palavras. Malmente agradeci a atenção daquele colega e vim embora calado. O motorista da ambulância que conhecia bem meu temperamento, na Ponte Rio-Niterói, percebendo que eu não dava uma palavra, olhando para a pista comentou: “essa é a primeira paciente que você trás... Eu venho quase toda semana, nesse e em outros hospitais. Aquilo que você viu acontece em todos os hospitais. Fica assim não... É assim mesmo!”.

Naquela hora eu tomei uma decisão que já vinha acariciando por razões muito similares. Apesar de amar a Enfermagem, aquela profissão não era para mim. Hoje, 20 anos depois, eu tenho a impressão que ali começava sair de cena o Técnico de Enfermagem e nascia um Jornalista.

Variedades e Cake Design na pauta do Programa Flávio Azevedo

Flávio Azevedo
A Cake Design Maristela Almeida Pinto.
O Programa Flávio Azevedo dessa quinta-feira (07/02) segue falando de Segurança Pública e a liberação da foto do marginal que foi preso cometendo assaltos na área de Rio Seco. O delegado libera a foto do bandido para que as pessoas possam reconhecer o marginal para aumentar o número de vítimas e naturalmente o tempo de prisão. Vamos comentar a frente fria que atinge o Estado e trouxe inúmeros prejuízos a cidade do Rio de Janeiro.
Estamos recebendo, hoje, a minha amiga, Maristela Almeida Pinto. Vamos conversar sobre doces, confecção, preparo, segredos, dicas e um pouco da experiência dessa Cake Design que tem se destacado em Rio Bonito e Região com suas atividades. Seja Bem vindo!