sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Presidente da CDL entrega carro da promoção Natal Mais Bonito

Flávio Azevedo
A sortuda, Maria do Livramento Costa; ao lado do presidente da CDL, André Goettert.
Nessa sexta-feira (13/01), o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Rio Bonito, entregou o carro 0km à ganhadora da promoção Natal Mais Bonito. O sorteio aconteceu no último dia 06/01. A sortuda, Maria do Livramento Costa, já saiu dirigindo o veículo. Questionada se costuma ter sorte, ela respondeu “às vezes”, mas acrescentou que “estar viva é o seu grande prêmio”. 
O presidente da CDL, André Goettert; disse que a promoção “Natal Mais Bonito” superou as expectativas e comentou que “se tudo correr bem, no fim desse ano a CDL pode realizar outra promoção, uma vez que a de 2016, pensada para celebrar os 50 anos da CDL foi um sucesso”. A CDL distribuiu em três sorteios, 30 prêmios, duas motos e um carro.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Em Saquarema, vereadores revogam Lei da Ficha Limpa

Mesmo sob pressão popular, Câmara aprovou revogação (Foto: Internauta)
Vereadores de Saquarema revogaram nesta terça-feira (10/01) a Lei da Ficha Limpa, permitindo que pessoas declaradas inelegíveis por serem "ficha suja" assumam cargos na Prefeitura e na Câmara. Oito vereadores votaram a favor e três contra a anulação da lei que estava em vigor desde novembro de 2016 e que complementava a lei federal, estendendo a inegibilidade ao âmbito administrativo municipal. A decisão ainda não foi publicada no diário oficial.

A Lei Municipal nº 1.524, aprovada em 26 de novembro do ano passado, impedia a nomeação para cargos em comissão, designação para função de confiança e secretários municipais de pessoas declaradas inelegíveis. Com a revogação, pessoas concursadas e não concursadas que foram condenadas por crimes, tiveram o mandato cassado ou renunciaram para evitar a cassação poderão ser nomeadas para cargo de chefia, direção e assessoramento.
A lei municipal complementava a Lei Complementar Federal nº 64/90, modificada pela Lei Complementar nº 135/2010 (conhecida como "Lei da Ficha Limpa"). Os vereadores Rodrigo Borges (PSDB), Guilherme Pitiquinho (PSB) e Bruno Pinheiro (PDT) votaram contra o projeto. Já os vereadores Roger Gomes (PTN), Abraão da Melgil (PTN), Bebeto do Rio Seco (PR), Evanildo (PHS), Elisia Freitas (PDT), Dra. Raquel (PR), Adriana de Vander (PRB) e Janderson da Educação (SD) votaram favoráveis ao projeto. Dois vereadores não votaram.

Fonte: G1

Matheus Neto fala sobre desafios da Secretaria de Saúde de Rio Bonito

Flávio Azevedo
O secretário municipal de Saúde, Matheus Neto (E), com o jornalista Flávio Azevedo.
Nessa quarta-feira (11/01), eu fui recebido pelo secretário de Saúde de Rio Bonito, Matheus Neto. Conversamos sobre o setor, os desafios da nova função e o estado em que ele encontrou a Saúde do município. Dialogamos sobre as unidades da rede municipal, perguntei sobre como será a relação dele com o Hospital Regional Darcy Vargas; e também ouvi o secretário sobre os medicamentos que foram encontrados as margens da RJ - 124 no último sábado (07/01). 

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Mais um incêndio criminoso na Serra do Sambê, em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Apesar do forte calor, da estiagem e do desconforto que gera qualquer tipo de fumaça, sobretudo para aqueles que enfrentam doenças respiratórias, um amaldiçoado tocou fogo num terreno aberto na Serra do Sambê, levando risco a uma residência. O incidente aconteceu na tarde dessa terça-feira (10/01). O espaço é o mesmo que sempre é incendiado por vagabundos que insistem em saber como será a vida deles após a morte: no inferno. 

Ainda bem que para cada amaldiçoado existe uma multdão de abençoados. Vizinhos se mobilizaram para ajudar, a vereadora Marlene Carvalho (PPS) esteve no local para prestar auxílio a moradora; e homens do Destacamento do Corpo de Bombeiros de Rio Bonito debelaram as chamas que tiveram início por volta das 17h45min.

A Formiga Tucandeira

Flávio Azevedo
Hoje eu fiz uma postagem falando sobre a “formiga tucandeira” e vi que muita gente, apesar de conhecer os efeitos dessa formiga, não sabe que ela é mais perigosa do Brasil. Segundo as minhas pesquisas, ele não tem veneno capaz de matar, mas sua picada pode fazer a pessoa desmaiar de dor.

Um ritual indígena macabro usa estas formigas para testar a valentia dos meninos. O ritual, que pode ser visto entre os índios Mawés, é uma espécie de passagem para a idade adulta. O indígena, com cerca de 14 anos, tem a sua mão colocada dentro de uma luva cheia dessas formigas. Ele precisa suportar a dor. Só os jovens que resistem à prova são tidos como emancipados e aptos para o casamento.

Em Rio Bonito, há cerca de 30 anos as pessoas lidam com “formiga tucandeira”. Aos 16 anos, o riobonitense recebe a picada da “Tucandeira”, que se manifesta de três maneiras: o indivíduo picado passa a ter horror de política e se afasta do meio, ele pode desenvolver aversão ao inseto; ou pode simplesmente desenvolver uma paixão tão doentia pela tucandeira, que ele não consegue perceber os efeitos do seu veneno. #flavioazevedo

Rio Bonito decreta “estado de calamidade pública financeira”

Flávio Azevedo
A Prefeitura de Rio Bonito decretou, nesse sábado (07/01), estado de calamidade financeira por conta do agravamento da crise pelo qual atravessa o município. A medida permite redução de funcionários públicos, inclusive concursados, e torna legal a utilização de recursos de outras pastas para quitar dívidas, além de permitir a interrupção de determinados pagamentos se necessário. A medida vai impactar o quadro de funcionários da prefeitura, que não contará com contratados nesse primeiro momento. Segundo integrantes da gestão municipal, somente setores muito específicos estão sendo ocupados. O decreto vale para os próximos 120 dias e pode ser prorrogado.

O Decreto 004/2017 foi publicado na edição 505 do jornal Gazeta Rio Bonito. A gestão municipal fez quatro considerações para justificar o “estado de calamidade pública financeira”. Primeiro, o Ato aponta o estado de insolvência nas contas públicas, por conta do não pagamento dos salários de dezembro e 13º salário. Depois aponta a falta de transição, “que implicou em descontinuidade dos serviços públicos essenciais frente ao ora descoberto grave quadro de descompasso entre receitas e despesas”.

Outra consideração apontada no Decreto 004/2017 é que o ambiente de insolvência acarretou graves dificuldades na execução de serviços públicos essenciais, “o que poderá implicar em colapso municipal”. A última consideração aponta que é preciso a administração pública pautar os atos e procedimentos pelos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

O Artigo primeiro do Decreto 004/2017 decreta o “estado de calamidade pública financeira” no âmbito da Prefeitura Municipal de Rio Bonito, impedindo o cumprimento das obrigações assumidas. O segundo Artigo decreta que “ficam as autoridades municipais autorizadas a adotar medidas excepcionais a fim de racionalizar e viabilizar a execução de serviços públicos essenciais”.

O que é estado de calamidade pública financeira

Dos números caóticos apresentados pelo município para o mundo concreto, a de Rio Bonito é atrasos recorrentes nos pagamentos do pessoal ativo, inativo e pensionistas; inadimplência perante os fornecedores; paralisações e possibilidade de greves em diversos órgãos e instituições municipais com dificuldades de funcionamento mínimo. Os principais motivadores para o “estado de calamidade pública financeira” é a crise econômica que assola o município; a queda na arrecadação; a preocupação em honrar os compromissos; as dificuldades na prestação de serviços públicos essenciais e a preocupação com a possibilidade de um eventual colapso administrativo.

Como consequência desse regime excepcional e com base naquelas justificativas, o decreto autoriza a adoção de medidas necessárias à racionalização de todos os serviços públicos essenciais. O Decreto também objetiva chamar a atenção do estado para a grave situação financeira em que se encontra o município e respaldar as autoridades públicas municipais para que tomem decisões e adotem medidas de natureza administrativa de caráter urgente e, em certos casos, até mesmo drásticas, para permitir a regular e satisfatória prestação de serviço á sociedade.

O que diz a Lei de Responsabilidade Fiscal

Feita esta contextualização é importante analisar o que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que no seu artigo 65 indica que “na ocorrência de calamidade pública reconhecida pelo Congresso Nacional, no caso da União, ou pelas Assembleias Legislativas, na hipótese dos Estados e Municípios, enquanto perdurar a situação: I – serão suspensas a contagem dos prazos e as disposições estabelecidas nos artigos 23 , 31 e 70; II – serão dispensados o atingimento dos resultados fiscais e a limitação de empenho prevista no artigo 9º”.

Portanto, a LRF permite, com a decretação de calamidade pública pelo Poder Executivo, mas desde que seja reconhecida pela Casa Legislativa. Atendida a condição legal, a LRF autoriza a suspensão temporária (e enquanto se mantiver esta situação): a) da contagem dos prazos de controle para adequação e recondução das despesas de pessoal (artigos 23 e 70) e dos limites do endividamento (artigo 31); b) do atingimento das metas de resultados fiscais e; c) da utilização do mecanismo da limitação de empenho (artigo 9º).

Apesar das possibilidades previstas pela LRF nesses casos excepcionais para a Decretação do estado de calamidade pública, estranhamente, até o presente momento, não se verificou o reconhecimento formal de tal estado por parte da Câmara Municipal de Vereadores, tal como exigido pelo caput do referido artigo 65 da LRF como condição para fruição das excepcionalidades fiscais acima descritas. Cabe registrar que a falta de reconhecimento pela Câmara não afeta a validade e a eficácia do decreto do estado de calamidade pública, apenas impede que o município se beneficie da suspensão temporária daqueles rígidos mecanismos da LRF que visam garantir o equilíbrio fiscal.

Em Rio Bonito, pagamento e 13º salário dos servidores "sem previsão"

Flávio Azevedo
O governo mudou, mas não mudou o sufoco do servidor municipal de Rio Bonito que está sem o pagamento de dezembro, que deveria ter sido pago até o 5º dia útil de janeiro; e o 13º salário, que deveria ter sido pago pela gestão anterior até o dia 20 de dezembro de 2016. 

Nessa segunda-feira (09/01), um grupo de servidores, entre eles representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe); estava na Secretaria Municipal de Administração procurando respostas. Segundo as nossas fontes, o mantra "sem previsão" da gestão anterior acabou sendo adotado pelo atual governo.

Todos sabem que a atual gestão, que começou no último dia 1º de janeiro encontrou a Prefeitura em situação caótica, mas o que incomoda o servidor é que não existe sequer uma comunicação oficial. 

Também se espera que toda essa situação encontrada seja devidamente catalogada, apresentada ao Ministério Público e a sociedade riobonitense.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Decreto que aumentou passagens municipais em Rio Bonito é revogado

Flávio Azevedo
O novo prefeito de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, o Mandiocão (PP); reduziu o valor da tarifa cobrada pela empresa que explora o transporte público no território municipal. O Ato é de 05/01, mas a publicação Oficial só ocorreu nesse sábado (07), na edição 505 do jornal Gazeta Rio Bonito. Desde o último dia 1º de janeiro, quem usava os serviços da empresa São Geraldo pagava R$ 3,30 para circular pelas linhas do Centro. Já quem circulava pelas linhas do interior precisa desembolsar R$ 4,21. O Decreto 002/2017 revogou o Decreto 485/2016 assinado pela ex-prefeita Solange Almeida (PMDB) e publicado em 31/12/2016. Com a revogação, os passageiros voltaram a pagar R$ 3,00 e R$ 3,80 para circular pelas linhas do Centro e interior, respectivamente.

Nas redes sociais a população comemorou a decisão do chefe do Executivo. Desde que assumiu, principalmente pelas redes sociais, a população fez pressão pela revogação do Decreto que aumentou os preços das passagens. A internauta Elizete Demier classificou os Atos da antiga gestão como “destempero sem limites”.
– Ferrou o povo e para fechar com chave de ouro, esse aumento da passagem. Fala sério! Beijinhos não pagam passagem, nem coloca comida na mesa do trabalhador! – disparou. 

Quem também deixou o seu comentário foi o internauta, Lucas Mendes. Ele parabenizou o prefeito José Luiz Mandiocão e acrescentou que assim como Crivella tinha revogado Atos do Eduardo Paes no Rio de Janeiro, em Rio Bonito a mesma coisa poderia acontecer. “Essa notícia me deixa feliz, porque o prefeito tomou uma atitude sensata em prol da população; e tudo que for para o bem do povo riobonitense terá o meu apoio e o meu aplauso”, comentou.

O Decreto

A revogação do Decreto 485/2016 foi embasada em cinco considerações. A ausência de fundamentação, como formulação de cálculos, para motivar o aumento das passagens; a crise financeira que o Brasil atravessa e provoca perda no poder aquisitivo do cidadão; e a necessidade de locomoção das pessoas através do transporte público rodoviário municipal e a dificuldade delas em custear tais despesas, por conta do aumento no valor da tarifa. Ou seja, como muitas pessoas não tem outro meio de locomoção o progresso da cidade pode ser limitado, assim como os mecanismos de superação da crise.

O quarto item considerado no Decreto de revogação do aumento das passagens aponta o momento crítico e político e considera que diversas medidas aplicadas no último ano colocaram Rio Bonito em estado de insolvência, inclusive, com dívidas de folhas de pagamento e 13º salários de servidores. Outra consideração foi que com a elevada taxa de desemprego, o aumento das tarifas sem a devida comprovação analítica em equação matemática não convém à sociedade.

Por fim, ao revogar o Decreto que aumentou as passagens, o poder Executivo considerou que o reajuste realizado e publicado no último dia de mandato da ex-prefeita (31/12), num cenário em que não foi ofertada transição entre mandatos, e sem qualquer fundamentação capaz de ensejar o reequilíbrio econômico financeiro aludido, mostra ser necessária a anulação do Decreto 485/2106.

Ponte de Lavras está caindo e moradores temem isolamento

Flávio Azevedo
A ponte de Lavras pode cair a qualquer momento. Esse receio já se arrasta há cerca de um ano e nenhuma providência foi tomada pelas autoridades municipais. Esse problema é mais uma herança que o atual governo recebeu da gestão que terminou em 31/12/2016. Depois uma chuva forte que atingiu o município em fevereiro de 2016, uma das cabeceiras da ponte está ruindo. 

A queixa dos moradores é que o ônibus que atende a localidade não está passando pela ponte, o que tem causado transtornos aos que dependem dessa prestação de serviço.
– O curioso é que somente o ônibus da São Geraldo não passa pela ponte. Os caminhões que entregam material de construção passam por ela, o caminhão do gás passa, os ônibus de excursão passam normalmente pela ponte, os caminhões que entregam bebidas nos bares daqui de Lavras passam sem questionar, mas a empresa de ônibus fica fazendo esse doce – critica uma moradora que conversou com a nossa reportagem.

A ponte de Lavras é uma daquelas que tem calha mais estreita que a da rua, como acontece com outras pontes em Rio Bonito, inclusive, no Centro da cidade. A desculpa de que essa ponte é estreita por ser numa localidade interiorana é balela, porque no Centro da cidade, várias outras pontes têm dimensões inferiores a calha da rua. As justificativas para esse estreitamento são inúmeras, entre elas, que os engenheiros e projetistas desejavam economizar; que poderiam estar bêbados quando desenharam o projeto; ou que se orientado pelo rascunho do que projetaram quando construíram essas pontes.

Descarte irregular de remédios e seringas na ViaLagos pode ser da Prefeitura de Rio Bonito

Flávio Azevedo
Um motorista flagrou, na tarde desta sexta-feira (6), um descarte irregular de remédios e seringas na RJ-124 (ViaLagos), na altura no município de Iguaba Grande, na Região dos Lagos. As dezenas de caixas com os produtos estavam localizadas no Km 38 da rodovia e algumas delas estavam com adesivos da Prefeitura de Rio Bonito, na Região Metropolitana. 
– Estava passando na rodovia no sentido Cabo Frio, aí parei para tomar uma água. De repente, a gente se deparou com a situação. Tinha que fazer alguma coisa, porque é dinheiro público, é crime ambiental. É o dinheiro das pessoas. Fico chateado com essas coisas. Quantas pessoas não precisam desses remédios? E tem um monte sendo estragado – disse o motorista, que não quis ser identificado. 

Segundo matéria veiculada na página da Prefeitura, o secretário municipal de Saúde, Matheus Neto esteve no local, nesse sábado (07/01), para aputar o assunto. Ele foi ao local com uma equipe da Vigilância Sanitária e da Guarda Municipal, onde constataram o ocorrido.
– Assim que eu soube sobre essa suspeita, fiz questão de acionar todos os órgãos competentes para apurar esses fatos e, se for comprovado que são itens desviados da prefeitura, faço questão de acompanhar pessoalmente toda a apuração e me assegurar que os responsáveis sejam punidos com o maior rigor possível – explicou Matheus.