sábado, 9 de janeiro de 2016

Parabéns Zeca Novais!

Hoje é aniversário do meu amigo, Zeca Novais. Ele chega aos 30 anos nos presenteando com o orgulho de ver um projeto sócio cultural se tornar realidade. Através do nosso Zeca e do seu sonho de abrir uma Lona na Lua, o município de Rio Bonito esteve na mídia positiva da principal entidade de imprensa do Brasil, as Organizações Globo. Muitos anos de vida, parabéns, grato pela sua amizade e siga sonhando sempre!

Cadê o pagamento?

O Programa Flávio Azevedo dessa quarta-feira (07/01) recebeu ligação de uma servidora do município de Rio Bonito, que reclamou o atraso do pagamento. Segundo ela, na Secretaria Municipal de Administração a resposta é que o pagamento só será efetuado depois do dia 15 e janeiro. Ela fez outro questionamento: “e as minhas contas, irão esperar até o dia 15 de janeiro?”.

Em tempos de crise econômica, contas para pagar, impostos que vencem no início do ano e época de comprar material escolar, os servidores municipais de Rio Bonito seguem sem respostas. Especialmente nesse início de ano, a Prefeitura dá sinais claros de estar sem comando!

A Comunicação Oficial não esclarece, porque os entulhos se acumulam nas calçadas, porque os postos de Saúde estão fechando ao meio dia, a razão do atraso do pagamento do funcionalismo, entre outros esclarecimentos. Curiosamente, a última postagem do Facebook da Prefeitura é uma notícia requentada: a pavimentação do Conjunto Habitacional Flor da Esperança, no Segundo Distrito, realização ocorrida em meados de 2015.

Dia do Leitor

Nesse dia 07 de janeiro comemora-se o “Dia do Leitor”. Como eu sou alguém que constantemente estou produzindo conteúdo, eu quero abraçar os meus leitores e agradecer a todos pelo carinho, atenção, respeito e crítica aos meus textos e produção em geral. Obrigado e vamos seguir lendo e escrevendo! Abraço em todos!

Homenageando o comerciante Carlinhos da Cocada em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Um dos tradicionais doceiros de Rio Bonito, o popular Carlinhos da Cocada, que faz seu ponto na Rua Dr. Francisco de Souza (no Supermercado Multimix); e na Praça Dr. Astério Alves de Mendonça (Casas Bahia); é o nosso homenageado em mais uma reportagem que pretende prestigiar os dedicados brasileiros, que apesar da humildade das suas funções, contribuem para manter o país caminhando. Há cerca de 25 anos na atividade, Carlinhos revela que o trabalho ambulante lhe deu vida nova.
– Eu tinha problemas como fumo e álcool. Cheguei perder alguma coisa na vida por conta do vício, mas depois que parei com tudo isso e me dediquei aos meus negócios, eu recuperei tudo. Esse negócio de vício não serve para ninguém. O melhor a fazer é ficar bem longe dessas coisas – alerta Carlinhos, que é morador da Viçosa, onde tem um mercadinho e uma lanchonete.

Na carrocinha de doces de Carlinhos, além das cocadas de variados sabores, os clientes já se habituaram a encontrar o tradicional cuscus, o bolo de aimpim, o quebra queixo e o pé de moleque. O comerciante lembra que ele está nesses pontos de segunda à sexta-feira e destaca que aos sábados os clientes também encontram maçã do amor na carrocinha.

Limpeza urbana deixa a desejar e dengue preocupa riobonitenses

Flávio Azevedo
O lixo que se acumula na Travessa Carvalho está tomando toda a extenção da Travessa.
Em tempos de dengue e muita gente preocupada com os problemas que giram ao entorno da doença, é necessário lembrar que a responsabilidade do combate ao Aedes Aegypti é uma responsabilidade de todos. Sociedade e governo devem estar juntos nessa missão, mas o protagonismo é do governo, que não tem feito a sua parte.

Em Rio Bonito, por exemplo, a gestão municipal tem deixado a desejar, sobretudo no quesito Saúde preventiva e as técnicas de higiene e profilaxia. Em várias ruas de todos os bairros, o lixo, os entulhos e restos de podas de árvores se acumulam. A população, com razão, está preocupada, com medo e indignada.

A dengue e as novas doenças que chegam a reboque dela (Zika e Chikungunya) têm deixado alarmadas, grávidas e mamães, sobretudo as progenitoras de crianças na primeira infância. As portas de emergência do município (HRDV e UPA) estão lotadas, mas o governo, por culpa da sua própria ineficiência, não consegue conquistar a parceria da população nessa batalha.
A nossa reportagem percorreu ruas, prédios públicos abandonados (antigo Posto Amir Branco) e descobriu cenários de guerra. Na Travessa Carvalho, na Serra do Sambê, o monturo de entulho no fim da rua é do conhecimento da Prefeitura, mas segundo o morador Isaias Siqueira, há três meses ninguém comparece ao local. Até a Rua Wilson Kleber Moreira, onde reside a prefeita Solange Almeida (PMDB) o se acumula. O mesmo cenário na rua seguinte, a Valter Pereira Senra.

Na Av. Santos Dumont e na Serra do Sambê também tem entulho. Nos acessos a Serra, pelas Ten. Cel. José Marinho e José Miranda da Motta, as montanhas de entulho e lixo se destacam. A Trav. Eugênio Cândido do Nascimento é uma das mais sujas e a esquina da Oscar Nunes com a José Miranda da Motta oferece um visual medonho. O desleixo está presente em vários outros pontos.

Saúde e economia na pauta do Programa Flavio Azevedo

Nessa terça-feira (05/01), eu recebo no Programa Flávio Azevedo, o empresário André Luis Alvares​, o popular Pijama. Estamos debatendo a gestão do município e aspectos voltados, sobretudo a Saúde de Rio Bonito e Região. Temos como investimento no setor, financiamento de prestação de serviço na Saúde, combate a dengue, a responsabilidade do poder público e do cidadão, entre outros temas. 

Ouça o programa na íntegra no site do jornal O Tempo​, no link a seguir: http://www.otempojornal.com.br/site/programa-flavio-azevedo/item/1178-saude-e-economia-na-pauta-do-programa-flavio-azevedo

Todos contra a Dengue!

Flávio Azevedo

Na manhã dessa terça-feira (05/01), eu postei a foto da piscina de uma casa na Av. Manuel Duarte, nº 387, muito suja e um convite ao Aedes aegypti. Cinco horas depois, eu recebi, do proprietário da residência, uma foto da piscina limpinha. Para os críticos e bobalhões, esse é o meu papel. A exposição de um assunto através da informação de alguém e a solução da questão pelo exposto. Conclusão: menos um criadouro de mosquito da dengue.

O amigo já pensou? Se cada crítica que eu faço a gestão municipal, em vez de biquinho, carinha feia e pombagirisse de puxa saco, a Prefeitura respondesse acertando o problema e me mandando a foto da solução? Seria um avanço para a sociedade de Rio Bonito. “Podem confiar”! 

Estou com dengue!

Flávio Azevedo
Por conta de manchas na pele, alguma coceira e sensação de desconforto nas articulações, sobretudo das mãos, eu decidi vir a UPA de Rio Bonito. Cheguei por volta das 22h, fui bem atendido na recepção, na triagem, mas o atendimento médico demora, hein! A casa, na hora que eu cheguei, estava lotada. Segundo a pessoa que me atendeu, cerca de 200 pessoas chegaram, hoje, na UPA com sintomas similares aos meus. Boa sorte para nós, porque ainda não fui atendido.

Aproveito a ocasião para alertar: a dengue é um mal que nós fabricamos através do nosso relaxamento, falta de bom senso e educação. Não adianta você limpar o seu quintal, cuidar do seu lixo com responsabilidade; e eu ser um porcalhão. O mosquito nasce no meu lixo e pica você! Os governos são ruins, mas boa parte da população não ajuda!

PS: apesar da crise, que atinge em cheio a Saúde, eu julgo ser importante a Prefeitura, em conjunto com o Hospital Darcy Vargas, começar a pensar em salas de hidratação, se preparar para fazer muito exame de sangue, porque o verão está prometendo "ser quente"!

Passagens municipais mais caras em Rio Bonito a partir de 10/01

A partir do próximo dia 10 de janeiro, as tarifas do transporte público municipal serão reajustadas. Segundo fontes, o aumento será da ordem de 10%. A tarifa “Centro”, de R$ 2,70 sobe para R$ 3,00. A tarifa “interior”, de R$ 3,40 vai para R$ 3,80. Uma fonte na São Geraldo, empresa que explora o setor, afirma que cerca de 70% dos passageiros são beneficiários de Gratuidade (idosos, estudantes, pessoas com necessidades especiais, entre outros), sobrando para os 30% pagantes, o custeio da prestação do serviço.


A matemática usada pelas empresas do setor nunca me convencem, mas também não me convence a postura de quem concede a prestação desse serviço. Se existe perda de arrecadação com os cerca de 70% de gratuidade, outra perda são os ônibus que fazem transporte de pessoas para sepultamentos, geralmente para atender pedidos políticos.

A prática é olhada como comum e simpática por boa parte da população, que não consegue ver o que existe por trás disso. Apesar da cordialidade que esse ato representa, não é possível esconder que o combustível e o motorista do coletivo que está transportando os “enlutados” serão pagos por alguém. Advinha por quem? Sim, pelos 30% que pagam a tarifa.

Muito se fala de implantar outra empresa de transporte público em Rio Bonito, para que exista concorrência, o que seria muito salutar. Todavia, se a cidade continuar na mão de prefeitos “comerciantes” e que chegam ao poder porque tiveram as suas campanhas “financiadas” por interesses empresariais, não vai adiantar nada, porque as outras empresas que começarem a operar por aqui irão incorporar a mesma “parceria” que existe na atualidade.


Concluo destacando que enquanto as cidades forem governadas por políticos que alcançam os seus cargos através do financiamento proveniente dos interesses hegemônicos, as injustiças seguirão ocorrendo.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Eu quero morar no Facebook, e você?

Flávio Azevedo 
Esse Facebook realmente é um ambiente interessante e singular, sobretudo porque a mídia social deu lugar a mais coisas do que pretendia Mark Zuckerberg, o criador do Facebook. Ele pensou estar desenvolvendo mais um instrumento de relacionamento, mas ele estava fazendo muito mais. Sem perceber ele criou ativistas, padres, pastores, homens de negócios, gênios da política, cientistas sociais, sedutoras e sedutores, pessoas honestíssimas, casais felizes, famílias estruturadas, políticos comprometidos, gente preocupada com o bem comum... E não é nada disso! Boa parte disso tudo é um teatro artificial. É o mundo fictício das mídias sociais. O mundo real está no reservado ou no “in box”, onde a vida corre como ela é.

Com a chegada de um novo ano, essa lógica fica ainda mais perceptível e o fato desse ano ser eleitoral (em outubro estaremos escolhendo vereadores e prefeitos), deixa essa realidade ainda mais clara. Muita gente bancando o que não é, muita gente tentando nos fazer acreditar que elas são humanitárias e comprometidas com o bem, quando na vida real elas defendem o contrário daquilo que externam no mundo virtual. O mais grave é que muitos acreditam na ficção que criaram e não são poucos que acabam sendo enredados por esses engodos.

A vida real é dura, é cruel, é injusta, é discriminadora, é preconceituosa, é leviana, é conservadora. A vida real é comandada por forças dominantes que sabem estarem ultrapassadas, mas reconhecer isso significa abrir mão da vida mole que levam. Por outro lado, a competição pela sobrevivência é selvagem. Aliás, esse papo de responsabilidade social – pelo menos no Brasil – é uma grande falácia. A política, que aliada a Educação é o principal elemento de transformação social, é utilizada para alcançar realização pessoal e fechamento de negócios escusos. O pior de tudo é que o cidadão insatisfeito com isso tudo só está incomodado por não estar incluído nos esquemas (as exceções existem).

Por fim, o nosso país sofre com a individualidade, com o egoísmo, com a infantilidade, com o “primeiro eu”, com o “dane-se os outros”, com o “não é meu parente que se arrebente”, com o “se nós estivéssemos lá, nós faríamos igual” etc. Eu estou falando de um culto a conceitos doentios que estão na contramão do que nós vemos diariamente no Facebook, onde vemos constantemente a reencarnação de São Francisco de Assis, de Jesus Cristo, de Mahatma Gandhi, de Martin Luther King Jr.; e figuras do gênero.

A verdade é que chegou a hora de sermos honestos conosco. Nós até podemos enganar os que estão acompanhando a nossa mídia social, mas não é possível tapear quem acompanha a nossa vida real e percebe que aquela conversa otimista de “esqueça a negatividade e ouça o canto dos pássaros” é um cinismo que pretende esconder indivíduos vingativos, desonestos e corrompidos.

Que em 2016 a nossa vida real seja exatamente igual a vida que ostento no Facebook! Que o ativista honesto e comprometido com o bem comum que vendemos na mídia social também exista na vida real. Que os políticos de sorrisos sedutores sejam verdadeiros e comprometidos com as suas responsabilidades. Que os candidatos a isso e aquilo que estão distribuindo benfeitorias a pessoas socialmente vulneráveis sejam de verdade.

Por fim, que os indignados com a corrupção, com a desfaçatez e com o cinismo, que aniquilam o país, empobrecem o estado e assolam o município; consigam finalmente transformar essa indignação em voto e não em mercadoria para ganhar R$ 50,00, alguns tijolos, sacos de cimento, dentadura, areola, agregar um veículo, alugar um imóvel, uma suposta colocação no futuro governo, cirurgia estética, carteira de motorista, combustível para o carro durante as semanas de campanha eleitoral etc.