terça-feira, 11 de agosto de 2026

Iniciado Plano Local de Ação Climática de Rio Bonito

A Prefeitura de Rio Bonito, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil, recebeu representantes de diversos setores da sociedade civil organizada para 1ª Oficina Presencial de Elaboração do Plano Local de Ação Climática (PLAC). O encontro foi realizado na tarde dessa segunda-feira (10/08), no Auditório da Prefeitura. O instrumento marca importante etapa na construção de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável do município.

Rio Bonito faz parte de um grupo de 34 municípios fluminenses selecionados para elaborar seu Plano Local de Ação Climática, em um projeto coordenado pelo governo do estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (SEAS), em parceria com a ONU-Habitat e o ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade.

O PLAC é um instrumento estratégico que orienta os municípios na criação de ações para enfrentar os impactos das mudanças climáticas. Entre seus principais objetivos estão a redução das emissões de gases de efeito estufa, a adaptação aos eventos climáticos extremos e o fortalecimento da capacidade da cidade de prevenir e responder a riscos e desastres.

Nesta primeira oficina foi realizada a etapa de diagnóstico, considerada uma das mais importantes do processo. O encontro permite identificar os principais desafios climáticos enfrentados por Rio Bonito, as áreas mais vulneráveis, os impactos já percebidos no território e as oportunidades para tornar o município mais preparado para o futuro.
A proposta é unir o conhecimento técnico às experiências de quem vive e atua na cidade. As contribuições dos participantes ajudarão a construir um plano alinhado à realidade local, tornando as futuras estratégias mais eficientes e capazes de atender às necessidades da população.

A oficina é de interesse principalmente de gestores e técnicos municipais, estaduais e federais; representantes do setor privado; universidades e instituições de ensino; membros do Poder Legislativo, do Judiciário e do Ministério Público; conselheiros municipais e estaduais de meio ambiente; profissionais de empresas públicas; representantes de organizações não governamentais e associações; além de toda a sociedade civil.

A diversidade de participantes é fundamental para que o Plano Local de Ação Climática represente diferentes perspectivas sobre o território e fortaleça a construção de um território resiliente, sustentável e preparada para os desafios ambientais das próximas décadas.

Fonte: Secom/PMRB

Nenhum comentário:

Postar um comentário