terça-feira, 10 de novembro de 2015

Flávio Azevedo
A professora, Virgínia Borges fala para os alunos da Escola Santos Loureiro.
Na manhã dessa terça-feira (10/11), integrantes da Agenda 21 de Rio Bonito e seus colaboradores estiveram na Escola Municipal Professor Santos Loureiro, em Lavras, interior de Rio Bonito, com o “Projeto Cidade Educadora”. Eu quero agradecer a equipe dessa unidade escolar e aos alunos, a acolhida que nos dispensaram.

Aproveito a ocasião para agradecer os colegas que participaram dessa expedição. Eu não posso deixar de fazer um agradecimento especial a professora, Virginia Borges, que tem dedicado total atenção a esse projeto e nos tem nos emprestado o seu talento. Muito obrigado também ao amigo, Raimundo Ribeiro, que esteve por lá e nos ajudou a fazer àquelas crianças ficarem com “Brilho nos Olhos”.

Valeu galera! A Agenda 21, além das reuniões ordinárias mensais, vai seguir realizando eventos itinerantes e educativos para o crescimento de todos nós e da sociedade!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Flávio Azevedo
Participei nessa terça-feira (09/11), da reunião mensal do Fórum da Agenda 21 de Rio Bonito. Uma reunião quente, animada, cheia de pessoas, onde vários assuntos relacionados ao bem-estar da população riobonitense foram tratados. A condução brilhante e eficaz foi da dupla Mauro Paes e Suely de Paula. O encontro aconteceu na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Rio Bonito.

Em pauta, temas como a construção de uma passarela na UPA, a implantação do Estacionamento Rotativo e políticas públicas que devem focar na conscientização e educação do motorista; os prejuízos que município coleciona por estar em débito com o CAUC; o sonho de uma coleta seletiva de lixo e as políticas públicas que devem ser estimuladas sobre esse assunto; transparência das contas públicas; a criação da Casa dos Conselhos; entre outros temas.

Mistérios da Meia Noite no STJ em Brasília

Flávio Azevedo

Eu sempre digo que a honestidade e a lisura do poder Judiciário impressionam e servem de exemplo para os demais poderes (Executivo e Legislativo). O último ato de retidão: depois de publicar na última sexta-feira (06/11), que amanhã (terça-feira-10/11), às 14h, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) iria colocar em julgamento o processo contra a prefeita Solange Almeida; o registro dessa última movimentação, disponível desde a última sexta-feira (6), desapareceu do sistema e só aparece a tela que noticiava o pedido de vista antecipada do ministro Napoleão Filho.

Conversando com advogados, amigos que são serventuários do Judiciário, eu ouvi várias explicações. Nenhuma delas me convenceu, mas duas me chamaram atenção. A primeira veio de um integrante do governo municipal que além de revelar que a chefe do poder Executivo está em Brasília, soltou a seguinte pérola: “certamente foi uma Cunhada”. A segunda explicação é um verso da Bíblia muito significativo: “tudo posso naquele me fortalece”. kkkkkkk


Christina Lorenzi, você lembra aquela nossa discussão sobre “coelhos na cartola”. Eu disse que nesses casos de desfaçatez e fisiologismo não temos cartola, mas um grande sombreiro. E acrescento: não temos apenas um coelho nesse sombreiro, mas uma ninhada deles! kkkkkkkkkk

A canção de Zé Ramalho, no link abaixo tem um título muito interessante e que tem tudo haver com o que está acontecendo.

sábado, 7 de novembro de 2015

O cinismo na ficção e na vida real é igual!

Flávio Azevedo

O ator Henrique Diaz na pele de Cláudio
Eu estava aqui assistindo a entrevista do Eduardo Cunha (PMDB) ao Jornal da Globo dessa sexta-feira (06/11) e fiquei me perguntando: “será que existe alguém mais cínico que esse sujeito?”. Chega ser engraçada a desfaçatez desse cara!

Eu não sei se você vai concordar, mas o Eduardo Cunha, nos trejeitos, na inflexão de voz, na tranquilidade debochada, nos gestos que buscam transmitir que está tudo sob controle e, sobretudo na picaretagem, lembra muito o empreiteiro fictício Cláudio, interpretado pelo ator, Henrique Diaz, que contracenou com Paola Oliveira, na série Global “Felizes Para Sempre?”. Lembra dele? (foto)


O deputado federal, Eduardo Cunha (PMDB).
É só comparar que você perceberá como são iguais! Será que o Euclydes Marinho, autor da trama, se inspirou no Cunha para construir o Cláudio?

Qual Vai Ser no Programa Flávio Azevedo

Os músicos, Guilherme Adolfo e Lucas Farias são integrantes do grupo "Qual Vai Ser". Essa rapaziada está fazendo um pagode bem bacana, estão sendo muito elogiados e estarão no Programa Flávio Azevedo da próxima sexta-feira (13/11). Sorte a essa garotada muito simpática e de grande potencial. O programa vai ao ar pela Super Rádio Tupi 1340 AM - Leste Fluminense, de segunda à sexta a partir das 13h.

Nota Falsa!

O brasileiro é extremamente espirituoso em suas críticas e manifestações. Só falta, agora, ser coerente na hora de dar o voto! No último dia 04 de novembro, notas iguais a essa foram preparadas por manifestantes e atiradas sobre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que diz serem falsas as acusações de que ele possui contas milionárias na Suíça.

Médicos ou Malas?

Flávio Azevedo 
Há quem enxergue os médicos como pajés, há quem os veja como entidades, há quem tenha certeza que eles são divindades, há quem os entenda como sacerdotes... E não é nada disso. Os médicos são profissionais tão importantes na máquina da Saúde como é a Enfermagem, o nutricionista, a auxiliar de serviços gerais, a copeira, o técnico em manutenção, a recepcionista, o porteiro, o faturista etc.

Por que esse essa abertura? Eu explico: na tarde dessa quarta-feira (04/11), durante entrevista coletiva da diretoria do Hospital Regional Darcy Vargas, eu questionei como a relação deles com o quadro médico, que sempre foi conturbado. Aliás, historicamente a classe médica é um problema em toda administração hospitalar e eu acrescento que é um dos problemas da Saúde no Brasil.

Má vontade, corpo mole, sabotagem, desinteresse, mais amor ao dinheiro que compromisso com aos clientes, entre outras posturas, são algumas das atitudes presenciadas em qualquer profissão, mas quando os ditos profissionais tem salário elevado, o patrão pensa duas vezes antes de demitir e vai tolerando os desmandos. Aliás, não é de hoje que eu venho dizendo isso e destacando que no caso do Darcy Vargas, especificamente, esse setor é um dos principais ralos financeiros da instituição.

Alguém se sentiu ofendido, reclamou do meu pensamento e ressaltou que eu não posso generalizar a crítica direcionada a essa categoria. Eu concordo, até pretendo fazer isso, mas somente depois que os defensores dos médicos pararem de generalizar a defesa, porque tem muito mala.

Concluo lembrando que eu não sou curioso, nem falo sem ter conhecimento de causa. Além de jornalista, eu sou técnico de enfermagem, trabalhei na área por 15 anos, sendo que seis desses anos no Hospital Darcy Vargas. Sei o que estou dizendo! Quem faz diferente disso – eu conheço vários – parabéns!

Processo contra prefeita Solange Almeida terá novo ato no próximo dia 10 de novembro

Flávio Azevedo

Publicação no ww2.stj.jus.br
Em pauta nesse sábado (07/11), o desdobramento de um dos processos contra a prefeita Solange Almeida (PMDB). Após o pedido de vista do ministro Napoleão Nunes Maia Filho, feito em 21 de setembro, o procedimento estará em pauta para julgamento pela Primeira Turma do STJ, no próximo dia 10 de novembro (14h). A notícia movimenta os grupos políticos de Rio Bonito, mas as poucas informações sobre o assunto acabam trazendo entendimentos equivocados sobre o que está acontecendo.

Diante desse cenário, eu julgo serem necessários alguns esclarecimentos, porque até os puxa sacos e membros do DOI-CODI desconhecem o que realmente está acontecendo. A “martelada” nela já foi dada há anos. Nas instâncias inferiores, a Justiça já determinou a perda do mandato e a cassação dos direitos políticos da prefeita Solange Almeida, salvo engano, por seis anos.

Todavia, como no Brasil a Justiça é injusta (com o réu e com a sociedade), uma série de instrumentos jurídicos dá a ela uma falsa sobrevida, que tem dois únicos objetivos: o enriquecimento de advogados e operadores do Judiciário; e manter o réu achando que pode se salvar.

Eu gosto sempre usar o exemplo do ex-presidente Fernando Collor, que teve o mandato de presidente da República cassado; e os direitos políticos suspensos por oito anos. Depois de cumprir a sentença a ele imposta, Collor voltou ao cenário político e, hoje, é senador da República. Caso ele ficasse recorrendo, comprando sentença, entre outras artimanhas, certamente ainda estaria enrolado com a Justiça.

No caso da mandatária de Rio Bonito, tivesse ela sido afastada da política na época da primeira sentença contra ela, o prazo de afastamento já teria sido cumprido, ela já teria pago o que a Justiça entende que ela deve pagar e, hoje, ela estaria livre desse peso para seguir na vida pública.

É bom salientar que não existe inocência da prefeita. O que existe é uma sentença bem pesada contra ela, a comprovação, nos autos, de que ela é culpada das acusações que foram feitas contra ela; mas a sentença não é cumprida por conta de artimanhas jurídicas. Simples assim!

Devo acrescentar que cada pessoa entende a decisão da Justiça de uma maneira. O puxa saco tem um olhar, o apaixonado tem outro, o parente enxerga de outra maneira, o cidadão consciente vê de outra forma, o que tem raiva dela percebe por outro prisma; e o próprio réu também tem o seu juízo de valor, geralmente baseado no seu nível de desfaçatez e cara de pau.

É por aí... Resta agora aguardar se a Justiça será feita ou se teremos outro coelho saindo da cartola do Judiciário!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

FROUXIDÃO, a gente vê por aqui!

Flávio Azevedo
Falando em movimento da sociedade civil organizada por conta dessa barbeiragem que aconteceu com as cobranças indevidas de impostos municipais, primeiro eu julgo ser importante cumprimentar os presentes e as entidades representadas nesse movimento.

Depois, eu quero repudiar os FROUXOS que com o gravador e câmeras desligados são muito falastrões e senhores da verdade. Todavia, falou em fazer entrevista para expor o que estão dizendo, eles saem com a seguinte justificativa: “não rapaz, eu não posso aparecer, porque se não eu posso ser prejudicado, posso ser perseguido, a minha mulher... O meu filho...” A esses ‘trolhas’, eu sugiro ir plantar batatas (para não dizer o português claro)!


É por isso que Rio Bonito, como disse um contador, é essa “baderna”, porque o volume de gente FROUXA e CÍNICA é maior que o de gente HONESTA e de PICARETAS juntos.

Foto: Alex Hudson

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Preconceito e discriminação...

Flávio Azevedo 
"No nosso país, o preconceito está presente no momento em que saímos de casa", disse Taís Araújo em recente entrevista ao ser perguntada sobre preconceito.
Quando a jornalista Maria Júlia Coutinho foi alvo de comentários racistas na grande rede eu preferi não dizer nada. Não demorou muito e nova vítima: a atriz, Taís Araújo, vítima de igual discriminação. Mas por que isso acontece em nosso país? Estamos falando do território do planeta onde mais houve mistura étnica, um país apontado pela antropologia (Roberto Damatta) como “colcha de retalhos”, exatamente por conta da miscigenação de povos... E ainda vemos esse tipo de coisa acontecendo, por quê?

Nesse momento eu creio que é salutar observar os Estados Unidos da América (EUA), hoje, comandado por um negro, porém, um dos territórios onde mais existe preconceito, sobretudo em relação a essa questão de cor da pele. Nos EUA existem escolas para negros, escolas para brancos. Não é segredo a existência dos bairros para negros, por exemplo, o Harlen. Por lá também tem o bairro chinês (Chinatown); o italiano, Little Italy; o Koreatown, destinado aos coreanos; e até o Little Brazil, destinado aos brasileiros.

Nos EUA, o preconceito contra os negros é percebido até nos heróis dos quadrinhos. A discriminação nos EUA e no Brasil é igual, com uma única e grande diferença: o estadunidense assume e reconhece que é preconceituoso. Já no território tupiniquim, as pessoas são levadas a apresentar uma tolerância cínica que no fundo não existe. O resultado são essas manifestações discriminatórias e sem rosto contra personalidades de cor negra. A mídia parece esquecer que os negros constantemente são discriminados em todos os cantos do Brasil, mas a ação só gera manchete quando os famosos são alvo dessa intolerância.
A jornalista Maria Júlia Coutinho é a garota do tempo do Jornal Nacional.
O que poucos escrevem, logicamente para evitar polêmica, é sobre o preconceito que atinge os negros, mas que parte do próprio negro. Ou você não notou que a maior parte dos negros que ganha fama, dinheiro e posição social logo descola uma loira? E as negras que gastam fábulas de dinheiro para alisar os cabelos? E as correções estéticas para atenuar os traços afros? Isso é o que? Essa é a diferença entre EUA e Brasil.

No Tio Sam, a discriminação é condenada, mas existe o reconhecimento de que isso é cultural do estadunidense. Aqui, porém, o que existe é um cinismo que camufla o fato de que somos discriminadores e preconceituosos. Caso as manifestações sejam no campo do mercado (beleza e estética) aí mesmo que todos ficam quietinhos. A verdade é que precisamos evoluir e promover um debate despido de vaidades e sem compromissos com setores do mercado. Quando isso acontecer o cinismo acaba e a conscientização começa.