domingo, 27 de setembro de 2026

Nossa Senhora Aparecida novamente é vítima de desonestidade intelectual

Imbecilidades, idiotices e mal caratismos; são abundantes no período eleitoral. As propostas são substituídas por acusações, mentiras e muita falta de cérebro. Isso pode ser percebido entre os candidatos, principalmente entre os eleitores e para tristeza nossa até veículos de Comunicação. A palhaçada mais recente envolve Nossa Senhora da Conceição Aparecida e a suposta iniciativa de retirá-la do posto de “Padroeira do Brasil”.

ATENÇÃO! Esse título não foi dado pelo Congresso Nacional. A decisão de entronizar Nossa Senhora da Conceição Aparecida como Padroeira do Brasil é da Igreja Católica, iniciativa do papa Pio XI em 1930.

À época, bispos brasileiros pediram ao papa que Aparecida se tornasse Padroeira do país. O movimento ganhou força no Congresso Mariano realizado em 1929, quando representantes da igreja decidiram encaminhar a solicitação ao Vaticano. O papa Pio XI aceitou o pedido em 16 de julho de 1930. Em decreto pontifício, ele declarou Nossa Senhora da Conceição Aparecida "Padroeira principal de todo o Brasil".

Vivemos num país democrático. Quem milita na política e na mídia é livre para pensar e defender o que quiser, mas deveríamos nos abster da desonestidade intelectual. A verdade é que os insatisfeitos com esse título, seja na sociedade e/ou na política, podem espernear o quanto quiser que Nossa Senhora da Conceição Aparecida seguirá plena e “Padroeira principal de todo o Brasil”.

Aos bobalhões que pensam nisso eu vou deixar uma dica: marque uma audiência com o papa Leão XIV e o convença de revogar o decreto pontifício de Pio Xi. Boa sorte! Vamos em frente! #flavioazevedo

OBS: a minha orientação religiosa é evangélica, o que não me impede de achar essa implicância com a Nossa Senhora uma idiotice dos meus irmãos evangélicos que se incomodam com isso. Vão tomar conta das suas ovelhas!

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