sábado, 17 de fevereiro de 2018

Família procura por jovem de 17 anos que desapareceu em Cabo Frio

Flávio Azevedo
Yasmin tem 17 anos e a família diz que não tem namorado e amigos em Cabo Frio.
Amigos de Rio Bonito e principalmente da Região dos Lagos. Uma família de amigos está desesperada com o desaparecimento dessa jovem (foto). O nome dela é Yasmin Deziderio Rocha, tem 17 anos; e foi vista pela última vez, por volta das 13h dessa sexta-feira (16/02), no bairro de Jardim Esperança, em Cabo Frio. Segundo o relato dos familiares, ela saiu para jogar o lixo fora e não retornou. Moradora de Macaé, Yasmin passava alguns dias na casa da avó, em Cabo Frio. Trajava blusa vermelha e short jeans. 
Yasmin mora em Macaé e passava uns dias na casa da avó, em Cabo Frio.
O desaparecimento já foi registrado na 126ª DP (Cabo Frio). Informações podem ser enviadas para o número (21) 97909-1818, que conta com aplicativo WhatsApp. Quem puder compartilhar vai ajudar! Obrigado!

PS: de acordo com postagem da tia da jovem, há cerca de uma hora, em seu Facebook, Yasmin foi encontrada e está bem. Ela agradeceu o empenho e colaboração de todos.

Outra prisão no Rato Molhado em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Na localidade de Cambucás (Rato Molhado), por volta das 19h dessa sexta-feira (16/02), policiais militares prenderam Adilson Pereira Gomes Júnior, vulgo Pavinho, de 21 anos. De acordo com registro feito na 119ª DP (Rio Bonito), policiais patrulhavam a localidade quando os movimentos de um indivíduo chamaram a atenção dos agentes da lei. Feita a abordagem, os policiais descobriram que Pavinho tinha em seu poder 32 papelotes de cocaína (R$ 25,00). 
Depois das ações protocolares, o detido foi encaminhado a 118ª DP (Araruama), onde funciona a Central de Flagrantes e acabou preso conforme o Artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei do Tóxico).

Preso com drogas no bairro Caixa D’Água em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Policiais militares de Rio Bonito (3ª CIA) prenderam nessa sexta-feira (16/02), Jucinei Melo Marcello, de 31 anos. A acusação é de tráfico de drogas. Os agentes da lei foram verificar informações de que um Fiat Marea, cor cinza, placa KNM – 1896, estaria transitando no bairro Caixa D'Água, com Leonardo, apontado como responsável pelo tráfico na localidade. Seguindo as dicas oferecidas à Polícia, a guarnição se dirigiu ao bairro e no ponto indicado encontraram o Fiat Marea. Ao abordar o veículo, dois homens fugiram ficando apenas Jucinei no local. 
Material encontrado com Jucinei.
Após revista foi recolhido, no interior do carro, um caderno de anotações do tráfico no local. Os policiais também encontraram, na mala do Marea, 80 trouxinhas de maconha. Jucinei recebeu voz de prisão, foi conduzido a 119ª DP (Rio Bonito) e posterior encaminhado a 118ª DP (Araruama), onde funciona a Central de Flagrantes. Após ações protocolares da Polícia Civil, Jucinei foi preso conforme o Artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei do Tóxico).

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Griff Papelaria e Papelaria União unidas para a promoção de volta às aulas em Rio Bonito

Flávio Azevedo
A Griff Papelaria e a Papelaria União estão unidas para oferecer os melhores preços e produtos nesse período de volta as aulas pra você. Todos os itens estão em promoção e, nesse sábado, 17 de fevereiro, queima total dos estoques de cadernos de 10, 15 e 20 matérias e mochilas com até 40% de desconto. 

Somente na Griff Papelaria, localizada na Praça Astério Alves de Mendonça, nº 31, Centro de Rio Bonito; e nas duas lojas da Papelaria União. Na Rua João Carmo, nº 39, subida do hospital; e Rua XV de Novembro, nº 265, no Centro de Rio Bonito, em frente a antiga delegacia. Aproveite!

Malandro é Malandro, Mané é Mané!

Flávio Azevedo
A Intervenção Federal na Segurança Pública no Estado do Rio de Janeiro, anunciada nessa sexta-feira (16/02), está gerando debates, questionamentos, recebe críticas, recebe apoios, gera reportagens, provoca opiniões odiosas e justificativas permissivas. No frigir dos ovos, pouco se fala do nascedouro da violência no território fluminense, onde a corrupção se agrava por conta de uma postura natural ao carioca. Um jeito de ser que em vez de ser combatido se foi absolvido como marca da nossa gente. Há quem ache engraçado e até exalte a malandragem em músicas e versos, sem perceber que esse espírito “Pedro Malasartes” que carregamos acabou forjando depois de anos de prática, uma geração que independente de formação acadêmica e/ou classe social, não valoriza o trabalho e busca crescer sem precisar fazer esforço.

Dedos em riste apontando políticos e policiais tentam depositar na conta dos representantes desses setores, a culpa de um problema que da sociedade. Se a corrupção é uma chaga brasileira, ela se agrava no Rio de Janeiro por conta da clássica malandragem. O costume de enxergar somente o problema do outro impede que enxerguemos a nossa culpa. E quem discorda do termo “nossa culpa”, por se acharem fora do problema, esses são os mais culpados. Ninguém está de fora! É um mal coletivo e a única diferença é quem está mais ou menos atolado nesse lodaçal de irresponsabilidade, egoísmo, falência do senso de coletividade e espírito público.

Antes de apontarmos para o fato de que as principais lideranças políticas do Rio de Janeiro estão encarceradas; antes de mirarmos o fato de que vários políticos que, hoje, estão soltos em breve serão presos; antes de apontarmos para a prisão de todos os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (apenas um não estava envolvido); antes de destacarmos que os principais empresários do Rio foram ou estão presos; antes de frisarmos que boa parte do Judiciário fluminense tem comprometimentos importantes com o crime organizado, milícias e são responsáveis por manter gente corrupta no poder; creio que é bom olharmos um pouco para o nosso próprio umbigo. Ao fazer isso, certamente perceberemos que os elementos acima citados cometeram ilícitos por conta da corrupção e também da malandragem.

Não devolver o troco que veio a mais; colocar três pedaços de carne no prato, quando o restaurante orienta pegar apenas dois; sonegar impostos sob o argumento de que os políticos roubam e os serviços não nos são oferecidos na proporção do que nos é cobrado de impostos; não oferecer o lugar para os mais cansados e idosos no transporte público; charlatanismo; o som alto na frente da casa dos outros; a fruta colhida no pomar alheio; dirigir embriagado sem dar importância às possíveis  e fatais consequências; não devolver o dinheiro que tomamos emprestado; o material de construção pego na obra dos outros sem a devida comunicação e devolução; transitar pelo acostamento; a naturalidade que se enxerga a corrupção nas administrações públicas, quando se é beneficiado pela referida administração; não respeitar o cônjuge do outro; e não nos esqueçamos, do emblemático voto vendido, às vezes, a mais de um candidato. Quem de nós nunca cometeu um desses pecados – ou até mais de um – que atire a primeira pedra.

Todas essas práticas são presentes em nosso do dia-a-dia e não estão fincadas somente na corrupção. A verdade é que essas práticas são irrigadas pela malandragem, um estilo carioca de ser que fazemos questão apresentar ao mundo como uma marca só nossa. Em cem anos de malandragem, ninguém parou para refletir que futuro esse comportamento torpe nos reservaria. Quem ousou pensar nisso, foi impelido a ficar calado, “porque não adianta nada falar” ou porque “você vai acabar queimando seu filme e/ou perdendo amigos”, geralmente trambiqueiros.

O garoto que não deseja trabalhar e ter patrão... Vende droga e rouba, porque é “um bom malandro”. Ele cresceu ouvindo reclamações e lamúrias de que trabalho é coisa gente ferrada e que só se deu bem na vida o sujeito que mentiu, falsificou, transgrediu, ludibriou e traficou. E quem deu esse ensinamento menciona até exemplos de bobos (trabalhadores) e espertos (malandro). O policial e o político que se corrompem comumente começam suas carreiras pensando em fazer o certo. Todavia, eles acabam “rindo da honra”, ficando com “vergonha de serem honestos” e são levados a assimilar que estão inseridos num lupanar de oportunidades onde boa parte dos seus pares se prostitui e sempre se dão bem.

Aqui eu termino com a fala do fictício tenente coronel, Nascimento; personagem de Tropa de Elite (o segundo filme). Há cerca de 10 anos, o drama da Segurança Pública no Rio de Janeiro estava expostos nos cinemas. O filme termina com a voz de Nascimento dizendo o seguinte: “O sistema entrega a mão para salvar o braço... O sistema se reorganiza, articula novos interesses... Cria novas lideranças. Enquanto as condições de existência do sistema estiverem aí, ele vai resistir! Agora me responde uma coisa: quem você acha que sustenta tudo isso? É... E custa caro... Muito caro! O sistema é muito maior do que eu pensava! Não é a toa que os traficantes, os policiais, os milicianos matam tanta gente nas favelas! Não é a toa que existem as favelas! Não é a toa que acontece tanto escândalo em Brasília, que entra governo e sai governo e a corrupção continua... Para mudar as coisas... Vai demorar muito tempo. O sistema é foda! Ainda vai morrer muito inocente!”.

Segurança, Serviço e Saúde na pauta do Programa Flávio Azevedo

Flávio Azevedo
O Programa Flávio Azevedo dessa quinta-feira (15/02) já está no ar, hoje, destacando a ação da Polícia Militar na manhã de hoje, no loteamento Verde Vale, na Praça Cruzeiro; e o novo aborrecimento causado pela Caixa Econômica Federal aos usuários da Agência Rio Bonito. Também foi notícia a mulher assaltada por dois marginais que estavam numa moto, na Rua Osvaldo Cruz, no Centro de Rio Bonito.

A Febre Amarela também esteve em nossa pauta, com dicas de cuidados para quem não pode tomar a vacina. A polêmica postagem de Anderson Caldeira, que explanou, em sua mídia social, uma proposta indecente de uma suposta eleitora.

Presos no Morro dos Cabritos na Praça Cruzeiro

Flávio Azevedo
Polícia prenderam quatro homens no Morro dos Cabritos, em Praça Cruzeiro, Rio Bonito-RJ.
Por volta das 10h30min, dessa quinta-feira (15/02), policiais militares foram a Praça Cruzeiro, em Rio Bonito, no Loteamento Verde Vale, verificar denúncia de que um grupo estava acampado, no Morro dos Cabritos, para endolar drogas. Os agentes da lei fizeram um cerco tático e surpreenderam Mateus Lucas da Silva (24 anos); Vinicius Gomes Deolindo (19 anos); Eliezer de Angelo Silveira (29 anos) e um menor (17 anos). 
Com o quarteto foram encontrados dois rádios transmissores, dois carregadores, um aparelho de telefone celular e um caderno de anotações. Os homens foram encaminhados a 119ª DP (Rio Bonito), onde ficaram detidos conforme o Artigo 35 da Lei 11.343/06 (Lei do Tóxico).
Materiais encontrados com o quarteto no Morro dos Cabritos durante a operação da Polícia Militar.


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Paraíso do Tuiuti provoca e ganha apoio popular

Flávio Azevedo
O desfile da escola de Samba Paraíso do Tuiuti é o mais comentado do país nessa segunda (12/02) e ganhou destaque na mídia internacional. A escola arrebatou o publico ao passar pela Marquês de Sapucaí, na madrugada desse domingo; e superou qualquer expectativa, sobretudo com o carro Neo-Tumbeiro, último a passar pela avenida. 

O enredo “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, do carnavalesco Jack Vasconcelos, já está na boca do povo. Na avenida, a escola apresentou um Carnaval ousado, politizado, atual, com críticas claras à sociedade e à política. A agremiação trouxe, em destaque, um vampiro que trajava uma faixa presidencial, uma clara alusão ao presidente Michel Temer. 

Além disso, uma ala tinha manifestantes fantoches (uma cutucada no impeachment de Dilma Rousseff) e o último carro alegórico tinha mãos que controlavam personagens que vestiam camisas verde e amarela que seguravam panelas e colher de pau, outra referência aos manifestantes favoráveis ao impeachment.

Junte a isso, os escravos chicoteados e carteiras de trabalho corroídas, uma crítica clara a reforma trabalhista.
Algumas imagens marcantes que a Paraíso do Tuiuti trouxe para a Marques de Sapucaí.
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, como o nome já diz, tem sua origem no Morro do Tuiuti, em São Cristóvão. Nasceu em 1954 a partir fusão das escolas Unidos da Tuiuti e Paraíso da Bainas, por isso Paraíso do Tuiuti. Entre os seus fundadores estão nomes de destaque da comunidade da época como Pedro Feneno, Duca, João Hilário, Manezinho Sal, João Birão, Zequinha, Neu, Álvaro, Albino, Dona Umba, entre outros.

Nessa segunda (12/02), a Paraíso do Tuiuti domina as rodas de conversa, as redes sociais e o nome da escola ocupa a primeira posição dos tópicos mais comentados do Twitter.

Paraíso do Tuiuti abusa da ousadia e já é a sensação do Carnaval 2018

Flávio Azevedo
Mãos que controlam pessoas de verde e amarelo.
Eu não curto Carnaval, mas sou apaixonado por poesia, por Cultura, pela História do meu país e da nossa gente. Embora o clima “momesco” não me agrade, a aura cultural do Carnaval me atrai. Nunca ousei, nem ousaria escrever sobre o tema, porque eu não domino o assunto. Todavia, analista político que sou, eu não poderia deixar de escrever algumas linhas sobre o desfile da Paraíso do Tuiuti, o melhor que já vi em toda minha vida! Harmonia, buracos entre as alas, bateria, eu não vi nada disso! A TV até tentou, mas bundas, peitos e silicones tiveram que dar lugar política, a cr[itica e a ousadia da escola. Marionetes da TV Globo, digo, comentaristas da TV Globo, estavam sem saber o que dizer, porque se comentassem o que viam poderiam perder o emprego ou ser substituídos.  

O desfile da Tuiuti é o mais comentado do país e ganhou destaque na mídia internacional. O meu Estandarte de Ouro já é dessa escola e o meu título de Campeão do Carnaval 2018 também é para a Tuiuti, que “quebrou tudo” na madrugada deste domingo (11/02) ao passar pela Marquês de Sapucaí. 

Destaque para o "Vampiro do Neoliberalismo", que seria uma mera a alusão ao "neoliberalismo" não fosse a faixa presidencial.
O enredo “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, do carnavalesco Jack Vasconcelos, já está na boca do povo. Na avenida, nós vimos um espetáculo ousado, politizado, atual, com críticas claras e atuais à sociedade e à política. A agremiação trouxe, em destaque, um vampiro vestido de presidente da República, numa clara alusão ao presidente Michel Temer. Além disso, uma ala tinha manifestantes fantoches (uma cutucada no impeachment de Dilma Rousseff) e o último carro alegórico tinha mãos que controlavam personagens que vestiam camisas verde e amarela que seguravam panelas e colher de pau, outra referência aos manifestantes favoráveis ao impeachment. Não podemos nos esquecer dos escravos chicoteados e as carteiras de trabalho corroídas, uma crítica clara a reforma trabalhista.
Carteiras de trabalho destruídas, uma crítica a reforma trabalhista e a reforma da previdência.
O Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti, como o nome já diz, tem sua origem no Morro do Tuiuti, em São Cristóvão. Nasceu em 1954 a partir fusão das escolas Unidos da Tuiuti e Paraíso da Bainas, por isso Paraíso do Tuiuti. Entre os seus fundadores estão nomes de destaque da comunidade da época como Pedro Feneno, Duca, João Hilário, Manezinho Sal, João Birão, Zequinha, Neu, Álvaro, Albino, Dona Umba, entre outros.

Nesse domingo (12/02), a Paraíso do Tuiuti domina as rodas de conversa, as redes sociais e o nome da escola ocupa a primeira posição dos tópicos mais comentados do Twitter.

A letra do enredo da Tuiuti no Carnaval 2018
Não sou escravo de nenhum senhor
Meu Paraíso é meu bastião
Meu Tuiuti o quilombo da favela
É sentinela da libertação

Irmão de olho claro ou da Guiné
Qual será o seu valor? Pobre artigo de mercado
Senhor, eu não tenho a sua fé e nem tenho a sua cor
Tenho sangue avermelhado
O mesmo que escorre da ferida
Mostra que a vida se lamenta por nós dois
Mas falta em seu peito um coração
Ao me dar a escravidão e um prato de feijão com arroz

Eu fui mandiga, cambinda, haussá
Fui um Rei Egbá preso na corrente
Sofri nos braços de um capataz
Morri nos canaviais onde se plantava gente

Ê Calunga, ê! Ê Calunga!
Preto velho me contou, preto velho me contou
Onde mora a senhora liberdade
Não tem ferro nem feitor

Amparo do Rosário ao negro benedito
Um grito feito pele do tambor
Deu no noticiário, com lágrimas escrito
Um rito, uma luta, um homem de cor

E assim quando a lei foi assinada
Uma lua atordoada assistiu fogos no céu
Áurea feito o ouro da bandeira
Fui rezar na cachoeira contra bondade cruel

Meu Deus! Meu Deus!
Seu eu chorar não leve a mal
Pela luz do candeeiro
Liberte o cativeiro social

E seguem destruindo a Serra do Sambê em Rio Bonito

Flávio Azevedo
A nossa página quer cumprimentar o inconsciente destruidor da natureza responsável por incendiar parte da nossa querida Serra do Sambê, em Rio Bonito-RJ, nessa segunda-feira (12/02). Enquanto boa parte da sociedade está curtindo a folia de Momo, pessoas que não devem ter filhos e netos destroem a natureza e consequentemente o futuro! Sem verde não tem chuva, não tem água, não tem amanhã... É claro que a classe política precisa de muito puxão de orelha por uma série de razões, mas os destruidores da natureza, gente que a essa hora está criticando a classe política, são um caso a parte no que tange a desrespeito ao Meio Ambiente. Não é falta de orientação, de campanha e de conscientização!

E vem aquela clássica pergunta:

Será mesmo que só o político é 'filho da puta' nessa história? O brasileiro é muito cara de pau! Convencionou-se xingar e culpar políticos e a Polícia pelos problemas que são criados por uma sociedade picareta e tralha! Existe exceções? Claro! A minoria! A maioria é inconsequente, picareta e infantilizada.

Nessa postagem eu abordo o tema Meio Ambiente, mas em todos os demais setores a dinâmica é igual! E se não gostou do que eu escrevi o problema é seu! Tome vergonha na cara e deixe de ser cínico! Os políticos não são santos, mas nós, a sociedade, também não somos!

Por último: está você preocupado com o meio ambiente? Então anota aí! No próximo dia 28/02, na Casa do Educador, antiga Casa do Futuro, às 18h30min, nós teremos a reunião mensal do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Codema), o espaço ideal para debatermos e pensarmos esses assuntos.

Seria ótimo recebermos por lá todos que tem um mínimo de preocupação com a natureza e um mínimo de consciência ambiental. Sabe quantos estarão lá? Ninguém! É melhor fazer figuração no Facebook!

Como eu escrevi no post de um amigo agora há pouco, reclamar nós já aprendemos; na arte de choramingar nós somos mestres, mas se organizar e reivindicar ninguém quer, porque dá trabalho, gasta tempo e o principal: "eu não ganho nada com isso".

Ou seja, continuaremos girando no mesmo lugar!