O Programa Flávio Azevedo dessa quarta-feira (11/02) repercute a suposta “municipalização” do Colégio Estadual Barão do Rio Branco, de Rio Bonito/RJ. A unidade completou 100 anos de atividade em 2025 e recebeu reformas estruturais importantes. Na Secretaria Municipal de Educação de Rio Bonito, a informação é de que não há conversas sobre “municipalização” e sim o “compartilhamento” do espaço, que receberá estudantes do 1º ao 5º Ano. Esse compartilhamento já acontece nas escolas estaduais dos bairros, Basílio e Boa Esperança, Antônio Lopes Campos Filho e Bernardino da Costa Lopes, respectivamente.
Referência para estudantes do Ensino Médio, o Colégio Estadual Barão do Rio Branco enfatiza o Empreendedorismo e a Iniciação Científica Tecnológica. Segundo estudantes e profissionais de educação da unidade, a redução de salas, a partir da instalação do segmento municipal, atrapalha os projetos pedagógicos (Feira Literária, Matematicando, entre outros). Esse cenário preocupa os responsáveis. Eles formaram uma comissão para levar o caso ao Ministério Público (MP). Uma das alegações, inclusive, dos pais dos alunos menores (da rede municipal), é a diferença de idade entre estudantes, Ensino Médio e 1º segmento do Ensino Fundamental, respectivamente.
Embora não exista oficialmente a ideia de “municipalização” (SIC), o entendimento da equipe diretiva do Barão, dos alunos e seus responsáveis; é de que esse movimento é estratégico para que a “municipalização” ocorra num futuro próximo.
Além do MP, a expectativa dos contrários a “municipalização” ou “compartilhamento” é a mudança de comando na Secretaria de Estado de Educação. Ligada ao ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacelar; preso em 03/12/2025, a comandante da Pasta, Roberta Barreto; estaria de saída. Ela será substituída por alguém indicado pelo deputado estadual, Guilherme Delaroli; atual presidente em exercício da Alerj; e em rota de colisão como o prefeito de Rio Bonito, Marcos Abrahão. A troca de farpas é pública e amplamente divulgada nas redes sociais. Descontentes apostam que por essas divergências Delaroli não permitirá o “compartilhamento” da unidade muito menos qualquer possibilidade de “municipalização”. Vamos em frente! #flavioazevedo
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