terça-feira, 27 de setembro de 2016

Deputado Otávio Leite prestigia comício de Marquinhos Luanda em Rio Bonito

O deputado federal e presidente do diretório estadual do PSDB, Otávio Leite; esteve, na noite dessa segunda-feira (26/09), em Rio Bonito. Ele participou do comício do vereador Marcos Fernando da Fonseca, o Marquinhos Luanda (PMDB), que é candidato a prefeito. O comício foi realizado no bairro Monteiro Lobato. O deputado foi recepcionado por Luanda e pelo jornalista, Flávio Azevedo, candidato a vereador do PSDB. O líder tucano, que está percorrendo os municípios em apoio aos candidatos da sigla, subiu no palanque, confirmou o apoio do PSDB a candidatura de Luanda e pediu votos para o candidato a vereador Flávio Azevedo.
– Pela importância desse município para o Estado do Rio de Janeiro, pela bagunça se instalou aqui, a cidade precisa de alguém com capacidade administrativa, com experiência administrativa, com conceito, para botar ordem na casa. Isso significa dizer que o futuro de Rio Bonito tem nome e sobrenome, é Marquinhos Luanda – disse o deputado, que enalteceu a escolha de um médico, Dr. Jorge Brandão, para compor a chapa de Luanda. “Fez muito bem em escolher um homem com experiência num setor importante: a Saúde, setor que de Norte a Sul do país é sempre apontado como carente de investimento e atenção”.

De acordo com o deputado, “é preciso olhar para frente com esperança, porque há muitos problemas a se enfrentar!”. O líder tucano revelou que chegava de Itaboraí, onde foi instalado o Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj) e discorreu sobre os problemas do empreendimento e destacando o impacto negativo que representa a paralisação do Comperj para a Região, entre elas Rio Bonito.
– Venho, agora, de Itaboraí, onde foi instalado o Comperj. Bilhões foram gastos, bilhões foram roubados, essa que é a verdade! Chegou-se ao fundo poço, mas nós temos que retirá-lo do fundo poço! Temos que soerguer! Eu não tenho dúvidas, quando Marquinhos chegar lá, vamos pedir uma audiência com o presidente da Petrobras para informar a ele a importância que o Comperj tem como um espaço para geração de emprego e renda para Rio Bonito – disse Otávio, acrescentando que “nós do PSDB resolvemos que o melhor caminho para o futuro de Rio Bonito é Marquinhos Luanda; e ao mesmo tempo oferecemos para essa cidade o nome de Flávio Azevedo, nosso candidato a vereador, anote esse nome”.

Finalizando a sua participação no comício, o líder tucano destacou que “a história de Marquinhos Luanda traduz” esperança e frisou que “Rio Bonito precisa de um prefeito com perfil administrador”.
– O homem quando caminha na trajetória da vida, o que vai a frente dele, como abre alas, é a sua história. Este é o homem, por tudo que nos observamos, da sua vitória pessoal, da sua capacidade administrativa, do seu amor a sua cidade. Está na hora de mudar tudo isso aí, de arrumar a casa, porque é um administrador que precisa estar à frente dessa Prefeitura! Marquinhos Luanda prefeito! Vamos a vitória! – encerrou Otávio Leite.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Preso com drogas no Rato Molhado

Uma incursão da Polícia Militar no bairro Cambucás (Rato Molhado) resultou na prisão de Yan Siqueira Damasceno (20 anos), 72 pinos de cocaína, um celular e dineiro. A prisão aconteceu durante patrulhamento de rotina no último sábado (24/09), por volta do meio dia.  Segundo relato dos policiais, ao perceber a presença da viatura, Yan escondeu uma sacola de plástico. A atitude despertou a atenção dos policiais, que abordaram o jovem. Durante a revista, a droga foi encontrada e Yan confessou serem os entorpecentes de sua propriedade. Ele explicou que comprou a droga em Manguinhos, no Rio de Janeiro, com o objetivo de revender.

Diante do relato os policiais conduziram Yan para a 119ª DP e posteriormente para a 118ª (Araruama), onde foi atuado de acordo com o art. 33 da lei 11343/06 (Lei do Tóxico), que condena atos como “importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”. A pena definida para tais transgressões é de cinco a 15 anos de reclusão.

domingo, 25 de setembro de 2016

Uma semana antes das eleições milhares de candidaturas estão indeferidas em todo Brasil

O "cretinismo eleitoral" pode ser atribuído a classe política, ao Judiciário e a parte da população, que se comporta como torcedor e não como cidadão.
O primeiro turno das eleições municipais, no próximo domingo (02/10), terá a participação de milhares de candidatos cujos registros foram negados ou cancelados pela Justiça Eleitoral, mas seguem na disputa apoiados em recursos ainda não analisados. Até o momento, 13.856 postulantes a prefeito, vice-prefeito e vereador estão nessa situação. Eles até poderão receber votos para vencer, mas não é certo que exercerão os mandatos para os quais foram eleitos.

Em todos os casos, os candidatos foram rejeitados por alguma irregularidade que, em tese, os impediria de concorrer. Juízes eleitorais de primeira instância invalidaram os registros de candidatura, mas eles aguardam que seus recursos sejam julgados nos tribunais regionais eleitorais (TREs) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Sem uma decisão definitiva, todos aparecerão com a votação zerada no sistema de apuração na noite de 2 de outubro. No entanto, saberão os votos que receberam porque o número é divulgado em paralelo.

Essa situação já ocorria em pleitos anteriores, mas ficou mais crítica com a reforma eleitoral que diminuiu o tempo de campanha de 90 para 45 dias. Com isso, encurtou-se também o tempo para o julgamento definitivo. Até agora, só 91 recursos estão no TSE, sendo que outros 13 mil ainda podem chegar à Corte. Na eleição passada, no mesmo período, mais de cinco mil recursos desse tipo já tinham chegado ao TSE, última instância da Justiça Eleitoral. Essa diferença se dá justamente porque, em 2012, nessa mesma época, os juízes eleitorais e os TREs tiveram mais 45 dias para julgar os casos.
– Agora que estamos começando a receber os recursos sobre os registros de candidatura no TSE. Vai ser difícil até a diplomação (dos candidatos) ter tudo isso resolvido – afirmou o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes.

Ministro quer sugerir ao congresso mudar lei

Ter o registro aprovado é condição para que o candidato seja diplomado em meados de dezembro e, consequentemente, possa assumir em janeiro. Os ministros do TSE terão que correr para julgar os recursos até a diplomação. Sem esse julgamento, o candidato que foi barrado nas instâncias anteriores pode até ter recebido mais votos, mas não será empossado no cargo. Nas eleições municipais passadas, o número de candidatos barrados a uma semana da votação era semelhante ao de agora. O que mudou é que esses processos estão chegando a Brasília mais perto da diplomação, diminuindo ainda mais o tempo para a Corte decidir.

De acordo com o sistema do tribunal, 699 candidatos a prefeito estão com o registro indeferido, cassado ou cancelado e dependem de julgamento definitivo. Nessa situação, há ainda quase 12,6 mil candidatos a vereador e 585 a vice-prefeito. No caso de vereadores, a falta de julgamento complica ainda mais a situação porque interfere nos quocientes eleitoral e partidário, que define o número de vagas e os eleitos em cada um dos partidos.

O presidente do TSE afirmou que poderão ocorrer situações em que o candidato mais votado para uma prefeitura não assuma porque não teve o registro julgado a tempo. Ou que alguns assumam com base numa liminar. Mendes disse que haverá sessões extras no TSE para julgar os recursos, se necessário. Ele vai sugerir ao Congresso mudanças na legislação eleitoral:
– Estamos discutindo sugerir ao Congresso que abra o prazo de registro antes do período eleitoral. Esse prazo curto tem como resultado um juiz que não tem tempo e aprecia tudo às pressas. Até agora não houve pronunciamento do TSE (sobre os registros) — disse Mendes, explicando que o encurtamento da campanha foi positivo porque diminuiu os gastos; no entanto, o prazo para analisar o registro foi reduzido.

A falta de julgamento definitivo dos registros é ruim para o eleitor: ele pode votar num candidato que, após a eleição, corre o risco de ser considerado inapto. Com isso, o voto no candidato é anulado. Pode haver ainda indefinição de quem serão os candidatos a prefeito que irão para o segundo turno em algumas cidades.

Há uma outra complicação: se um candidato a prefeito tiver mais de 50% dos votos na eleição deste ano e, após uma decisão definitiva for considerado indeferido, a cidade deverá ter novo pleito fora de época, as chamadas eleições suplementares. Entre 2013 e 2015, foram 113. Mendes acredita que esse número vai aumentar.

Como o prazo para troca de candidatos já expirou, os partidos terão que permanecer com os nomes que indicaram para a votação no próximo domingo. O registro pode ser indeferido pelos mais variados motivos: com base na Lei da Ficha Limpa, por falta de documentos, por problemas na filiação partidária. Os candidatos sempre têm os registros rejeitados a pedido do Ministério Público Eleitoral ou dos adversários.

Rio tem 52 candidatos a prefeito barrados

No Brasil, o PMDB é o partido com mais candidatos a prefeitos barrados, com 94, seguido pelo PSDB, com 77. São Paulo tem o maior número de candidatos à sucessão municipal indeferidos com recurso: 129. Minas Gerais tem 99. No Rio, 52 candidatos a prefeito, em 35 cidades, tiveram os registros rejeitados. Em Seropédica, cinco dos sete concorrentes estão com a candidatura indeferida e ainda tentam reverter a decisão.

Entre os barrados pela Justiça Eleitoral até o momento estão oito prefeitos que buscam a reeleição: de Búzios, Rio das Ostras, Teresópolis, Araruama, Iguaba Grande, Conceição de Macabu, Aperibé e Itaocara.

Além de julgar os processos dos candidatos que foram barrados, os TREs e o TSE precisam se debruçar sobre os recursos de postulantes que, embora tenha sido aprovados pelos juízes eleitorais de primeira instância, tiveram a candidatura contestada. Eles também estão sub judice. Quem está nessa situação, no entanto, não aparece com a votação zerada. Ao todo, 6.422 estão nessa condição, sendo 313 do Rio. A Justiça Eleitoral ainda tem que analisar dois mil registros.

A procuradora da República Silvana Batini, professora da FGV Direito Rio, diz que o TRE, não o TSE, deveria ser a última instância na disputa municipal:
– A cultura jurídica brasileira é do inconformismo eterno. Numa matéria eleitoral, que as coisas têm que ser muito breves porque precisa de segurança jurídica, não faz nenhum sentido que haja três instancias julgadoras de registro na eleição municipal.

Fonte: G1

Nova lei exige desempenho mínimo dos candidatos a vereador

Alguns candidatos a vereador de Rio Bonito no pleito de 2016.
Uma mudança na legislação aprovada pelo Congresso na reforma eleitoral do ano passado – e que será aplicada pela primeira vez na eleição deste ano – estipulou uma espécie de "nota de corte", diferente em cada cidade, para um candidato a vereador se eleger. Pela nova regra, os candidatos a deputado federal, deputado estadual e vereador necessitarão obter, individualmente, um total de votos de pelo menos 10% do quociente eleitoral, que é calculado dividindo-se o número de votos válidos da eleição (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras disponíveis na Câmara dos Deputados, na Assembleia Legislativa ou na Câmara Municipal.

Isso está fazendo com que, na campanha deste ano, partidos peçam aos seus eleitores para que abandonem a prática do voto de legenda (aquele em que o eleitor vota só no partido e não especificamente em um candidato). O voto de legenda se soma aos votos que os candidatos obtêm individualmente para fins de se calcular o quociente partidário, que determina o número de vagas na Câmara Municipal ao qual o partido (ou coligação) terá direito – para isso, divide-se o número de votos válidos que o partido ou coligação obteve pelo quociente eleitoral.

Com a mudança introduzida pela reforma eleitoral do ano passado, o voto na legenda contribui para o quociente partidário, mas não ajuda os candidatos a vereador, individualmente, a alcançar os 10% do quociente eleitoral. Um exemplo: se em determinado município, houve 100 mil votos válidos na eleição, e as cadeiras em disputa na Câmara são 10, o quociente eleitoral é 10 mil. Nessa hipótese, com a nova regra, o candidato precisa de pelo menos mil votos (10% de 10 mil) para ter chance de se eleger. Assim, se um partido recebeu 50 mil votos (somados os votos em candidatos e na legenda), e o quociente eleitoral é 10 mil, o resultado da conta dá 5. Portanto, o partido terá direito a cinco vagas.

Se, por hipótese, o quarto e o quinto colocados desse partido não alcançaram, na votação individual, 10% do quociente eleitoral (10 mil votos), o partido perderá essas duas vagas e ficará somente com três. Nesse caso, a Justiça Eleitoral fará um novo cálculo, e as duas vagas serão transferidas para outro partido ou coligação cujos candidatos cumpram o requisito.

O cálculo

*Ao final do primeiro turno, a Justiça eleitoral apurou que houve 100 mil votos válidos (excluídos brancos e nulos) no município hipotético de Campo Feliz. 
*Com base nesse número, calcula-se o quociente eleitoral, que determina o mínimo de votos que um partido ou coligação necessita para conseguir vagas na Câmara Municipal de Campo Feliz. Esse quociente é calculado pela divisão do número de votos válidos pelo total  de vagas que existe na Câmara.
*A Câmara de Campo Feliz tem 10 vagas de vereador. Portanto, para ter direito a uma vaga, um partido ou coligação necessita de pelo menos 10 mil votos (somados os votos individuais em candidatos e os votos dados à legenda).
*A novidade introduzida pela reforma eleitoral de 2015 é que, no exemplo de Campo Feliz, mesmo que o partido tenha alcançado os 10 mil votos, só poderá preencher a vaga se um dos candidatos a vereador desse partido tiver conquistado mil votos (10% do quociente eleitoral) ou mais.
*Se o partido não tiver um candidato com o mínimo de votos exigido, essa vaga é transferida a outro partido ou coligação após novo cálculo.

Fonte: G1

Presos responsáveis pelo tráfico no Gambá e BNH

Uma ação da Polícia Militar, na Rua José Manoel Marques, no Centro de Rio Bonito, terminou com a prisão de Wanderson Peçanha dos Santos, vulgo Caxica (20 anos) e Rafael de Moura Oliveira (21 anos). A operação aconteceu na última sexta-feira (23/09), por volta das 18h30min. Com a dupla, os polícias encontraram 45 frascos e uma garrafa de 500 ml de “loló”; 35 pinos e 11trouxinhas de cocaína; cinco tiras de maconha; e um aparelho celular. Segundo a polícia, Caxica é um dos responsáveis pelo tráfico na Estrada das Olarias (bairro Marajó/Gambá) e Monteiro Lobato (BNH). Policias também afirmam que Rafael, também por envolvimento com o tráfico de drogas, tem passagens pela polícia.

De acordo com a polícia, uma denúncia informou que Caxica estaria Rua José Manoel Marques (transversal a Pedro Colares) endolando drogas. Orientado pela denúncia, os polícias foram ao local e encontraram Caxica. À polícia, ele contou que estava visitando o primo Rafael de Moura Oliveira, que ao ser questionado pela autoridade policial confessou que não é primo de Caxica e revelou que há mais de uma semana Caxica estaria escondendo a droga na mata atrás de sua casa. O produto estaria enterrado no chão.

Rafael levou os policiais até o local e todo material foi recolhido. Caxica e Rafael foram detidos, conduzidos a Delegacia (119° DP) e posteriormente levados para Araruama (118° DP), onde a dupla foi autuada e presa de acordo com o Artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei do Tóxico), que condena atos como “importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”. A pena definida para tais transgressões é de cinco a 15 anos de reclusão.

Para a nossa reportagem, os policiais voltam a destacar a importância da denúncia, “porque a população é o olho da Polícia, que não consegue estar em todo lugar, mas pode ser orientada sobre os ilícitos através das denúncias que podem ser anônimas, mas precisam conter informações precisas para ajudar a elaboração da operação contra o que está sendo denunciado”, explica um policial.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Não é só os políticos que ignoram os movimentos democráticos

Flávio Azevedo
O Motorista Futebol Clube recebeu o encontro dos prefeitáveis promovido pelo núcleo local, do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação
Numa contribuição importante ao momento de eleições municipais, o Fórum da Agenda 21 de Rio Bonito promoveu nessa quarta-feira (21/09), um encontro entre os candidatos a prefeito para conhecer os seus projetos e para que assinassem uma Carta Compromisso que abordava vários temas, entre eles um dos mais ausentes até aqui em qualquer gestão: Transparência. Como de costume o candidato Mandiocão não compareceu.

Prefeitável Luis Benites
No período da tarde, no Motorista Futebol Clube, o núcleo local do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE) promoveu encontro de igual natureza, mas voltado para a Educação. Como de costume, o candidato Mandiocão não compareceu e estranhamente o candidato Marcos Abrahão também não!

Não vou lamentar nem escrever sobre as ausências dos candidatos, mas gostaria de dizer que fiquei preocupado com a ausência da categoria. Contei 16 profissionais de Educação efetivos e a maior parte deles ligados aos grupos políticos envolvidos no evento. Senti falta dos ativistas de Facebook, que reclamam barbaridade de cenário da Educação em nosso município e por lá não compareceram. As perguntas, preparadas para os candidatos, foram excelentes!

Prefeitável Carlos André
Aproveito a ocasião para cumprimentar os meus companheiros de Agenda 21 pela realização, me desculpar por não ter comparecido; cumprimentar os integrantes da direção do SEPE pelo evento; cumprimentar os candidatos que valorizaram ambos os encontros; e frisar aos servidores e a sociedade, que os tempos estão mudando e participar nunca foi tão importante! 

Prefeitável, Marquinhos Luanda

Fecho esta reflexão lembrando que não basta reclamar e choramingar, é preciso participar! E como diz brilhantemente o filósofo Mário Sérgio Cortella, “os ausentes nunca têm razão”! 

O encontro da Agenda 21 aconteceu no teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas de Rio Bonito.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Escolhas voltadas para o umbigo causam desespero

Nas minhas andanças em busca de votos e eleitores indecisos, uma eleitora reclama o caos da Saúde, que além de comprometer a qualidade de vida das pessoas mexe no orçamento familiar: "Flávio, nos Postos de Saúde, há anos eu não encontro os medicamentos que eu uso. Ou seja, eu sou obrigada a comprar os meus remédios com aquele dinheiro que eu comprava uma fruta, uma verdura, para me alimentar melhor e ter melhor qualidade de vida!".

Eu fiquei analisando esse relato e refletindo aquela conversa fiada de “governo da saúde” que foi vendida ao povo em 2012. Isso sem falar na falta de exames, médicos, professores, ingresso na Justiça para não pagar aos profissionais de Educação o que é direito deles etc., etc., etc.

Em 2012, ao meter os pés pelas mãos em pelo menos quatro oportunidades, o ex-prefeito fez campanha para sua adversária (isso ficou muito nítido). Tudo indica que para retribuir o favor, a prefeita passou os últimos três anos fazendo um dos piores governos da história de Rio Bonito. Aliás, ela conseguiu acabar com o que era ruim e piorar o que era bom! Estamos diante de uma gestora que parece ter perdido a razão!

Se o ex-prefeito é uma porta e não ouve nenhuma sugestão, a prefeita tem um ouvido ótimo, mas apenas para ouvir fofocas, porque sugestões e dicas para melhor governar ela não consegue assimilar. Na boa, o resultado da atual eleição não me preocupa, mas eu fico arrepiado com a possibilidade dessa desgraça voltar nas próximas eleições com aquele discurso batido e enfadonho de que está “cada vez melhor” e o povo tomar novo calote. Anote aí! #flavioazevedo45123

domingo, 18 de setembro de 2016

Polícia Militar dá novo bote certeiro no Bosque Clube

Mais um ponto para a Polícia Militar de Rio Bonito (3ª CIA). Nesse domingo (18/09), na Rua Antônio Ferreira Neto, no Bosque Clube, quatro pessoas foram detidas sob a acusação de envolvimento com o tráfico de drogas. Com os homens, os policiais encontraram 92 papelotes de cocaína, 15 de maconha, dinheiro, 100 sacolés vazios para endolação, anotações do tráfico e três celulares Samsung. Ficaram presos Manoelino Duarte Pereira, de 45 anos; e Jhonata Francisco Silva Moreira, de 22 anos.

A operação foi deflagrada depois que uma denúncia anônima (190) informou que “apesar das prisões ocorridas no último dia 15 de setembro, o local ainda estava sendo utilizado para prática de tráfico de drogas”. Policiais foram até o Bosque Clube e encontraram quatro elementos em atitude suspeita. Feitas as abordagens, a quantidade a droga, divididas em duas latas e num maço de cigarros, foi localizada.

Os homens foram conduzidos a 119ª DP (Rio Bonito) e posteriormente para 118ª (Araruama), onde Manoelino e Jhonata foram autuados de acordo com o artigo 33 da Lei 11.343/06 (Lei de Tóxicos), instrumento jurídico que diz: “Importar, exportar, remeter, preparar, produzir, fabricar, adquirir, vender, expor à venda, oferecer, ter em depósito, transportar, trazer consigo, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas, ainda que gratuitamente, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar: Pena – reclusão de 5 (cinco) a 15 (quinze) anos e pagamento de R$ 500,00 a R$ 1,5 mil dias-multa”.

Ainda segundo a polícia, os outros dois homens, de 25 e 20 anos, detidos no local foram arrolados apenas como testemunhas.

Esclarecimento: as fotos chegaram a nossa redação com o rosto dos presos encobertos e sem exposição de motivos para essa cobertura.

Os dois lados da mesma moeda

Flávio Azevedo
Reservei a manhã desse domingo (18/09), para caminhar em busca de votos e eleitores indecisos, nessa minha campanha “pé no chão”. Passei por duas experiências que eu preciso dividir com você, por entender que elas merecem uma profunda reflexão. Assim que descobriu se tratar de um candidato a vereador, um sujeito que eu abordei me chamou no canto e disse que amanhã um boleto dele de R$ 1,2 mil iria vencer. Ele me explicou que tinha R$ 1 mil, faltavam R$ 200,00 e me perguntou se eu poderia completar a quantia. Com um nó na garganta, eu expliquei que essa não é minha metodologia de trabalho. Saí pensando se realmente valia à pena ser candidato a vereador e representar esse tipo de indivíduo.

Ainda refletindo e digerindo a proposta indecente do “boca aberta”, eu cheguei em outra casa. Assim que anunciei a razão da minha visita, o chefe da casa me fez um pedido que me emocionou.
– Já que você está pedindo, eu também vou pedir. Nós estamos precisando de um quebra-molas aqui, porque moramos quase numa esquina e ainda vai acontecer um acidente aqui nesse trecho. Outra coisa que vou pedir: se o senhor realmente ganhar as eleições, por favor, olhe pela nossa Segurança, porque o número de ladrões está grande. Dias atrás entrou um vagabundo aqui na minha casa e tentou roubar uma ferramenta! A minha mulher ouviu os passos, gritou, ele largou a ferramenta e correu. Vários vizinhos estão recebendo esses visitantes indesejáveis. Por favor, se o senhor ganhar, não deixe de atender esses meus dois pedidos! – apelou o cidadão.

Essa visita me encheu de esperança! Confesso que eu estava desmotivado pela proposta indecente do oportunista que queria me tomar R$ 200,00. Todavia, logo a frente eu encontrei um cidadão, uma pessoa decente, preocupada em pedir pela coletividade e não para ele. Termino dizendo que é para representar essas pessoas que eu desejo ser vereador. Passei a manhã caminhando, visitando residências e certo de que embora estejam em minoria, ainda há pessoas que merecem nossa luta por um novo tempo no município, no Estado e no país.

Por uma política em prol da coletividade e contra a picaretagem, vote Flávio Azevedo! Vote 45.123! Se você é "consciente", conto com você! Se é "oportunista", ainda há tempo de adquirir consciência! #flavioazevedo45123
Nos comícios eu tenho dito que não adianta trocar os políticos se a sociedade não trocar os hábitos, práticas e expectativas diante da política e dos políticos.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

A política e os seus caminhos imprevisíveis

Enquanto acompanhava a cassação de Eduardo Cunha, nessa segunda-feira (12/09), um filme passava pela minha cabeça. Lembrei as duas visitas desse senhor a nossa cidade. Ao lado do deputado estadual, Paulo Melo, ele era apresentado como um “baita parceiro de Rio Bonito” e o cara responsável por manter no mandato quem deveria ter deixado o cargo por uma série de irregularidades.

Pois bem. Em 2014 eu acompanhei bem de perto a candidatura ao cargo de deputado federal do vereador Marquinhos Luanda. Inicialmente a ideia foi ridicularizada por muitos, inclusive, por colegas de parlamento. Ele não se importou e saiu em busca dos votos. Eu consigo recordar cada caminhada, cada movimento gesto de Luanda e não consigo esquecer, sobretudo, a perseguição deflagrada contra ele, porque a cúpula do governo municipal entendeu a candidatura dele como um movimento subversivo.

Só para refrescar a memória de alguns, eu gostaria de lembrar que 99% dos funcionários da máquina, ligados a Luanda, foram exonerados. Quem decidiu dar apoio a ele e não a Eduardo Cunha foi pressionado. Na Serra do Sambê, um vizinho nosso que prestava serviço para a Prefeitura promoveu uma confraternização e convidou Luanda. Passou por lá um espião (integrante do DOI-CODI), deu a planta do que estava acontecendo aos seus superiores (que vieram conferir) e no dia seguinte o sujeito estava na rua.

Quem decidia por placa de Luanda em casa era visitado por integrantes do governo. A missão da “guarda pretoriana” era tirar o voto de Luanda e direcioná-los a Eduardo Cunha. Para a candidatura, Marquinhos Luanda só dispunha do Facebook como ferramenta de comunicação. Uma das suas estratégias era publicar fotos das reuniões que fazia na sua mídia social. Curiosamente, no dia seguinte a residência recebia uma reunião pró Eduardo Cunha. É que a “guarda pretoriana” via as fotos no Facebook e partia para lá! Não foram poucas as vezes que isso aconteceu! O remédio foi parar de divulgar as visitas, as reuniões, os encontros, que passaram a ser fortuitos, porque a “guarda pretoriana” estava de olho.

Nada como um dia após o outro...

Dois anos depois, o “baita parceiro de Rio Bonito” está cassado. Aliás, a tal parceria não resultou em nada de bom para a nossa cidade. Dois anos depois, Marquinhos Lunda é candidato a prefeito de Rio Bonito, uma candidatura que não foi planejada pela líder do diretório municipal do PMDB, pois ela tinha outros planos e outros nomes para representar o partido, mas o desempenho de Luanda para a vaga de deputado federal e a forma como lidou com o “vento contra” mostrou que não haveria nome melhor para representar o partido nesse pleito.

Injustamente rotulado como candidato da máquina, Marquinhos Luanda enfrenta outra batalha: mostrar para a população que embora esteja no PMDB ele não é igual ao que representou a sigla até aqui. Digo que é injusto esse argumento de que “Marquinhos é o candidato da máquina”, porque essa máquina que dizem estar ao lado dele é essa que oferece ruas escuras; Saúde doente; postos de Saúde sem medicamentos; falta de exames; entulhos e resto de obras, acumulados e mal descartados; servidores, ativos e inativos, reclamando atraso nos salários; escolas sucateadas; bairros abandonados; folha de pagamento insuflada; obras paralisadas; prédios públicos fechados e abandonados e privados alugados... E dizem que essa máquina que está a serviço do candidato.

É Luanda... Eu conheço a sua história e sei que você está acostumado a superar desafios quase intransponíveis. Penso que você está diante de outro desses desafios! Por isso, como você sempre escreve: “que Deus ilumine os seus caminhos”!