quarta-feira, 30 de maio de 2012

Calendário das Prévias e Encontros 2012


A CEM (Comissão Executiva Municipal) definiu em sua última reunião (16/05) o calendário final do Processo de Definição de Candidaturas:

02/06 – Encontro de Definição de Candidatos que será realizado na Sociedade Musical e Dramática Riobonitense das 09h00 às 12h00.

24/06 – Convenção Oficial que será realizada na Sociedade Musical e Dramática Riobonitense das 09h00 às 12h00.

CRONOGRAMA:

09h00 às 10h30 – Credenciamento (Levar documento com foto)
10h30 às 12h30 - Debates

O Encontro e a Convenção serão abertos a todos os filiados do Partido dos Trabalhadores, porém, só terão direito a voto àqueles que se encontram em dia com suas contribuições partidárias e que tenham ao menos um ano de filiação a contar da data dos eventos.

Saudações PTistas

Final emocionante no Louvar 2012 de Tanguá

Flávio Azevedo

Matheus Caliveira, na categoria Interprete; e Wanderson Tomaz, na categoria Música Inédita, são os grandes vencedores do Louvar 2012. O evento, que foi promovido pela Prefeitura Municipal de Tanguá, através das Secretarias, de Cultura e de Governo, teve a sua grande final na noite do último dia 25/05, na Escola de Qualificação Profissional (EQP) do município. Centenas de pessoas prestigiaram a grande final que trouxe excelentes interpretações, apresentações de alto nível e composições de muito bom gosto.

A abertura do evento, apresentado pela cantora Silvana Cardoso, contou com as bênçãos do pastor José Barreto, assessor religioso da Prefeitura de Tanguá. Afinação, harmonia, presença de palco, entre outros requisitos analisados pelos jurados Marcos Augusto, Rodrigo Cardoso e Luciano Lúcio, músicos experimentados e com vitoriosas carreiras no mundo artístico.

Na categoria “Intérprete”, participaram Quiele Queiroz, com a música “Se Tu Quizeres Crer”; Maria Coutinho, que cantou, “Degrau da Exaltação” (3ª colocação); Matheus Caliveira, “Jesus, Meu Primeiro Amor” (vencedor); Keila Telles, cantando, “O Poder do Teu Amor” (2ª Colocação); e a família Lopes, que trouxe “Asas da Alva”, um clássico da música evangélica, do Grupo Prisma Brasil. A interprete Francine de Castro Correia não compareceu.

Na categoria “Música Inédita”, Flávio Bessa e Pedro Tiago não compareceram. As apresentações foram de Wanderson Tomaz, que cantou “Jesus Está Dentro do Meu Coração” (vencedor); Robson Lopes, com “Existe Um Lugar” (2ª Colocação); e Marcus Vinícius, com a composição “Louvor e Oração de Restauração” (3ª colocação).

Durante o evento o prefeito Carlos Pereira comentou que o Louvar 2012 é um tributo a Deus, “por conta das muitas bênçãos que concedidas”. Concluindo, o prefeito pediu que as pessoas peçam a Deus por Tanguá, porque o município, segundo ele, está carente de paz e passa por um período turbulento no seu cenário político. “A nossa expectativa é que com a proximidade das eleições as coisas piorem ainda mais, por isso precisamos que vocês estejam orando pela nossa cidade”, ponderou o chefe do Executivo tanguaense.

Programa “O TEMPO EM RIO BONITO” recebe Pré-candidato Matheus Neto

Flávio Azevedo

Com o objetivo de receber os pré-candidatos à Prefeitura de Rio Bonito, o programa “O TEMPO EM RIO BONITO” recebeu no último dia 06 de maio, o vice-prefeito Matheus Neto (PSB), para um papo sobre os seus projetos para a cidade. Sobre Qualificação Profissional, o vice-prefeito comentou que para ele o gestor precisa ter o foco em quatro setores chaves: Saúde, Educação, Segurança e Geração de Emprego. Segundo ele, “as oportunidades de emprego são muitas, mas sem qualificação o desempregado não consegue ingressar no mercado de trabalho.
– Hoje, o município oferece três cursos, mas precisamos ampliar essas opções assim como os cursos de nível superior. É importante criar pólos de Educação e investir no que somos referência, como os cursos de Enfermagem, por exemplo, que são bem aceitos em todos os hospitais fluminenses – disse Matheus, acrescentando ser necessário estimular os cursos de idiomas e de informática, formação exigida por toda empresa.

Sobre Turismo, tema apontado pelo âncora do programa como fonte de emprego e geração de renda, Matheus comentou que “esse setor pode ser classificado como uma das principais fontes de crescimento de uma região”. Para o vice-prefeito, uma localidade como Lavras, por exemplo, precisa de infraestrutura (acesso, limpeza das margens das cachoeiras, áreas de churrasqueira) e parceria com a iniciativa privada que pode investir em lanchonetes, restaurantes, pousadas e até em transporte alternativo. Para Matheus, lugares como a Praça do Green Valley e o Parque da Caixa D’Água, também podem ser concedidos a iniciativa privada.

Durante a entrevista também foi abordada a questão da Agricultura, da Indústria e do Comércio, pastas que para o vice-prefeito “precisam ser desmembradas, mas essa é uma ação que deve ser feita com os pés no chão, porque os impactos financeiros gerados pela criação de novas secretarias devem bem analisados”.
– Caso eu seja vitorioso nas eleições, eu vou pedir que o prefeito José Luiz me autorize e enviar à Câmara de Vereadores, um projeto para que possamos reformular o atual quadro de secretarias. Agricultura, Indústria, Comércio, Turismo, Cultura e outros setores importantes, porém, complexos; não podem ficar agrupados numa única pasta – comenta Matheus”.

Atrair empresas para o Condomínio Industrial no 3º Distrito (Basílio) e criar outro condomínio no 2º Distrito (para oferecer emprego para a população de Boa Esperança e adjacências é importante), segundo Matheus, é importante. Ele ressaltou os investimentos feitos no Condomínio Empresarial e disse que quando a atual gestão assumiu a Prefeitura encontrou apenas um pedaço de terra. “Hoje, o espaço conta iluminação, água, duas pontes, mais um milhão de m² e ganhará pavimentação”.

Ainda segundo o vice-prefeito, “o homem do campo deve ser estimulado a ser empreendedor. Precisamos de mão de obra que trabalhe com beneficiamento da banana e do aimpim, por exemplo”. Para Matheus, o aimpim não precisa ser colhido e vendido para o CEASA, porque pode ser beneficiado. “A banana, por exemplo, custa R$ 0,40 na roça, mas oito “bananas passa” custam R$ 5,00. Essa é a opção que precisamos estimular”, pondera Matheus, que defendeu investimentos na Patrulha Mecanizada do município, “mas para atender o produtor rural que queira empreender”.

Já a Indústria e o Comércio, segundo Matheus Neto, precisa do município como um parceiro que ofereça infraestrutura. “A questão do estacionamento, por exemplo, precisa ser pensada. É um assunto que não pode ser analisado politicamente, mas de maneira técnica. Gosto de citar o Projeto Natal Bonito, porque ele foi realizado através de parceria com a iniciativa privada, com associações de classe, igrejas, e acabou demonstrando que essa união é muito salutar”.

Perguntado sobre a origem dos recursos para bancar os projetos anunciados até essa parte da entrevista, o vice-prefeito disse que pode vir de parceria com os governos, estadual e federal, ou de recursos próprios que serão ampliados com a “reestruturação fazendária” que ele pretende. Ser parceiro da classe contabilista é um dos projetos anunciados pelo pré-candidato.
– Investimentos em internet, através de projetos como o “Cidade Digital”, estimulam o domínio da informática e otimiza a gestão pública e privada. Também iremos manter a ideia do carnê do IPTU chegando ao contribuinte em dezembro. Investir no georeferenciamento da nossa Planta Cartográfica, para termos uma real noção do nosso território, é importante e, certamente, será uma das primeiras iniciativas da minha gestão, caso eu tenha a oportunidade de ser prefeito da cidade – discorreu Matheus, revelando que a em 2005, quando o prefeito José Luiz assumiu o município, a base de dados da Secretaria de Fazenda estava apagada, “o que certamente contribuiu para ampliar a Dívida Ativa (cerca de R$ 18 milhões) do município e gerou um inevitável desgaste com o cidadão”.

Questionado sobre a sua relação com o Servidor Municipal, a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) e do Estatuto do Servidor Municipal, Matheus disse que participou pouco dessa questão, afirmou que o prefeito José Luiz conduziu as negociações, e declarou que a decisão conservadora do prefeito foi baseada na preocupação do impacto financeiro (R$ 10 milhões/ano) aos cofres do município.
– Se o PCCR e o Estatuto do Servidor não foram implantados até agora é porque não é uma tareda fácil, mas pretendo encarar esse tema e em conjunto com os setores interessados, porque eu sou filho de uma servidora municipal e eu também sou servidor municipal – declara Matheus, acrescentando que o fato desse debate ter chegado em cima do processo eleitoral acabou sendo negativo.

Ao analisar o caótico Trânsito da cidade, a questão da Segurança e a necessidade da representação política do município, o vice-prefeito comentou que as cidades cresceram, a condição financeira da população também foi ampliada e disse que, segundo um estudo, Rio Bonito tem uma média de 0,7 carros por habitante. Ele lamentou a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), em dezembro de 2004; e também a rejeição da mensagem que previa a criação do “Agente de Trânsito”, pela maior parte dos vereadores (2010).

Sobre Segurança, o vice-prefeito comentou que nos últimos oito anos a administração municipal fez investimentos consideráveis na Guarda Municipal, mas destacou que o municipipio não pode investir em setores onde a obrigação de investimento é dos governos, estadual e federal. “Precisamos colocar Câmeras na porta das escolas; continuar investindo na iluminação pública; e trabalhar politicamente para que o policiamento seja ampliado e para que a Delegacia (119ª DP) seja mais eficiente”, concluiu.

“Deixa o homem trabalhar”!

Flávio Azevedo

“No Brasil, todos nós sabemos, não é fácil trabalhar. Por outro lado, fica ainda mais difícil você investir e ampliar o seu negócio, quando o seu grande adversário é o poder público, que, às vezes, não age com transparência, e, em algumas ocasiões, deixa claro que tem preferência por esse ou aquele comerciante”, desabafa o empresário Nelson Espíndola, proprietário do Bazar Rio Doce, que há cerca de um ano pleiteia colocar uma ponte sobre o rio Bonito para, segundo ele, trabalhar com mais tranquilidade e atender melhor a sua clientela.

Instalado na Av. Manuel Duarte, o Bazar Rio Doce, que foi inaugurado em quatro de setembro de 2010, logo caiu nas graças do riobonitense. Diante da boa aceitação, o empresário se viu obrigado a ampliar os negócios. O que era apenas um bazar virou um mini mercado, ganhou açougue, quitanda e o mais importante: o número de empregados triplicou.

Mas é exatamente a expansão do negócio que parece ser o início dos problemas. Como nos fundos da loja passa o rio Bonito, o comerciante decidiu improvisar uma ponte. O objetivo, segundo Espíndola, era desafogar o transito da Av. Manuel Duarte e não atrapalhar os clientes durante as suas compras.
– É impossível passar com um quarto de boi pelo salão da loja! Conheço o caso de uma pessoa que processou determinado estabelecimento, por ter sofrido um corte fruto de um esbarrão numa peça de carne – conta o empresário.

De acordo com Nelson Espíndola, desde setembro de 2011 o processo (8.000/11) roda dentro da Prefeitura Municipal. “Eu já conversei com o prefeito, com o vice-prefeito, com secretários, mas sempre existe uma desculpa, uma exigência. Gastei R$ 5 mil numa ponte de ferro, mas não me permitiram colocá-la”. Ainda segundo o empresário, no último mês de fevereiro, a ponte improvisada desabou e juntamente com ele, dois funcionários, que estavam trabalhando na ampliação das instalações do bazar, caíram dentro do rio.
– Antes do Bazar Rio Doce eu já havia sido dono de outro comércio em Rio Bonito. Diante de algumas experiências que eu adquiri ao longo desse tempo, eu afirmo que em nossa cidade existe cartel e monopólio em vários setores. Falo isso baseado na dificuldade de se conseguir espaço para trabalhar por aqui – reclama Espíndola, que revela ter ouvido de um empresário vizinho, que ele faria tudo que tivesse ao seu alcance para impedir que ele conseguisse a autorização para instalar a ponte.

O empresário comenta que ficaria conformado se a Prefeitura negasse a autorização e apresentasse um motivo. “O que é humilhante é você perceber que está sendo empurrado com a barriga. Diante desse silêncio, eu sou obrigado a desconfiar que existe interferência de terceiros e favorecimento a esse terceiro”, analisa Espíndola, revelando que a última notícia do seu processo é que ele foi encaminhado para o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), o que, segundo o empresário, confirma a falta de vontade em atendê-lo.

domingo, 27 de maio de 2012

Grupo Adágio Contabile promove arte e boa música

Flávio Azevedo

Formados por professores da Escola de Música TeclaSom, o Grupo Adágio Contabile tem participado com sucesso de cerimônias de casamento, aniversário de 15 anos, bodas e eventos especiais. Entre outros instrumentos, o grupo apresenta músicas, ao vivo, com exibições de Piano, Violino, Canto, Sax e Violão. O grupo também trabalha com sonorização de eventos.

Na contratação do Grupo Adágio Contabile, que tem vasto repertório musical, os instrumentos podem ser escolhidos pelo contratante. O repertório conta com melodias variadas que passam por temas clássicos, trilhas de filmes, arranjos gospel, clássicos da MPB e POP.

O Grupo Adágio Contabile faz a programação do seu evento. Conheça o grupo e o repertório. Agende uma visita a Escola de Música TeclaSom pelo telefone (21) 3634 – 4375, uma unidade que há oito anos está preparando músicos com sólida formação na arte musical.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Poluição sonora toma conta de Rio Bonito

Flávio Azevedo

Já há algum tempo eu venho dizendo que esse negócio de propaganda volante em Rio Bonito está desagradável e tem invadido as nossas privacidades de maneira arbitrária, deselegante e deseducada. Tenho ouvido propagandas de venda de botijão de gás, às 7h da manhã de sábado, dia em que alguns reservam para dormir até um pouco mais tarde. Concordo que as pessoas precisam trabalhar, mas os volumes estão muito altos e circulando muito cedo.

Sente o drama: o veículo passa em frente a minha casa anunciando um culto evangélico. O locutor avisa que a programação na igreja tal será abençoada e diz: “preletores:”... Momento de silêncio, para em seguida disparar: “DJ Galo Branco!”. Eu não entendi nada! A locução continua: “venha e traga a sua família, porque Deus tem reservado uma benção para você”... Momento de silêncio até a voz continuar: “realização: Fenemê!”. Novamente eu não entendi nada!

Curioso, me dirijo à sacada e descubro que são duas motos de som, com o mesmo locutor fazendo a narração das referidas propagandas. O CD de uma falhava, mas o da outra não. Sendo assim, DJ Galo Branco virou preletor de um culto de libertação; e o promoter Fenemê virou pastor evangélico! Como diria aquele locutor esportivo: "que desagradável!".

Quem deveria fiscalizar essa salada e nos permitir ter um pouco de sossego?

Nelinho Auto-Escola mescla modernidade e tradição na formação de condutores

Flávio Azevedo

Com um número incontável de alunos ao longo de 32 anos de atividades ininterruptas, a NELINHO AUTO-ESCOLA mudou para melhor servir clientes e amigos que a empresa, a mais antiga do ramo em Rio Bonito, construiu. De acordo com a direção da Auto Escola, o objetivo do novo endereço (Rua Arthur Bernardes, nº 526, no Centro de Rio Bonito) é oferecer mais conforto e comodidade, mantendo, porém, o bom atendimento e a preocupação em formar excelentes condutores.

De acordo com dados do DETRAN/RJ, de janeiro a maio de 2012, a NELINHO AUTO-ESCOLA, antiga Auto Escola Rio Bonito, é responsável por formar 1,8 mil novos condutores. “Com as mudanças e os investimentos que nós estamos realizando, a nossa expectativa é ultrapassar os 2,2 mil novos condutores que formamos em 2011”, revela o empresário Thiago Quintanilha, que está gerenciando a Auto Escola junto com o seu pai, o popular Nelinho.

Além do novo espaço, que oferece salas amplas e confortáveis; pátio interno para treinamento dos alunos; e recepção moderna e aconchegante; a NELINHO AUTO-ESCOLA, reinaugurada no último dia 12 de maio, conta com uma frota de nove carros, quatro motos, uma carreta, um microônibus; e uma equipe de 16 pessoas, sendo 12 deles, instrutores.

Contatos com a NELINHO AUTO-ESCOLA podem ser feitos através do site www.autoescolanelinho.com.br ou pelos telefones (21) 2734 – 1855 e (21) 7720 – 0980 (ID: 13*909265). A equipe da NELINHO AUTO-ESCOLA aguarda a sua visita!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Torcer pela desgraça do outro é lúdico ou perverso?

Flávio Azevedo

Assim que o árbitro apita o fim do jogo do Vasco contra o Corinthians, pelas quartas de final da Taça Libertadores de 2012 (23/05), ouço uma saraivada de fogos de artifício, certamente de algum engraçadinho que comemora a eliminação da equipe cruzmaltina! Acredito que só o ser humano tem a capacidade de tripudiar sobre a desgraça e a tristeza alheias!

Seja a derrota do clube do coração, a morte de algum ente querido, alguma perda financeira, um desenlace amoroso, o ser humano caminha de braços dados com o egoísmo. Só ele quer se dar bem e os outros que se explodam. A impressão que tenho é que no Brasil, terra de gente alienada e carente de valores, esse quadro é mais acentuado! Ao inferno com essa babaquice de rivalidade! Eu não vou estimular esse comportamento terceiromundista, que é defendido sob o cínico argumento de que também acontece nos Estados Unidos e na Europa!

A minha posição está mantida! Penso ser necessário enfatizar (alguns lêem mais não entende) que eu não disse que a comemoração da desgraça alheia veio de flamenguistas, tricolores, vascaínos, botafoguenses ou torcedores do Motorista FC. Eu escrevi que soltaram fogos após a eliminação do Vasco e achei ridículo.

Torcer para o outro se “fuder” (desculpem a clareza do termo) é um péssimo sinal. Isso me faz ficar cada vez mais descrente da sociedade que eu vivo, porque a coisa é mais feia do que parece! Talvez seja por isso que a nossa sociedade caminha a passos largos para o caos!

Vão surgir alguns engraçadinhos, adeptos da teoria do relativismo e do “isso não tem nada a ver”, para dizer que eu estou errado e para desqualificar o meu pensamento, mas eu penso dessa maneira e tenho certeza que essa postura bárbara e anacrônica é a base para outras atrocidades que vemos acontecer diariamente!

Eu não compactuo com esse tipo de comportamento e não vou ingressar nas fileiras da babaquice e da alienação porque alguém, quem não bota a massa cinzenta para funcionar, vai me considerar sentimental e antiquado!

OBS: estes desequilibrados que na foto acima aparecem brigando no estádio, se questionados dirão que "futebol é assim mesmo".

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Areia contaminada pode causar prejuízos

Flávio Azevedo

Na semana que o coordenador da Defesa Civil Municipal de Rio Bonito, o tenente coronel Bombeiro, Rafael Camilo, acompanhado engenheiro civil, Valdir Duarte, que faz parte do quadro do órgão, em entrevista ao programa “O TEMPO EM RIO BONITO”, aconselharam as pessoas que estão fazendo obra a não comprar qualquer areia, a nossa reportagem surpreendeu um caminhão, as margens do rio Bonito sendo carregado com a areia que foi extraída do rio.

Segundo o engenheiro, “caso a matéria prima não seja de boa procedência, ou seja, tenha origem em rios com águas contaminadas, os prejuízos podem ser grandes para a estrutura da obra”. Vale destacar ainda, que além do risco da areia contaminada, as pessoas que trabalham fazendo a extração do produto atuam sem qualquer tipo de proteção. Existe fiscalização para isso?

Delegado de Rio Bonito pede atenção para os ‘golpes’

Flávio Azevedo

A manutenção do fechamento da Av. Castelo Branco (Rua dos Bancos) não foi o único assunto de destaque da reunião do Conselho Comunitário de Segurança (CCS) de Rio Bonito, no último dia 14 de maio. Segundo o delegado Paulo Henrique da Silva Pinto, os golpes, modalidade de crime muito manjada, continuam fazendo vítimas pelo Brasil e também em Rio Bonito. De acordo com o delegado, apesar do natural constrangimento da vítima, o assunto precisa ser abordado e exposto para que menos pessoas sejam vítimas.

De acordo com ele, recentemente, em Rio Bonito, uma pessoa recebeu um telefonema informando que ela havia sido sorteada pelo “Caminhão do Faustão”, mas para receber o prêmio seria preciso que ela depositasse certa importância em determinada conta. “Também temos a história do sequestro. Alguém liga imitando uma criança chorando ou uma mulher desesperada. O bandido diz que só libera a pessoa mediante ao depósito de determinada quantia. Depois da transferência do dinheiro a vítima descobre o engano”, alertou.

Outros tipos de golpes

Outros três golpes que estão sendo empregados por bandidos é o sujeito que chega a determinado estabelecimento comercial falando ao telefone celular. Enquanto ele fala no telefone, ele comenta com um funcionário do estabelecimento que o patrão, supostamente conversando com ele do outro lado da linha, está mandando que a pessoa lhe entregue uma quantia. “A atuação do bandido é tão convincente que o funcionário cai no golpe”, disse o delegado.

Outro golpe é o bandido que se apresenta em determinado comércio como engenheiro e profissional em dedetização e limpeza. Ele diz já ter prestado serviço para determinado empresário importante da cidade e que esse empresário o indicou para esse novo serviço.
– Em algumas situações, os bandidos chegam a sugerir que o dono do estabelecimento deixe a chave da loja com ele, para que ele faça a limpeza a noite e não atrapalhe o expediente. No outro dia o empresário chega para descobrir que o bandido fez a limpa nos equipamentos e mercadorias – frisa o delegado.

O caso da compra do cheque também tem acontecido. A pessoa adquire alguma mercadoria e paga com cheque. O golpista, porém, está de olho. No dia seguinte, logo cedo, o bandido vai ao estabelecimento, diz que o dono do cheque é seu patrão e/ou conhecido e que ele mandou trocar o cheque por dinheiro. “Ele compra o cheque e modifica o valor. Sendo assim, um cheque de R$ 80,00 vira um cheque de R$ 2 mil e o prejuízo é do empresário”, conclui.

Um pouco de história

O termo “Conto do Vigário” teria sido originado em Ouro Preto, no século XVIII, quando duas paróquias disputavam a posse de uma imagem. Um dos vigários sugeriu que a peça fosse amarrada a um burro que estava solto na rua. Seria declarada dona da imagem, a igreja para onde o animal se dirigisse. Passados alguns dias, descobriu-se que o tal burro pertencia ao pároco que propôs a disputa – da qual, logicamente, saiu-se vencedor.

Nasce nesse tempo, inspirado nesse ocorrido, o termo “vigarista”, numa referência ao vigário espertalhão. O “Conto do Vigário” passou a ser sinônimo de trapaça que para acontecer precisa que a vítima apresente uma característica básica: ingenuidade.

Mas podemos classificar essas pessoas como ingênuas? Dos mais infantis aos mais sofisticados, os golpes precisam de alguém ganancioso. É comum a pessoa que cai no “Conto do Vigário”, antes de descobrir o golpe, estar alimentando a expectativa de levar vantagem sobre alguém.

Em 2008, a mídia noticiou que a mãe de uma conhecida atriz caiu no golpe do bilhete premiado. Segundo seu depoimento, um homem aproximou-se dela, disse que era analfabeto e mostrou um bilhete premiado da Mega-Sena (R$ 2 milhões). Outro sujeito se aproximou e confirmou a veracidade da história. Diante da confirmação, a mãe da atriz aceitou trocar jóias e dinheiro – calculado em R$ 270 mil – pelo bilhete.

Ninguém notou o mal caratismo dessa senhora? Que tal investir R$ 270 mil para faturar R$ 2 milhões de um analfabeto burro? Não seria mais honesto ela ajudar o analfabeto a encontrar uma Casa Lotérica, onde ele receberia orientações sobre o que fazer para receber os R$ 2 milhões? Ela pagou o preço por ser, no mínimo, gananciosa!