terça-feira, 17 de julho de 2018

Falando sobre "Violência contra o Idoso" para alunos da ONG Pró-Vida

Flávio Azevedo
Um clique com os alunos do curso de "Cuidador de Idosos" oferecido pela Ong Pró-Vida.
Nessa segunda-feira (16/07) eu tive o privilégio de conversar com uma galera muito simpática sobre “Violência Contra o Idoso”. A moçada que aparece na foto é parte da turma do curso de “Cuidador de Idosos” que é oferecido pela ONG Pró-Vida em parceria com o Lar Maria de Nazareth. A coordenação do curso é do amigo Bonifácio Silvano e a ONG tem a liderança da minha amiga Anna Carmen Gonçalves Fonseca. 

Aos alunos do curso o meu abraço, obrigado pelo carinho e um salve especial ao amigo Bonifácio, que me convidou para dialogarmos sobre esse tema tão relevante!

Falando de Segurança Pública e assaltos em Rio Bonito

Flávio Azevedo
Um dos casos ocorridos foi registrado nas mídias sociais pela própria vítima.
Vamos abordar o assunto Segurança Pública e dialogar os assaltos em série ocorridos no início da noite dessa segunda-feira (16/07) em pelo menos quatro bairros de Rio Bonito (Serra do Sambê, Boqueirão, Caixa D'Água e Cidade Nova). Os últimos sete anos estão sendo marcados por aumento de violência em Rio Bonito e Região, o tema foi pauta nas últimas três eleições municipais, um dos candidatos chegou a prometer, em 2012, a instalação de uma cabine de polícia em cada bairro, mas efetivamente nenhum governante realizou nada para combater a insegurança e a violência que atinge o riobonitense.

Governo federal e governos estaduais estão, há pelo menos 10 anos, sinalizando que as Prefeituras Municipais deverão fazer investimentos na área da Segurança Pública, aos poucos governo federal e estadual vão transferindo suas responsabilidades para os municípios e estão criando mecanismos, como a Lei 13.022/2014 (armar as guardas municipais) e o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), que deixam evidente essa realidade que os prefeitos fingem não ser com eles.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Educação na pauta do Programa Flávio Azevedo

Flávio Azevedo
A Educação é o principal assunto do Programa Flávio Azevedo dessa segunda-feira (16/07). Começaremos abordando a notícia desse domingo (15) veiculada pelo jornal O Globo sobre agressões e ameaças contra o professor. Nós vamos refletir sobre esse cenário, mas também iremos destacar a agressão que o professor sofre dos responsáveis dos alunos, dos governantes e, sobretudo da própria categoria.

Aproveitaremos o gancho para refletir o exemplo da pequena Steffany, uma menina de 12 anos que passa para as crianças da localidade onde mora o que aprende na escola. Mesmo durante o período de férias ela segue dando suas aulas para os coleguinhas. O fato de morar num bairro pobre do Recife, uma das cidades mais violentas do país, não tira de Steffany o sonho de ser professora e a vontade de compartilhar conhecimento.
Hoje também foi ao ar o quadro “Que Rio Bonito Nós Queremos?”, com pedidos de reforma e recuperação da Praça de Convivência Aldomir Siqueira, na Praça Cruzeiro; e pedido de oportunidade de emprego em Rio Bonito e pedágio mais barato na RJ – 124 (ViaLagos).

O sonho de ser professora

De acordo com Nelson Mandela, homem considerado exemplo de esperança, “o que conta na vida não é o simples fato de vivê-la. A diferença que fazemos na vida dos outros é que determina o significado da vida que levamos”.

O Fantástico desse domingo (15/07) conta a historia de Steffany, de apenas 12 anos, que passa adiante o que aprende na escola. Mesmo durante o período de férias da garotada ela segue dando suas aulas. A menina é ‘professora’ numa comunidade carente chamada Roda de Fogo, na capital pernambucana; e encanta a todos com seu sonho: ser professora.

Mortalidade infantil sobe no Brasil pela primeira vez em 26 anos

Pela primeira vez desde 1990, houve aumento na taxa de mortalidade infantil do Brasil em 2016, e a tendência é que o índice de 2017 também se mantenha acima do registrado em 2015. A epidemia do vírus da zika e a crise econômica são apontadas pelo Ministério da Saúde como causas do crescimento. A primeira, pela queda de nascimentos (o que traz impacto no cálculo da taxa de mortalidade) e de mortes de bebês por malformações graves.

Já a crise estaria associada às mortes infantis evitáveis, causadas por diarreias e pneumonias, que são influenciadas pela perda de renda das famílias, estagnação de programas sociais e cortes na saúde pública.

Dados inéditos do Ministério da Saúde analisados e publicados em reportagem do jornal Folha de São Paulo mostram que desde o começo da década de 1990 (dados de anos anteriores têm critérios diferentes) o país apresentava redução anual média de 4,9% da taxa de mortalidade. Esse valor estava acima da média global de redução, estimada em 3,2% em relatório do Unicef (fundo das Nações Unidas), em 2017.

No Brasil, a taxa de mortalidade de 2016 ficou em 14 óbitos infantis a cada mil nascimentos, um aumento próximo de 5% sobre o ano anterior, retomando índices similares aos dos anos 2014 e 2013. Segundo o relatório do Unicef, entre 2015 e 2016 na América Latina a taxa ficou estacionada em 18 óbitos infantis por mil nascimentos. No mundo a tendência de redução se manteve – de 42 para 41. Para 2017, a previsão no Brasil é que a taxa fique, no mínimo, em 13,6 (contra 13,3 de 2015), mas os números oficiais ainda não estão fechados. 

A taxa de mortalidade infantil considera o número de mortos até um ano a cada mil nascidos vivos. Monitora-se ainda a taxa chamada de mortalidade na infância, que considera o número de crianças de até cinco anos mortas a cada mil nascidos vivos. Em 2016, morreram 36.350 crianças nessa faixa etária —19.025 nos primeiros sete dias. “A tendência é piorar. Ainda não entraram todos os óbitos de 2017, que estão sendo investigados”, diz Fátima Marinho, diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do ministério.

Segundo ela, 2016 foi atípico porque teve queda de 5,3% na taxa de nascimentos, atribuída à epidemia de zika. “Houve uma mistura de prevenção com interrupção de gravidez.” Os dados também mostram alta de mortes infantis evitáveis não relacionadas ao zika. Entre bebês de um mês a um ano de idade, houve crescimento de 2% das mortes. De um a quatro anos, no total, houve aumento de 11%.

Entre as causas, chama atenção o aumento de 12% entre 2015 e 2016 nas mortes de menores de cinco anos por diarreia (de 532 para 597). Centro Oeste, Norte e Nordeste foram as regiões com maiores altas (48%, 25% e 8%, respectivamente). Responderam juntas por 74% das mortes. “São causas muito ligadas aos determinantes sociais. Com a crise econômica, houve redução de emprego e da renda em geral. As políticas sociais deixaram de ser expandidas”, afirma Fátima.

A Fundação Abrinq relaciona a piora dos indicadores infantis ao corte de verbas e contingenciamento de orçamentos de programas como o Bolsa Família e a Rede Cegonha, de apoio às mães na gestação e puerpério. Em 2017, por exemplo, a taxa de desnutrição crônica de crianças até cinco anos ficou em 13,1% – contra 12,6% registrada em 2016 e 12,5% em 2015. O índice retorna ao mesmo patamar de 2013.
– Políticas de proteção social não podem sofrer cortes nem ajuste orçamentário para o equilíbrio das contas públicas. Isso impacta muito na sobrevivência das famílias pobres e extremamente pobres – diz Denise Cesario, gerente executiva da Fundação Abrinq.

Segundo ela, o reajuste do Bolsa Família não tem levado em conta a inflação do período. Entre 2015 e 2016 teria sido de R$ 3 bilhões, mas ficou em R$ 1 bilhão. Neste ano, a dotação era de R$ 28,7 bilhões, mas, após contingenciamento, ficou em R$ 26,5 bilhões. “Se eu tenho uma criança que ficou mais desnutrida porque os pais perderam o emprego, a política social busca compensar. Mas quando não tenho expansão, é possível que os efeitos apareçam na mortalidade”, afirma Fátima Marinho, do ministério.

Os dados mostram que 20 estados tiveram alta na mortalidade infantil em 2016.
Juntos, Amapá, Amazonas, Bahia, Pará, Piauí e Roraima tiveram taxa de mortalidade média de 19,6 e aumento de 14,6% ante 2015 – equivalente a três vezes a alta nacional. Os únicos estados com redução de taxas em 2016 foram Rondônia, Acre, Rio Grande do Norte, Alagoas, Paraná, Santa Catarina e Distrito Federal. Já São Paulo teve em 2016 a quinta menor taxa de mortalidade infantil do país (11,09). Porém também figura entre os que interromperam a tendência de queda: alta de 2,7%, contra a redução média anual de 4,1% entre 1991 e 2015.

Para Vitor Manuel Jesus Mateus, vice-presidente do Conass (conselho dos secretários estaduais de saúde), a crise econômica prejudicou o acesso dos usuários aos serviços de saúde, o que pode explicar em parte não só o aumento da mortalidade infantil como a piora de outros indicadores, como o da taxa de vacinação. Um a cada quatro municípios do país tem cobertura abaixo do ideal em todas as vacinas obrigatórias para bebês e crianças, elevando a ameaça de retorno de velhas doenças. “Muita gente está sem dinheiro até para o transporte até o posto”, afirma.

Para a pediatra Maria Albertina Santiago Rego, do departamento de neonatologia da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), o aumento de mortes infantis pode estar ligado à falta de organização na saúde. “A mãe tem que fazer um pré-natal bem feito, de acordo com o risco, e ir à maternidade que responda à condição clínica dela e do neném.”

Segundo ela, o pré-natal, especialmente os de gestantes de risco e de alto risco, precisa ter uma equipe bem estruturada para ser efetivo. “Ao longo dos últimos anos, tiraram obstetra e pediatra da coordenação dos cuidados. Hoje é uma equipe do PSF [Programa de Saúde da Família] que atende. O médico de família está preparado? O Brasil tem educação médica continuada? Eu acho que não.”

As principais causas de mortes infantis são prematuridade, malformações, asfixia e infecções. Mais da metade, na primeira semana de vida. Daniel Knupp, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina e Comunidade, diz que há evidência suficiente de que o modelo do PSF na atenção primária reduziu a mortalidade infantil nas últimas décadas em comparação com o modelo tradicional, com pediatras e ginecologistas. “Funciona bem mesmo sem as condições ideais, como mais médicos com residência na especialidade e uma maior cobertura do programa [hoje, em 65%]”, afirma.

Uma situação observada pelos médicos de família, diz ele, é o desabastecimento de remédios nos postos e a falta de condições financeiras das famílias em bancá-los. “Às vezes têm que optar entre comer ou comprar um medicamento que não encontra no posto.”
Segundo Fátima Marinho, do ministério, foi criado um grupo de trabalho com acadêmicos para avaliar as causas desse repique na taxa de mortalidade e estudar formas de ação mais urgentes. Vitor Mateus, do Conass, diz que o assunto entrará na pauta da próxima reunião do conselho.

Em dez anos 10 mil leitos pediátricos desativados
O fechamento de leitos infantis é outro fator que pode influenciar nas mortes de crianças, segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). Entre 2010 e 2016, foram desativados no país mais de 10 mil leitos de internação em pediatria no SUS —o número foi de 48,3 mil para 38,2 mil. Cerca de 40% dos municípios brasileiros não possuem nenhum leito de internação na especialidade.

Segundo os pediatras, a redução tem impacto direto no atendimento, provocando atrasos no diagnóstico e no início do tratamento de diarreias e pneumonia. Das 5.570 cidades do Brasil, 2.169 não possuem nenhum leito pediátrico. Entre as que possuem pelo menos uma unidade de terapia intensiva infantil, um terço tem menos de cinco leitos e 66 delas contam com apenas um leito.

Fátima Marinho, do Ministério da Saúde, afirma que a falta de leitos pediátricos reduz a capacidade de atendimento dos casos mais graves. “Se uma criança descompensa [por diarreia, por exemplo] no interior, é removida para capital, mas vai encontrar pouca capacidade de atendimento”.

Segundo relatório da SBP, a mortalidade neonatal (número de óbitos de crianças com menos de 28 dias de idade) por mil nascidos vivos é inversamente proporcional ao número de leitos disponíveis. “Não há leitos neonatais na quantidade que essas crianças precisam para ser adequadamente atendidas no pós parto”, diz Vitor Mateus, do Conass.

De acordo com Maria Albertina Santiago Rego, da SBP, a escassez de leitos já começa na gravidez de alto risco. “O número de leitos obstétricos para gestantes de alto risco é muito pequeno. Precisa ficar pedindo vaga, as centrais de regulação não dão conta de dar vazão ao número de gestantes de alto risco”.

Família enfrenta 40 dias de angústia na Bahia até morte de bebê
Moradora de um bairro pobre na cidade de Pojuca (80 km de Salvador), Milena Santos Nascimento, 19, experimentou, ao mesmo tempo, a dor de uma perda e a expectativa da chegada de um novo membro da família. Heitor Lucas, dentro da barriga de oito meses de gravidez da mãe, não chegou ao mundo a tempo de conhecer sua irmã mais velha, Luna.

Com 1 ano e 2 meses, Luna morreu abril deste ano, vítima de uma pneumonia bacteriana. Era a primeira filha de Milena, que deixou a escola na 7º série em 2016, assim que se descobriu grávida pela primeira vez. Em março deste ano, Milena percebeu que Luna mesclava choro constante com dificuldade de respirar. A criança passou por um périplo que incluiu o posto de saúde do bairro, o hospital de Pojuca, o hospital da cidade vizinha Camaçari, até chegar à UTI do hospital pediátrico Martagão Gesteira, em Salvador.

Foram 40 dias de angústia, seguidos de oito paradas cardiorrespiratórias até o coração de Luna parar. “Ninguém está preparado para perder uma criança”, diz Milena. O caso de Luna, em Pojuca, não foi o único no bairro em que vivem. Avó de Luna e mãe de Milena, a dona de casa Sandra Nascimento, 42, diz que outras crianças do bairro tiveram mortes precoces e critica a falta de assistência. “A gente vive numa dificuldade porque a rede de saúde é precária. A gente nem chama hospital da cidade de hospital, chama de posto, porque não tem nada”, diz ela, destacando que qualquer procedimento ou exame mais complexo tem que ser feito em Salvador.

A morte de Luna deixou marcas na família. A principal delas é o constante sobressalto em relação à saúde das crianças que vivem na casa, inclusive do pequeno Heitor, que ainda nem nasceu. Prestes a dar à luz de novo, Milena diz estar mais confortada com a chegada do novo filho. Mas sente falta diária do riso de Luna: “Nenhum filho preenche o vazio do outro”.

A Secretaria da Saúde da Bahia informou que a mortalidade infantil envolve “uma série de fatores que são cuidados da atenção básica, de responsabilidade dos municípios”. Mesmo assim, diz que tem atuado para reduzir a mortalidade com ações como a requalificação de hospitais, implantação de leitos de UTI neonatal, qualificação de profissionais de saúde e a implantação de fóruns de discussão sobre a saúde da mulher.

Fonte: Folha de São Paulo

domingo, 15 de julho de 2018

Vetado reajuste salarial de 5% para servidores da Justiça, MP e Defensoria no RJ

A partir de agosto, quando os deputados estaduais voltarem do recesso parlamentar, a Alerj poderá analisar o veto do governador.
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), vetou os projetos de lei aprovados no final do mês passado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) que representavam aumento salarial de 5% para servidores da Justiça, do Ministério Público e da Defensoria do Estado do Rio.

Pezão citou as "gravíssimas circunstâncias" das finanças públicas e argumentou que o Regime de Recuperação Fiscal veta reajustes. A publicação consta no Diário Oficial desta sexta (13). O veto retorna para a Alerj, ainda sem data definida, onde os deputados poderão derrubá-lo independentemente da discordância do governador.

De acordo com o projeto de lei, magistrados e promotores não teriam direito ao reajuste. O PL foi proposto em 2015 e alterado para que passasse a valer a partir de setembro de 2018, sem possibilidade de os reajustes serem retroativos.

O impacto, calculado à época, seria de R$ 16 milhões mensais. Servidores do MP se queixam da falta de reajustes há quase cinco anos. O reajuste, no fim do mês passado, foi acordado no colégio de líderes partidários da Alerj e o pleito foi em votação simbólica - ou seja, os deputados não votaram um a um.

Fonte: G1

PRF intercepta golpe do seguro na BR – 101 em Rio Bonito

Polícia Rodoviária Federal (PRF) deteve na madrugada deste sábado (14) um homem de 26 anos suspeito de participar de golpe de seguro de carro. De acordo com a PRF, o suspeito foi abordado em uma blitz na BR-101, na altura de Rio Bonito (RJ), e os agentes reconheceram que o carro em que ele estava havia sido roubado poucas horas antes em Duque de Caxias.

De acordo com a PRF, o homem apresentou documentos de outra pessoa e disse que pegou o carro emprestado com uma amiga e não sabia de qualquer irregularidade no veículo. Ainda segundo a PRF, a dona do carro tinha feito uma falsa comunicação de roubo e pretendia aplicar o golpe no seguro junto com o suspeito.

A polícia informou ainda que o carro estava sendo levado para o distrito de Unamar, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, para ser desmontado e ter as peças vendidas. O caso foi registrado na 119ª DP, em Rio Bonito.

Fonte: G1

Vai recomeçar o Campeonato Brasileiro

Flávio Azevedo
Com o término da Copa da Rússia as atenções se voltam ao bom e velho Campeonato Brasileiro. Voltaremos a falar de Flamengo, Botafogo, Vasco e Fluminense. O rubro-negro, que lidera a competição com 27 pontos; tem como principal notícia a possível contratação de Vitinho (ex-Botafogo), junto ao CSKA. Botafogo e Fluminense vivem a expectativa do que farão os seus novos treinadores. Para quem não soube da mudança, Alberto Valentim e Abel Braga, respectivamente, saíram. Chegaram Marcos Paquetá e Marcelo Oliveira. Já o Vasco espera a estreia do argentino Max Lopes, que no Brasil defendeu o Grêmio e estava na italiana Udinese.

E a bola já rola nesse meio de semana. O Flamengo, que vem de empate com o Palmeiras (1x1), quarta-feira (18/07), às 21h45min, recebe o São Paulo. O rubro-negro joga de olho no fim de semana, quando tem clássico com o Botafogo, que soma 17 pontos e está na 10ª colocação. A alvinegro vem de vitória sobre o Atlético-PR (2x0) e retorna os trabalhos também na quarta-feira (18), às 21h45min, contra o Corinthians, jogando em casa.

O Vasco da Gama, que vem de derrota contra o Inter-RS (3x1), já estará em campo nessa segunda-feira (16/07). O time recebe o Bahia em jogo válido pela Copa do Brasil. Na quinta-feira (19/07), às 20h, o time volta a campo para um dos jogos destaque do meio de semana: o clássico com o Fluminense. Com 15 pontos, o time cruzmaltino está na 11ª colocação.

Já o Fluminense, que foi derrotado pelo Santos (1x0) na última rodada antes da Copa da Rússia, se prepara para o clássico com o Vasco. A equipe tricolor tem 14 pontos e está na 12ª colocação. No fim de semana, no domingo (22/07), o time carioca, que vive turbulento momento político, vai a Pernambuco enfrentar o Sport Club Recife.

A Comunicação também e mal compreendida no Brasil

Flávio Azevedo
A partir da Esquerda: Arnaldo César Coelho; Galvão Bueno e Walter Casagrande Jr.
O profissional de Comunicação lida com paixões. Sobretudo num país como o Brasil, onde tudo vira FlaxFlu, é comum o jornalista despertar num único texto, numa única palavra, amor é ódio. Boa parte dos leitores, ouvintes e espectadores esquecem que esses profissionais são seres humanos. Gente que erra e acerta como todo mundo.

Nesse domingo (15/07), encerrado o jogo final da Copa da Rússia, com a França se sagrando campeã, o ex-jogador e atual comentarista, Walter Casagrande Jr., expos mais uma vez o seu drama pessoal. A dependência química.
– Essa é a Copa mais importante da minha vida. Eu tive uma proposta quando vim para cá, quando saí do Brasil, que era chegar pela primeira vez numa Copa do Mundo sóbrio, permanecer sóbrio e voltar para a minha casa sóbrio. Então estou muito feliz – disse Casagrande, chorando.

Aproveitando o momento, o ex-árbitro e primeiro comentarista de arbitragem de TV, Arnaldo César Coelho; anunciou que depois de 30 anos ele deixará a função de comentarista e vai se dedicar a outras atividades. O narrador Galvão Bueno também deixou em aberto a sua permanência como locutor esportivo.

É normal termos críticas aos comentários do Casagrande e do Arnaldo e ao estilo do Galvão Bueno. Mas a luta contra a dependência química do Casagrande é de emocionar. A coragem de vir a público assumir a condição de dependente químico é admirável! Poucos têm essa hombridade e ainda posam de críticos como se estivessem limpos!

Quanto ao Galvão Bueno, mala ou não, esse cara faz parte da história de muitas gerações. As derrotas mais doloridas que vivi no Esporte e as vitórias mais memoráveis do meu país e do time do meu coração foram narradas por ele! Sejamos críticos, mas não sejamos intolerantes! Vamos em frente!

França bate Croácia e conquista Bicampeonato Mundial de Futebol

A França venceu a Croácia por 4x2 neste domingo (15/07), no estádio Luzhniki de Moscou, e se sagrou bicampeã da Copa do Mundo de 2018. Mandzukic (contra), Griezmann, Pogba e Mbappé fizeram os gols franceses, enquanto Perisic e Mandzukic marcaram para a seleção croata. O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho foi um dos destaques da cerimônia de encerramento. Como uma partida de final de Copa do Mundo foi marcada pela emoção, polêmica, belos lances e infelicidades em ambas as partes.

O primeiro tempo foi movimentado e contou com auxílio do VAR. Em falta cavada por Griezmann, o próprio atacante cobrou e Mandzukic desviou para as redes de Subasic, fazendo o primeiro gol contra da história das finais de Copa: 1 a 0 para a França. Na sequência, a Croácia, que chegou a 60% de posse de bola na etapa inicial, empatou com belo gol de Perisic, chutando cruzado após cobrança de falta de Modric. Aos 38 minutos, quando os croatas buscavam a virada, Perisic colocou a mão na bola em cobrança de escanteio. Nestor Pitana precisou consultar o árbitro de vídeo para marcar o pênalti, convertido por Griezmann.

Na etapa final, a Croácia voltou buscando o empate, e abriu espaço para os contra-ataques puxados por Mbappé. O camisa 10 arrancou pela direita aos 14 minutos e cruzou para Griezmann, que ajeitou para Pogba bater de canhota e ampliar o placar. Cinco minutos depois, Mbappé recebeu pelo meio e arriscou de fora da área, marcando o quarto. Cansados pelas três prorrogações seguidas, os croatas ainda conseguiram descontar com gol de Mandzukic em falha de Lloris, mas não foi o suficiente.